3 Respuestas2026-01-26 09:58:43
Lembro de ter visto uma adaptação de 'Querô' circulando por aí, mas não é algo que tenha ganhado tanto destaque. A obra original, escrita por Plínio Marcos, é um marco do teatro brasileiro, retratando a vida dura de um menino de rua em Santos. A adaptação para o cinema veio em 2007, dirigida por Carlos Cortez, e tentou capturar a crueza e a poesia do texto original. O filme tem momentos fortes, especialmente nas cenas que mostram a violência urbana e a solidão do protagonista.
Apesar da boa intenção, a adaptação não conseguiu replicar o impacto da peça. O teatro tem uma energia única, e algumas das nuances do texto se perderam na transição para o cinema. Mesmo assim, vale a pena assistir para quem quer entender melhor a obra de Plínio Marcos e sua visão sobre a marginalização social. É daquelas histórias que ficam ecoando na cabeça por dias.
3 Respuestas2026-01-26 00:02:35
Lembro que quando peguei 'Querô' pela primeira vez, fiquei impressionado com a densidade psicológica do personagem. O livro mergulha fundo na mente do protagonista, explorando suas contradições e a luta interna entre o desejo de redenção e a violência que o cerca. A narrativa é crua, quase claustrofóbica, com descrições que fazem você sentir o cheiro das ruas e o peso das escolhas dele.
Já o filme, embora mantenha essa essência, precisou condensar muita coisa. Algumas cenas são mais impactantes visualmente, como a sequência no bordel, mas perdem um pouco daquela profundidade literária. A adaptação optou por um ritmo mais acelerado, focando no drama exterior em vez do monólogo interior que marca o livro. No final, ambos são poderosos, mas o livro deixa marcas mais profundas.
3 Respuestas2026-01-26 16:19:35
Meu coração acelerou quando descobri que 'Querô' estava na minha lista de desejos literários deste ano, e a busca por descontos virou uma missão pessoal. A Amazon frequentemente oferece promoções relâmpago em livros nacionais, especialmente durante eventos como a Black Friday ou a Semana do Livro. Fique de olho também no Submarino, que costuma ter cupons de desconto para primeiras compras ou frete grátis em determinados valores.
Outra dica valiosa é seguir sebos virtuais no Instagram, como 'Sebo do Messias' ou 'Estante Virtual', onde edições antigas podem ser encontradas por preços bem abaixo do mercado. Já consegui edições incríveis por lá, quase como encontrar um tesouro escondido em meio a tantas opções. A alegria de desembalar um livro com história – e economia – é indescritível!
3 Respuestas2026-01-26 21:53:02
Lembro de ter lido 'Querô' há alguns anos e ficar impressionado com a crueza da narrativa. O livro realmente é baseado em fatos reais, retratando a vida de um menor abandonado nas ruas de São Paulo nos anos 70. O autor, Plínio Marcos, tinha um olhar afiado para as mazelas sociais e se inspirou em histórias que viu de perto enquanto trabalhava como jornalista e frequentava zonas boêmias. Ele mergulhou nesse universo marginal para criar algo visceral, quase como um documento histórico disfarçado de literatura.
A inspiração veio da própria realidade crua que Plínio observava. Ele não romantiza a vida nas ruas; pelo contrário, expõe a violência, a solidão e a falta de oportunidades com uma honestidade que dói. O personagem Querô é um amalgama de vários jovens que o autor conheceu, tornando a história ainda mais impactante. Plínio tinha essa habilidade única de transformar o cotidiano dos invisíveis em arte que grita.
3 Respuestas2026-01-26 09:06:52
Me lembro de ter encontrado 'Querô' quase por acidente numa feira de livros usados, e desde a primeira página fiquei grudado naquele universo cru e realista. O autor é Plínio Marcos, um dramaturgo e escritor brasileiro conhecido por retratar as margens da sociedade com uma honestidade que dói. A história acompanha Querô, um adolescente órfão que vive nas ruas de Santos, tentando sobreviver num mundo violento e cheio de armadilhas. A narrativa é cheia de reviravoltas, desde pequenos furtos até conflitos com gangues, e mostra como a falta de oportunidades molda destinos.
Plínio Marcos tem um estilo direto, sem floreios, que faz você sentir o cheiro das ruas e a tensão no ar. Querô é um daqueles personagens que ficam na sua cabeça por dias, porque ele é ao mesmo tempo frágil e resistente, um sobrevivente. O livro discute temas como exclusão social e abandono, mas também tem momentos de humanidade inesperada, como a relação dele com outros marginalizados. É daqueles livros que te fazem pensar muito depois da última página.