DiegoJanaína não responde logo, o que me dá a esperança de que vai ceder. No entanto, a voz cortante me dá uma verdadeira rasteira:— Pra quê?! Olha, cara, faz um favor pra nós dois: volta pra o teu harém e me deixa em paz!Olho para Lene, desejando algum apoio, mas amiga de verdade, sabe como é, não trai.— Ouviu, né, Diego? Agora, com licença!— diz Lene, cirúrgica.Ela se inclina sobre a amiga até alcançar a maçaneta, bate a porta do carro com força e pisa no acelerador sem pena, deixando apenas a poeira da estrada para trás.Permaneço em silêncio no meio do caminho, uma sensação horrível de vazio no peito. Nem eu mesmo me reconheço.— Diego?Suspiro fundo e continuo imóvel. Gláucia se aproxima e põe as mãos em meus ombros e me encara séria:— Olha, Diego, estou surpresa! Você tá num estado deplorável...— Chega, Gláucia. O que você quer? — minha voz sai baixa, numa mistura de impaciência e frustração.— Quem é ela?Suspiro. O semblante da Gláucia parece apagado, visiv
Última actualización : 2026-08-24 Leer más