A expressão 'abandonando canalhas' em 'Um Novo Caminho' me fez mergulhar fundo na trama assim que a li. O livro retrata a jornada de Clara, uma mulher que, após anos em relacionamentos tóxicos, decide cortar laços com pessoas que só traziam caos à sua vida. A autora constrói cenas vívidas onde Clara queima cartas, bloqueia números e até muda de cidade, simbolizando não só uma fuga, mas um renascimento.
O contexto vai além do romântico—explora amizades desleais e familiares manipuladores. E o mais interessante? A narrativa não romantiza o sofrimento. Clara erra, recai, mas cada volta ao 'caminho' é mais consciente. A frase virou um mantra entre leitoras, quase um alerta contra ciclos de autossabotagem.