Pra quem gosta de um ambiente mais moderninho, o 'Elétrica Cafés' tem uma pegada urbanista que combina com freelancers. As mesas são altas, ideais para quem prefere trabalhar em pé às vezes, e o Wi-Fi aguenta até download pesado. O ponto forte é a variedade de bebidas geladas, perfeitas pro calor de Aracaju. Eles têm um sistema de pontos que dá descontos pra clientes frequentes – útil se você virar habitué. Fica perto de uma praça, então dá pra esticar as pernas sem perder muito tempo.
O 'Café do Porto' tem vista pro rio Sergipe, o que ajuda nos momentos de bloqueio criativo. Mesmo movimentado, sempre arrumo um cantinho perto da janela. O serviço é rápido, importante quando você tá com deadline apertado. Eles servem pão de queijo recheado que é praticamente um combustível pra maratonas de trabalho. Não é o mais barato, mas a qualidade justifica.
Meu lugar favorito para trabalhar em Aracaju é o 'Café com Letras'. O ambiente é super aconchegante, com mesas espaçosas e tomadas em quase todos os cantos. A internet é estável, o que é essencial para quem precisa de videoconferências. Eles têm um cardápio diversificado, desde cafés especiais até lanches leves que não distraem do trabalho. O barulho é moderado, dá para focar sem ficar entorpecido pelo silêncio absoluto.
Além disso, a decoração tem um charme literário, com prateleiras de livros que você pode folhear durante pausas rápidas. Fica numa região tranquila, então não precisa lidar com o caos do trânsito. Recomendo ir no período da tarde, quando a luz natural entra pelas janelas grandes e cria uma atmosfera perfeita para produtividade.
Se você busca um mix de energia criativa e café de qualidade, o 'Torra Clara' é imbatível. Fica num bairro residencial, então a maioria dos clientes são locais ou pessoas trabalhando, o que mantém o clima calmo. Eles torram os grãos na hora, então o aroma é incrível – quase compensa quando a bateria do notebook acaba e você precisa recarregar as energias também. A equipe é super atenciosa e não fica te olhando mesmo se você passar horas só no expresso.
2026-07-16 13:04:56
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— Ah... Mais devagar, meu marido está me ligando.
Com o rosto em chamas, peguei o celular e atendi à chamada em vídeo.
Do outro lado da linha, meu marido, com os olhos fixos, dava uma ordem atrás da outra. Ele não percebia que, fora do enquadramento, a cabeça de um jovem se movia inquieta entre minhas pernas.
Meu namorado virtual é o meu chefe.
Mas ele não sabe.
Ele vez após vez tem pedido para nos encontrarmos pessoalmente.
Meu Deus, se a gente se encontrasse pessoalmente, amanhã meu corpo estaria pendurado na parede.
Eu, sem hesitar, terminei.
Depois ele ficou de mau humor, e toda a empresa teve que fazer hora extra por causa disso.
Hum, como dizer?
Pelo bem da minha saúde física e mental, reatar, também não é impossível.
O Amor Online, de repente, mandou uma foto do almoço.
Na imagem, havia um bife recém-saído da frigideira, ainda soltando vapor.
[Bebê, almocei direitinho. Pode me elogiar.]
Eu estava prestes a responder que ele era muito obediente, quando, sem querer, meus olhos passaram pela foto, notaram, impresso de forma bem visível na borda do prato: Grupo Pioneiro.
Meu coração disparou em pânico na mesma hora.
Era coincidência demais.
A empresa onde eu trabalhava também tinha esse nome.
Fiquei paralisada, com a mente completamente em branco.
O Amor Online, com quem eu conversava havia mais de um ano, estava ali, bem do meu lado?
Fui à casa do meu chefe para trabalhar como ama de leite do filho dele, mas um acidente constrangedor deixou minha blusa completamente manchada.
Tentei resolver tudo às pressas, só que a situação saiu ainda mais do controle. Quanto mais eu me esforçava para me recompor, mais difícil ficava ignorar o peso do olhar dele sobre mim.
E, sob aquele olhar ardente, meu corpo reagiu de um jeito vergonhoso.
