O som das sirenes cortava o ar como uma lâmina. Heitor segurava a mão de Helena dentro da ambulância, o corpo tremendo, o rosto coberto de lágrimas e sangue.— Aguenta, Helena, por favor... — sussurrava, enquanto os paramédicos pressionavam os ferimentos. — Eu tô aqui, amor. Eu te achei, por favor, fica comigo...Os olhos dela estavam fechados, o rosto pálido, e o silêncio dela doía mais do que qualquer palavra.A ambulância parou em frente ao pronto-socorro. Em segundos, Helena foi levada para dentro, e Heitor, atordoado, tentou segui-la, mas foi barrado.— O senhor precisa esperar aqui fora! — gritou uma enfermeira.— Ela é minha esposa! — gritou ele de volta, em desespero. — Ela tá grávida! Ela precisa de mim!O médico apareceu logo depois, vestindo avental cirúrgico e luvas.— O estado dela é grave. Sofreu um trauma craniano, costelas fraturadas e tá inconsciente.— Mas... e o bebê? — perguntou Heitor, a voz quase falhando.O médico hesitou, respirou fundo.— O bebê tá em sofrimen
ปรับปรุงล่าสุด : 2026-08-24 อ่านเพิ่มเติม