Mas, no segundo seguinte, um silêncio mortal.Cassius recostou-se na cadeira de couro e, sem a menor pressa, ajustou os abotoaduras.Fiquei encarando-o, o peito arfando, as mãos firmemente apoiadas sobre a mesa dele.Achei que ele estaria como na noite anterior — com os olhos vermelhos, implorando para que eu não fosse embora e me deixando escapar imediatamente.Mas, durante dez longos segundos, o rosto de Cassius permaneceu completamente inexpressivo.— Aria.Por fim, ele falou. Sua voz era tão calma que me deu arrepios.— Você é uma adulta de vinte e quatro anos. Fazendo birra. Chorando. No submundo, isso não resolve absolutamente nada.Congelei.— Este é o escritório da família Falcone. Não é o seu quarto, onde você chora por algum garoto patético que conheceu na internet.Minha mente explodiu. Meu sangue gelou.Foi isso que me fez despertar.Encarei o homem sentado ereto em sua cadeira, emocionalmente estável como uma máquina.Esse era Cassius Falcone.Não o cachorrin
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