Meu Pecado
Deus, me ajude!
Não, ele não pretende ir para meu quarto, pois enquanto uma de suas mãos ainda estão em minha cintura, a outra percorre minha blusa, entranhando e subindo com vigor por minhas costas.
— Não podemos, Saulo, nós… não…
— Preciso de você, Sammya, ou vou morrer!
Minha nossa! O resquício de forças que eu tinha para interromper o que faríamos foi perdida ao ouvi-lo dizer, não que me queria, mas que precisava de mim!