Por Que O Dia Das Crianças É Comemorado Em 12 De Outubro?
2026-06-15 23:05:22
235
I-follow12
Share
BiaSol
Busca-livros
Esteticista
ABO Personality Quiz
Sagutan ang maikling quiz para malaman kung ikaw ay Alpha, Beta, o Omega.
Amoy
Pagkatao
Ideal na Pattern sa Pag-ibig
Sekretong Hangarin
Ang Iyong Madilim na Pagkatao
Simulan ang Test
3 Answers
Henry
Grande leitor
Psicanalista
Sempre me perguntei se outros países também comemoravam o Dia das Crianças em outubro. Descobri que a ONU sugere 20 de novembro, mas o Brasil seguiu um caminho diferente. A data de 12 de outubro foi consolidada numa época de crescimento urbano, quando o conceito de infância como fase distinta da vida adulta ganhava força. A indústria de brinquedos abraçou a ideia e transformou a data num fenômeno cultural. Hoje, mesmo com o excesso de comercialização, ainda gosto de ver escolas e comunidades organizando atividades que valorizam a criatividade das crianças—seja com contação de histórias ou oficinas de arte. Parece uma pequena resistência ao consumismo desenfreado.
2026-06-19 06:04:15
21
Emma
Grande leitor
Recepcionista
Lembro que quando era pequeno, o Dia das Crianças era sempre uma data especial, mas nunca entendi direito por que caía justamente no 12 de outubro. Fui descobrir só anos depois que a escolha tem a ver com a história do Brasil. A data foi oficializada em 1924, durante o governo de Arthur Bernardes, mas ganhou força mesmo na década de 1960, quando a fábrica de brinquedos Estrela lançou uma campanha junto com a Johnson & Johnson para impulsionar vendas. O 12 de outubro também é Dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, e feriado nacional desde 1980. Acho curioso como uma data comercial acabou se misturando com tradições religiosas e culturais.
Hoje em dia, vejo o Dia das Crianças como uma mistura de celebração infantil e consumo. Enquanto alguns pais reforçam o lado lúdico com brincadeiras e passeios, outros se sentem pressionados pela enxurrada de propagandas. Mas no fundo, acho que o importante é preservar o espírito da infância—nem que seja só por um dia.
2026-06-20 12:57:40
7
Peter
Olhar leitor
Motorista
A escolha do 12 de outubro tem uma pegada histórica bem interessante. Tudo começou com um congresso na América Latina nos anos 1920 que sugeriu a criação de um dia dedicado às crianças. O Brasil adotou a ideia, mas foi só nos anos 1960 que a data decolou, impulsionada por uma jogada de marketing genial. Empresas de brinquedos viram ali uma oportunidade de ouro, tipo o que o Natal representa no fim do ano. O timing não podia ser melhor: outubro fica longe de outras datas comerciais e o clima já está mais quente, ideal para promoções.
Mas além do lado comercial, a coincidência com o feriado de Nossa Senhora Aparecida acabou dando um tempero cultural único. Famílias aproveitam para ir a parques ou shoppings depois da missa, criando uma tradição híbrida que une fé e consumo. Engraçado como uma data pode ter tantas camadas de significado.
2026-06-21 08:13:35
2
Tingnan ang Lahat ng Sagot
I-scan ang code upang i-download ang App
Kaugnay na Mga Aklat
Pais Pobres, Corações Bilionários
Pequeno Ouriço
0
4.2K
No Natal, meus pais decidiram trabalhar para ganhar o salário triplicado, e mais uma vez me deixaram sozinha em casa.
Pensando nos últimos vinte anos, em que eles sempre fizeram isso, decidi que não queria passar mais uma noite fria e solitária. Peguei meu jantar natalino e fui procurá-los.
Mal sabia eu que aqueles pais, que sempre alegaram estar tentando ganhar um pouco mais de dinheiro, sairiam de um carro de luxo, rindo e abraçando um garoto da minha idade, e entrariam em um restaurante cinco estrelas.
— Vocês acham certo deixar Caroline sozinha em casa? — Perguntou o garoto.
Minha mãe respondeu com indiferença:
— Não tem problema, ela já está acostumada.
Meu pai, sem o menor peso na consciência, completou:
— Como ela poderia se comparar a você? Você é o verdadeiro tesouro dos nossos corações!
Virei as costas e fui embora. Eles fingiram ser pobres para enganar a mim, mas desta vez eu não quero mais a companhia deles!
Os três irmãos Ribeiro, que sempre me trataram como a coisa mais preciosa de suas vidas, desapareceram justo quando eu estava sofrendo com um tumor cerebral maligno.
A cirurgia poderia me causar amnésia, e eu não queria esquecê-los, por isso liguei pedindo ajuda.
