Os UHF têm tantas músicas icônicas que é difícil escolher apenas algumas, mas 'A Minha Casinha' sempre me pegou de jeito. A simplicidade da melodia contrastando com a profundidade da letra é algo que só António Manuel Ribeiro consegue fazer. Outra que marcou foi 'Rua do Carmo', com aquela guitarra inconfundível e um refrão que gruda na cabeça. E não dá para esquecer 'Portugal na Frente', que virou um hino não oficial em estádios e festivais.
O que mais me impressiona é como essas músicas continuam relevantes. Mesmo hoje, quando 'Cavalos de Corrida' toca no rádio, todo mundo canta junto. António tem esse dom de criar canções que transcendem o tempo, e os UHF são prova disso.
António Manuel Ribeiro é um gênio, e os UHF são a prova. 'A Minha Casinha' é uma daquelas músicas que todo mundo conhece, mesmo quem não é fã de rock. A letra é simples, mas profundamente emocional. 'Rua do Carmo' também é incrível, com uma energia contagiante. E 'Portugal na Frente'? Nem se fala! É aquele tipo de música que une gerações. Os UHF não só fizeram sucesso, mas criaram um legado que ainda hoje é celebrado.
António Manuel Ribeiro e os UHF são uma parte enorme da minha vida musical desde os anos 80. Lembro-me de ouvir 'A Minha Casinha' pela primeira vez e ficar completamente hipnotizado pela energia crua e pelas letras que falavam diretamente ao coração. Essa música, junto com 'Cavalos de Corrida', definiu uma geração. Os UHF tinham essa capacidade única de misturar rock com uma pitada de folk, criando algo que era ao mesmo tempo pessoal e universal.
Outro marco foi 'Rua do Carmo', uma faixa que ainda hoje me arrepia. A forma como António consegue transformar histórias simples em hinos é incrível. E claro, 'Portugal na Frente' é um hino patriótico que sempre une as pessoas nos concertos. Essas músicas não só foram sucessos comerciais, mas também culturais, moldando a identidade portuguesa.
2026-07-17 22:53:34
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— Ouvi dizer que você acha que eu não dou conta.
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Eu fui forçada a trocar meu coração com o primeiro amor do meu marido. Depois disso, morri no corredor do hospital particular que ele mesmo criou.
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Na primeira vez, Otávio segurou a mão daquele homem e disse que eu estava vomitando sangue.
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