Exemplos De Frases Com Sujeito Indeterminado Em Português
2026-05-10 01:50:29
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LilaFonte
Apaixonado
Analista
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4 Respostas
Mila
Leitor útil
Caixa
Sabe quando você tá lendo uma placa na rua dizendo 'Proibido estacionar'? Pois é, ali tá rolando um sujeito indeterminado clássico. Ninguém precisa dizer 'Você está proibido de estacionar'—a mensagem é direta e universal. A língua portuguesa é cheia desses truques que simplificam a comunicação, e acho genial como isso funciona tanto no formal quanto no informal.
2026-05-13 08:22:28
11
Owen
Leitor sábio
Florista
Lembro de uma vez lendo um conto onde o autor usava sujeito indeterminado o tempo todo—'Plantaram rosas no jardim', 'Disseram que ela voltaria'. Aquilo me deixou com uma sensação estranha, como se a história fosse maior que os personagens. É incrível como a gramática pode mudar a atmosfera de um texto. A falta de um sujeito definido dá espaço pra imaginação, como se qualquer um pudesse ser o autor da ação. Isso me faz pensar em como a linguagem molda nossa percepção das histórias.
2026-05-14 03:37:10
3
Xanthe
Booklover
Taxista
Nossa, falar sobre sujeito indeterminado me lembra aquelas situações onde a ação é o foco, e quem praticou quase não importa. Tipo quando você escuta 'Fecharam a porta com um estrondo'—não sabemos quem fechou, mas dá pra sentir a energia do ato. Isso é algo que rola muito em notícias ou relatos onde o agente é desconhecido ou irrelevante. A língua portuguesa tem essas manhas de esconder o sujeito quando convém, e acho fascinante como isso pode criar um clima de mistério ou universalidade.
Já reparei como, em músicas e poemas, o sujeito indeterminado aparece pra dar um tom mais dramático ou coletivo? 'Amaram-se perdidamente' soa bem mais épico do que 'Eles se amaram'. É uma ferramenta estilística poderosa, e os artistas sabem usar muito bem.
2026-05-14 21:45:20
3
Tessa
Leitor fiel
Chef
Meu lado mais observador adora analisar como o sujeito indeterminado surge no dia a dia. Quando alguém diz 'Assaltaram a loja da esquina', a frase concentra toda a atenção no evento, não no criminoso. Isso reflete como nossa mente prioriza certas informações—às vezes, o 'quem' é menos urgente que o 'o quê'. Até em conversas casuais, como 'Bateram na porta agora', a indeterminação cria uma vibe mais misteriosa ou até mais cotidiana, dependendo do contexto.
2026-05-15 11:38:37
11
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No dia do divórcio, eu, Lídia Duarte, saí vestindo apenas uma muda de roupa do tempo de casada.
A casa, o carro, o dinheiro, as crianças, deixei tudo para Cristiano Reis.
Ele me olhou com certa surpresa e zombou:
— Você pensou bem? As três filhas que você criou com as próprias mãos, também não as quer mais?
— Se você realmente não quer nada, eu também não vou te cobrar pensão alimentícia. Assim fica justo.
Assinei o acordo rapidamente e disse com indiferença:
— Sim, muito justo.
Cristiano hesitou por um instante antes de assinar lentamente seu nome.
— Se você se arrepender, nós não precisamos...
Acenei com a mão, interrompendo-o, e saí sem olhar para trás.
Cristiano costumava dizer que eu me casei com ele por dinheiro e poder, e que eu tentava amarrá-lo usando as crianças.
Mas não tem problema.
Quando ele for recolher o meu corpo, ele entenderá.
Minha irmã era autista. Os médicos chamavam isso de "sobrecarga sensorial severa". A regra era simples: nada de barulhos repentinos. Nunca.
Então, minha vida inteira foi vivida em silêncio.
Eu nunca usava salto alto. Nunca levantava a voz. Nem sequer tinha permissão para rir. Tudo isso para evitar que ela tivesse uma crise.
Meu pai, Victor, o Don da família Castellano, segurava meu ombro.
Seu rosto era uma máscara de culpa.
— Sera, você é minha boa menina. Proteger sua irmã é nosso dever. Você é saudável e forte. Pode fazer um pequeno sacrifício por ela, não pode?
Naquele dia, eu estava na varanda do segundo andar e, sem querer, derrubei um vaso de rosas brancas.
O barulho do vaso se estilhaçando fez minha irmã, que tomava sol no jardim lá embaixo, entrar em uma crise.
Pela primeira vez, Victor olhou para mim como se eu fosse a inimiga. Ele gritou:
— Você não consegue simplesmente ficar em silêncio? Quer deixá-la louca?
Minha irmã recuou, apavorada, até bater em uma mesa de vidro, soltando um grito agudo.
Victor passou correndo por mim, tomado pela raiva e pelo pânico. Ele esbarrou em mim na escada quando eu estava descendo para ajudá-la.
Perdi o equilíbrio e bati o peito com força contra a ponta afiada de um poste do corrimão de ferro forjado.
Uma dor intensa explodiu no meu peito. Abri a boca para gritar, mas nenhum som saiu.
Minha família inteira correu para cercar minha irmã, que gritava desesperadamente. Ninguém sequer olhou para mim.
Meus pulmões se encheram de sangue. Eu estava me afogando no chão.
Todos achavam que minha irmã, a autista, era quem precisava do conforto da família. Achavam que eu apenas tinha caído. Que eu podia esperar.
