O acordo perfeito
Só desliguei já bem mais tarde, o peito cheio de uma mistura estranha de alívio e culpa que me acompanhou até o sono, horas depois, revirando na cama, ansiosa demais pra desligar o cérebro direito.
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Acordei ainda grogue, mas decidida a começar bem aquele domingo, o primeiro fim de semana de verdade que eu ia passar em casa com Antônio fora do corre de trabalho ou das compras de sábado. Desci as escadas já arrumada, mas encontrei a cozinha vazia, sem sinal dele em lugar nenhum.
Peguei o celular novo, ainda sem graça de usá-lo, e mandei minha primeira mensagem de verdade.