Mas, assim que atenderam, recebi uma enxurrada de repreensões:
— Inácia Lima, hoje é aniversário da Paula Sousa, você pode parar de causar problemas?
A dor me fez desmaiar. Quando acordei no hospital, vi uma mensagem que Paula havia me enviado.
"Inácia, os irmãos me deram três amuletos da sorte para me proteger."
Na foto, estavam os amuletos que eu mesma havia conseguido para os três, ajoelhada por sete horas na chuva, fazendo reverências a cada passo.
Eu finalmente perdi todas as esperanças. Fui sozinha para o exterior fazer a cirurgia e esquecê-los.
Até que, um dia, vi três homens estranhos ajoelhados na porta da minha casa, implorando desesperadamente pelo meu perdão.
Antes de entregarmos nossas inscrições para a faculdade, a garota mais popular da turma, que dizia ser filha de um bilionário, afirmou que conseguiria colocar todos nós em Harvard ou Yale.
— Meus pais doaram vários prédios para essas universidades. Conseguir a aprovação de vocês não é nada.
As notas da maioria dos meus colegas ainda estavam abaixo do exigido por aquelas instituições.
Mesmo assim... todos acreditaram nela.
Desistiram de se inscrever e confiaram tudo a ela.
Na minha vida passada, percebi que aquela promessa não era confiável e tentei convencer todos a manterem suas inscrições.
Pedi que mantivessem um plano de reserva.
Também liguei, um por um, para os pais deles.
Mas isso enfureceu a garota popular.
Ela debochou de mim por ser pobre e disse que eu não entendia como a alta sociedade funcionava.
Afirmou que eu havia destruído o futuro de todo mundo.
Até meu namorado ficou contra mim.
— Você só está com inveja porque a família da Lisa é rica.
Ele me lançou um olhar de desprezo.
— Você não suporta a ideia de que todos nós possamos entrar em Harvard ou Yale.
— E daí que você tira boas notas? Por mais que trabalhe, nunca vai alcançar o que a família dela construiu em três gerações.
Eu não discuti.
Mas, quando descobri que eles ainda não haviam enviado nenhuma inscrição perto do prazo final...
Chamei a polícia.
Denunciei a falsa identidade de Lisa.
Condenada por todos, ela acabou se jogando no rio.
Depois disso, meus colegas diziam que ela havia recebido o que merecia.
Todos me agradeciam por ter salvado o futuro deles.
Mas...
Na festa de despedida da turma...
Meu namorado colocou veneno na minha bebida.
Enquanto eu me contorcia de dor...
Toda a classe apenas assistia.
Então ouvi alguém dizer:
— Na pior das hipóteses, a gente só perderia a chance de entrar na faculdade.
— Mas a Lisa perdeu a vida.
Quando abri os olhos novamente...
Eu havia voltado ao dia em que Lisa afirmou que conseguiria colocar todos nós em Harvard ou Yale.
Eu me chamo Ângela Guedes.
No dia do quinto aniversário do meu filho, nós três fomos assistir a uma chuva de meteoros. No meio do passeio, meu marido atendeu um telefonema e partiu às pressas.
No meio da noite, meu filho teve uma crise de asma, e o único remédio estava no carro do meu marido.
Eu corria desesperada pelo campo deserto, segurando meu filho nos braços, ligando repetidamente para meu marido, mas recebi apenas uma mensagem fria: [Tenho uma emergência, não perturbe.]
No dia seguinte, finalmente consegui falar com ele, mas quem atendeu foi a primeira namorada dele.
— O meu cachorrinho morreu repentinamente ontem à noite. O Fidel ficou com medo de que eu ficasse muito triste e passou a noite comigo. Ele acabou de pegar no sono. Se tiver algo a dizer, pode falar para mim.
Passei a mão pelo rostinho do meu filho, gelado, e senti o mundo desabar em silêncio.
— Diga a ele que quero o divórcio.
A Filha Que Eles Gostariam Que Nunca Tivesse Nascido
Bagel
0
4.9K
Antes de completar dezoito anos, eu era a adorada princesa da família Moretti.
Tudo mudou no meu décimo oitavo aniversário, quando meu pai trouxe para casa uma garota órfã chamada Carina.
— Ela precisa de um lar. — Disse meu pai.
— Você cuidará dela, como uma irmã.
A partir daquele momento, nada foi igual.
Meu irmão, que antes me adorava, tornou-se frio e distante.
E meu noivo... o amor dele por mim parecia se reduzir pela metade da noite para o dia.
A família elogiava Carina por ser dócil e obediente, chamando-a de uma filha muito melhor do que eu, sua própria carne e sangue.
Depois de muito ser deixada de lado por Carina, finalmente desabei e segurei a manga do meu pai.
— O sangue não significa nada? — Perguntei.
