Lembro de quando era criança e o que mais me deixava feliz era brincar ao ar livre. Correr, pular corda, jogar bola com os amigos – essas atividades simples eram pura magia. Hoje, vejo que isso ainda funciona: crianças precisam de movimento, sol e espaço para explorar. A criatividade floresce quando elas têm tempo não estruturado, longe de telas. E não é só físico: contar histórias antes de dormir ou criar jogos de faz-de-conta fortalece vínculos e estimula a imaginação de um jeito que nenhum app consegue replicar.
Outra coisa que faz diferença é a presença de adultos presentes, mas não controladores. Meu tio sempre me levava para pescar, e aquelas horas quietas à beira do lago me ensinaram paciência e observação. Atividades artísticas também são essenciais – não precisa ser algo elaborado, mas rabiscar com giz de cera ou moldar massinha ajuda a expressar emoções que muitas vezes nem conseguem nomear ainda.