Um Doce Tabu
Inclusive ficar.
Ela não dói como prisão, essa, no caso, acaba machucando de forma clara, localizável, quase confortável na sua brutalidade. Dá para apontar, nomear, odiar. Tem uma rotina, sabe? Liberdade não. Ela se infiltra e se apresenta como possibilidade o tempo inteiro, exige decisão mesmo quando você só queria repousar. Não há “grades”, mesmo que invisíveis, mas há responsabilidade. Não há ordens, mas há consequências.