Mais tarde, no banheiro, eu já estava sem forças, tentando lidar sozinha com aquele desejo que só crescia e se tornava quase insuportável, quando meu chefe apareceu diante de mim e segurou minha maciez entre as mãos.
— O bebê não deu conta de tudo. Então o papai aqui cuida do resto.
Depois de dizer isso, ele se inclinou e envolveu a ponta do meu seio com a boca.
Para cumprir um acordo, decidi me passar por uma pessoa comum e estagiar por uma semana na empresa do meu marido, Rafael Ventura.
No meu primeiro dia de trabalho, me deparei com uma mulher exibindo uma certidão de casamento para a recepcionista, como se segurasse um troféu.
— Sabe o que significa uma certidão de casamento? — ela disse, erguendo o queixo. — Significa que eu sou a única do Diretor Ventura!
Virou-se para a recepcionista e cruzou os braços:
— Que postura é essa? Está com problema na coluna ou simplesmente não me enxerga? Abaixe mais a cabeça! E fique assim até o Diretor chegar!
Em seguida, lançou um olhar desdenhoso para o refeitório:
— Essa comida é para ser comida por gente? Vou mandar um chef estrelado preparar algo decente para vocês!
Eu estava prestes a me aproximar quando uma colega me puxou pelo braço.
— Ela é o grande amor da vida do Diretor Ventura — sussurrou ela, olhando nervosa para os lados. — Dizem que ele pediu ela em casamento cem vezes antes de conquistá-la...
A colega apontou discretamente para a certidão e me aconselhou com um tom de alerta:
— Se você desafiar o Diretor, no máximo é demitida. Mas se desafiar a Senhora Ventura... você simplesmente desaparece.
Quase não consegui segurar o riso.
Fui exposta na internet pelos meus funcionários, que disseram que eu era pão-dura por não dar caixas de Pamonha no Festival da Colheita.
Mas os internautas não sabem que a tradição da minha empresa é, em todos os feriados e aniversários, dar impreterivelmente um vale-compras de dois mil reais para cada funcionário.
A internet inteira estava me xingando, então decidi seguir a vontade popular e emitir um aviso: para respeitar a cultura tradicional, os vales-compras deste Festival da Colheita estão cancelados e serão substituídos por caixas de Pamonha para todos.
Assim que o aviso saiu, a empresa explodiu e os funcionários bloquearam a porta do meu escritório, implorando para eu trazer os vales-compras de volta.
Lisboa tem uns cantinhos perfeitos para quem precisa trabalhar com um bom café na mão. O 'Hello, Kristof' é um dos meus favoritos: ambiente minimalista, Wi-Fi estável e um flat branco que parece feito por anjos. Fica perto do Rato, então dá pra fugir do burburinho do centro. Eles têm uma seleção de revistas independentes que sempre me inspiram quando bate um bloqueio criativo. A vibe é tão boa que já perdi a conta das horas produtivas que passei ali.
Outro que adoro é o 'The Mill' no Bairro Alto. Pães de fermentação natural e café especial fazem do lugar um refúgio gourmet. O único problema é resistir à tentação de pedir um segundo croissant enquanto reviso planilhas. A iluminação natural lá é incrível — parece que até o Excel fica menos doloroso com aquela claridade.
Aqui em Aracaju, a livraria que mais me conquistou pelo ambiente aconchegante e pela possibilidade de mergulhar numa leitura com um café gostoso é a Livraria Escariz. O espaço deles é perfeito pra quem quer fugir do barulho da cidade e só ficar ali, perdido nas páginas de um bom livro. Tem uma área super confortável com poltronas e mesas, além de um café que serve desde um expresso até drinks mais elaborados. A variedade de livros também impressiona, com seções bem organizadas e até títulos independentes que você não encontra em qualquer lugar.
O que mais gosto lá é o clima de comunidade. Sempre tem algum evento rolando, como clubes de leitura ou noites de autógrafos, e isso dá um charme a mais. Fico horas ali, alternando entre virar páginas e dar uns goles no café, sem pressa. Se você ainda não conhece, vale muito a pena visitar. É um daqueles lugares que faz a gente lembrar como a leitura pode ser uma experiência completa, envolvendo todos os sentidos.