Eles estavam errados.
Para cumprir um acordo, decidi me passar por uma pessoa comum e estagiar por uma semana na empresa do meu marido, Rafael Ventura.
No meu primeiro dia de trabalho, me deparei com uma mulher exibindo uma certidão de casamento para a recepcionista, como se segurasse um troféu.
— Sabe o que significa uma certidão de casamento? — ela disse, erguendo o queixo. — Significa que eu sou a única do Diretor Ventura!
Virou-se para a recepcionista e cruzou os braços:
— Que postura é essa? Está com problema na coluna ou simplesmente não me enxerga? Abaixe mais a cabeça! E fique assim até o Diretor chegar!
Em seguida, lançou um olhar desdenhoso para o refeitório:
— Essa comida é para ser comida por gente? Vou mandar um chef estrelado preparar algo decente para vocês!
Eu estava prestes a me aproximar quando uma colega me puxou pelo braço.
— Ela é o grande amor da vida do Diretor Ventura — sussurrou ela, olhando nervosa para os lados. — Dizem que ele pediu ela em casamento cem vezes antes de conquistá-la...
A colega apontou discretamente para a certidão e me aconselhou com um tom de alerta:
— Se você desafiar o Diretor, no máximo é demitida. Mas se desafiar a Senhora Ventura... você simplesmente desaparece.
Quase não consegui segurar o riso.
O ex-marido de Cecília sempre foi um homem frio, distante, incapaz de demonstrar afeto. Durante o dia, ela era sua secretária e à noite, sua esposa. Em dois anos de casamento, não recebeu sequer uma fração de amor genuíno.
No dia em que a amiga de infância dele voltou do exterior, os dois assinaram pacificamente os papéis do divórcio.
Inesperadamente, seis meses depois, Cecília descobriu que estava grávida.
Depois de anos de amor, ela simplesmente desistiu do ex-marido e foi embora grávida, sem olhar para trás!
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Ela fez questão de mandar felicitações! Desejou-lhes que fossem felizes para sempre e que tivessem muitos filhos.
Mas quem diria que o mesmo ex-marido que, supostamente, estava prestes a se casar com a outra apareceria na porta da sala de parto no dia em que ela deu à luz, implorando implorando para reatar com ela!
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Quando eu estava prestes a sair do restaurante do meu irmão, a gerente me parou.
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Olhei para o rosto desconhecido e pensei que ela provavelmente era nova e não me reconhecia, então expliquei educadamente:
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Mas ela simplesmente não desistia.
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Mandei uma mensagem rápida para minha secretária:
[Diga ao meu irmão para demitir essa gerente ou eu retiro meu investimento.]
Quando percebi que não tinha saldo suficiente para pagar a conta no bar, entrei em pânico e me aproximei do homem no camarote, perguntando:
— Pode pagar essa por mim? Depois eu te devolvo.
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Arranquei o copo de suas mãos, reclamando:
— Não nos conhecemos, mas pergunte ao seu segurança, quantas vezes vocês já me pediram favores? Agora que estou em apuros, você não pode me ajudar em troca?
O homem ficou confuso, mas o segurança ao lado levantou a mão, cobrindo o rosto enquanto confessava:
— Senhor, é verdade. Sempre que o senhor fica bêbado, ninguém consegue se aproximar, exceto ela. Para levá-lo de volta para casa, eu liguei várias vezes pedindo ajuda dela.
Lembro que quando estava na escola, sempre me batia uma dúvida sobre quem praticava a ação em frases sem sujeito explícito. A professora dizia para procurar o verbo e perguntar 'quem?' antes dele. Tipo, na frase 'Precisamos estudar mais', o sujeito é 'nós', mesmo que não apareça. É como um jogo de detetive gramatical!
Outra dica é observar o contexto. Se alguém diz 'Comprei pão hoje', o sujeito oculto é 'eu', porque não faria sentido ser outra pessoa. A língua portuguesa tem dessas pegadinhas, mas com prática fica automático identificar.
Meu professor de português sempre dizia que entender o sujeito era como encontrar o protagonista de uma história. Ele é quem pratica a ação ou sobre quem algo é dito. Tipo, na frase 'Maria correu no parque', Maria é o sujeito porque ela foi quem correu. Mas tem casos que são mais complicados, como quando o sujeito tá escondido ou quando a frase nem tem sujeito, como 'Choveu muito'. Aí você tem que ficar esperto pra identificar.
Uma coisa que me ajuda é pensar nas perguntas 'quem?' ou 'o quê?' antes do verbo. Se a resposta fizer sentido, provavelmente é o sujeito. Por exemplo, em 'Os gatos dormem no sofá', você pergunta 'Quem dorme?', e a resposta é 'Os gatos'. Pronto, sujeito achado!
Ontem, assisti a um filme de ação tão irado que fiquei sem palavras! As cenas de perseguição eram tão bem feitas que pareciam sair de um sonho de adolescente. O vilão tinha um visual irado, com aquela jaqueta de couro e óculos escuros que deixavam todo mundo com inveja. Até minha avó, que geralmente dorme durante filmes, ficou acordada até o final.
Depois disso, comecei a usar 'irado' pra tudo: o café da manhã tava irado, o trânsito estava irado (no mau sentido), e até meu gato ficou irado quando roubei um pedaço do seu peixe. A palavra tem um poder mágico de dar energia às coisas!