EM NOME DO FILHO
Encostou a testa na parede de azulejos e apertou os olhos.
— Caralho… — sussurrou para si mesmo.
O problema não era apenas físico.
Era mental. Era emocional.
Era aquela mulher.
Aquela mulher que ele só viu uma vez na vida.
E, mesmo assim, tomava conta dos seus pensamentos, dos seus sonhos, dos seus desejos mais íntimos e incontroláveis. Ela tinha se tornado uma obsessão silenciosa — algo que ele não sabia como começou, nem como controlar. A lembrança dela era mais viva do que qualquer memória recente. O cheiro, o gosto da pele, os olhos que queimavam como brasa, e, principalmente, a forma como ela se entregou para ele naquela noite. Era mais do que sexo. Era algo diferente. Algo que ele nunc