A fúria do meu pai se acendeu. Ele abrigou Carina em lágrimas atrás dele, e diante de toda a família, deu-me um tapa no rosto.
— Seu desperdício egoísta. Eu devia nunca ter tido você.
— Você traz vergonha a esta família. — A voz do meu irmão Marco soou fria como uma lâmina.
— Saia.
E meu noivo, Vincent, olhou para mim com desapontamento: — Se ao menos eu estivesse noivo da Carina desde o início.
Eles achavam que eu me curvaria aos pés deles, como sempre fizera.
Mas não disse uma palavra; apenas fui até o cofre da família, retirei os documentos oficiais e risquei meu nome com um único traço.
Tirei o anel de noivado do dedo e o coloquei sobre a mesa.
Dei a Carina tudo aquilo que eles achavam que eu não merecia.
Afinal, eu tinha apenas mais vinte e quatro horas de vida.
Mas eles não faziam ideia, naquele momento, de que — em meio às ruínas da família Moretti — um dia se ajoelhariam na chuva implorando pelo meu retorno.
Levei o meu filhote de três meses, Nico, para a alcateia do meu companheiro para o Festival da Lua.
A alcateia Blackwood vivia nas profundezas dos pinheirais do norte, escondida dos olhos humanos.
Margaret Bailey era a Luna da alcateia Blackwood, companheira do alfa já idoso que raramente saía de sua toca. A palavra dela era lei na grande cabana.
Enquanto o meu filhote dormia, a minha sobrinha, Raven Blackwood, e as amigas dela o carregaram até o segundo andar da grande cabana e o jogaram pela janela.
O meu bebê morreu bem na minha frente.
Eu perdi o juízo. Eu me transformei e tentei carregá-lo até o curandeiro da alcateia, mas já era tarde demais.
Ele se foi antes mesmo de chegarmos lá.
Como a minha sobrinha ainda era menor de idade perante as leis da alcateia, ela quase não sofreu consequências.
O Conselho ordenou que a família dela pagasse oitocentos mil dólares como compensação de sangue, mas a minha cunhada, Seraphine Stone, uivou e gritou, acusando-me de tentar destruir a linhagem deles.
Eu chorei até sentir como se o meu coração tivesse sido dilacerado por garras.
Tudo o que eu queria era justiça.
Mas o meu companheiro, Damien Blackwood, e a Luna, Margaret Bailey, apenas rosnaram para mim.
— A Raven também é só um filhote! Você vai mesmo destruir o futuro dela só porque o seu filho morreu?
Eu nunca tive a minha vingança.
No fim, o luto e o ódio me esvaziaram por dentro. Naquele inverno, eu morri de coração partido.
Quando abri os olhos novamente, estava de volta ao dia do Festival da Lua.
Desta vez, liguei imediatamente para a minha alcateia de origem e pedi que levassem o meu filho embora.
Mas, mesmo assim, a minha sobrinha ainda jogou um bebê da janela do andar de cima.
Imagina só transformar o Dia Nacional da Leitura numa festa literária! Eu amo a ideia de criar um 'cantinho da leitura' em casa com cobertores, almofadas e uma seleção de livros coloridos. A gente pode fazer uma sessão de contação de histórias com vozes engraçadas e até encenar algumas cenas. De quebra, dá pra organizar uma troca de livros entre as crianças do prédio ou da escola — assim, todo mundo descobre histórias novas. No final, um piquenique temático com comidinhas inspiradas nos livros favoritos (tipo bolinhos de 'Chapeuzinho Vermelho') fecha com chave de ouro.
Outra coisa que sempre funciona é um desafio criativo: cada criança desenha seu personagem preferido ou inventa um final diferente para a história. Já vi até grupo montar um 'teatro de fantoches' com meias e caixas de sapato! O importante é deixar a imaginação rolar solta e mostrar que livros não são só obrigação, mas portas para mundos incríveis.
Lembro que quando era pequeno, sempre ficava animado com o Dia das Crianças, mas nunca parei pra pensar de onde vinha essa data. Pesquisando, descobri que no Brasil ela foi criada na década de 1920, inspirada por um congresso sobre proteção à infância. O deputado Galdino do Valle Filho propôs a data, e o presidente Arthur Bernardes oficializou em 1924. Mas só nos anos 1960, com campanhas publicitárias da fábrica de brinquedos Estrela, que a data pegou de verdade, virando uma celebração com presentes e alegria.
Já no mundo, a coisa é diferente. A ONU estabeleceu 20 de novembro como Dia Universal da Criança, marcando a Declaração dos Direitos da Criança em 1959. Mas muitos países têm suas próprias datas, como o Japão com o 'Kodomo no Hi' em maio, cheio de pipas em forma de carpa. Acho fascinante como cada cultura celebra a infância à sua maneira, seja com presentes ou tradições simbólicas.