Mas, ao chegar diante da porta, Henrique parou.O coração batia forte demais.Até poucos minutos antes, tudo o que queria era encontrá-la e trazê-la de volta. Agora que estava a apenas uma porta de distância, porém, a confiança desapareceu.E se Ceci não quisesse perdoá-lo?O que ele poderia dizer para convencê-la a voltar?Enquanto hesitava do lado de fora, as vozes de Cecília e Valentina chegaram até ele através da porta.Dentro do quarto, Valentina acariciava de leve a barriga de Cecília.— Ei, moleque, nada de dar trabalho para a sua mãe, ouviu? Fica bem quietinho aí. Quando você nascer, a madrinha compra um monte de doces para você.Cecília não conteve o riso.— Para de assustar meu filho. Ele ainda é tão pequenininho.Valentina imediatamente suavizou a voz.— Tá bom, tá bom. Nada de assustar o bebê. Mal posso esperar para ouvi-lo me chamar de madrinha quando crescer.Cecília passou a mão pelo ventre ainda plano, tomada por uma felicidade serena.Era bom demais.Depois de ter acre
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