Nicolos abriu a boca.— Pai, eu—— Sai — disse o Sr. Rossi, a voz baixa, calma, mas sem admitir argumento. Era a voz de um homem acostumado a comandar. — Agora. Fecha a porta atrás de você.Nicolos hesitou por meio segundo, olhando entre nós, confusão e tesão guerreando no rosto. Mas a presença do pai era avassaladora. Com um xingamento murmurado, recuou e fechou a porta, me deixando sozinha com o homem com quem eu tinha fantasiado a noite inteira.Não me mexi. Não conseguia. Os dedos ainda estavam dentro de mim, a buceta se contraindo ritmicamente neles enquanto tesão fresco vazava nos lençóis. O olhar do Papai queimou no corpo — os seios ofegantes, os mamilos duros, as coxas escorregadias e o jeito como os dedos brilhavam com os meus sucos.— Que putinha necessitada — murmurou, trancando a porta com um clique decisivo. — Nem conseguiu esperar cinco minutos antes de dedar essa buceta bonita na minha casa. Estava pensando no meu pau, baby girl?Assenti frenética, a voz rouca.— Sim, P
Last Updated : 2026-10-08 Read more