Giulia deu um passo para trás, girando o corpo para ficar de frente para mim. O rosto estava corado, e o peito subia e descia depressa. — Sr. Volkov? O que... o que o senhor faz aqui? — ela gaguejou levemente, tentando recuperar a compostura, embora o nervosismo estivesse estampado em cada poro. — Está tudo bem? — perguntei, mantendo a voz baixa, analítica, cruzando os braços. Ela forçou um sorriso amarelo, cruzando os braços na defensiva. — Está sim. Por que não estaria? — Não foi o que pareceu daqui. Tem certeza de que não está precisando de ajuda? — insisti, estreitando os olhos. — Tenho certeza absoluta. Agora, se o senhor me der licença... — Giulia respondeu, dando as costas e já começando a se afastar em direção à entrada da mansão. Foi um reflexo puro, uma reação impulsiva que passou por cima de qualquer raciocínio lógico. Sem nem pensar no que estava fazendo, estiquei a mão e segurei firmemente o braço dela, travando seus passos no lugar. — Quem é Felipo? — perguntei,
Última actualización : 2026-08-27 Leer más