Acordo Proibido
Mal podia esperar para chegar em casa, beijar a barriguinha dela, sentir o bebê se mexer, massageá-la, enchê-la de conforto.
Então, sinto um cutucão no ombro. Viro-me para Jae-Min, pálido, tremendo.
— Senhor… — ele aponta para o telão central.
O café escapa da minha mão, derramando-se pelo chão. Meu peito aperta, mãos tremem. Na tela, imagens ao vivo: um homem armado, Ha-na sendo usada como escudo humano, mãos estendidas em rendição.