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Capítulo 43

Autor: Caçador de Flores
— Melhorou alguma coisa? — Perguntei.

— Nem um pouco.

Nanda estava sentada na cama, balançando a cabeça com uma expressão de dor. As pernas dela, longas e escandalosamente perfeitas, estavam esticadas bem na minha frente, sem a menor cerimônia.

— Ainda está ruim? Então deita aí. Vou fazer uma massagem que pode ajudar a aliviar esse enjoo.

Ver o desconforto estampado no rosto dela me deu pena. Decidi recorrer à técnica que eu havia aperfeiçoado cuidando da Ariana. Como presidente do Grupo Freitas
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    — Estou sendo sincera hoje, Gustavo. Quero que a gente sente e converse com calma. Fomos casados por cinco anos, não podemos jogar tudo isso no lixo desse jeito... — A voz dela soou mansa, quase implorando, enquanto tentava se aproximar mais uma vez para apelar ao meu lado emocional.O problema é que qualquer traço de afeto que eu sentia por ela já havia morrido.— Você não percebe o quão patética está sendo? O nosso casamento acabou no exato segundo em que eu descobri as suas mentiras. — Rebati, empurrando-a de leve para manter a distância. — Poupe o seu fôlego e me diga logo quanto dinheiro você quer.— Eu não quero o seu dinheiro! — Gritou ela, com os olhos marejados de frustração diante da minha frieza. — O Sérgio me conseguiu uma oportunidade de ouro. Se eu fechar esse contrato, o Grupo Freitas vai se reerguer. Eu não preciso de você para sobreviver, Gustavo. O mundo continua girando sem você. Eu só... eu só não quero te perder.Sérgio? Aquele engomadinho arrogante do outro dia?D

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    — Eu queria muito pegar uma carona com vocês, mas acho que cheguei em uma péssima hora. Querem que eu dê mais uma volta pelo quarteirão para não atrapalhar? — Provocou Jaqueline, com um brilho divertido no olhar.Helena ficou tão vermelha que quase escondeu o rosto entre as mãos.— Ai, vó, que vergonha... Já terminamos. Entra logo no carro, por favor! — Murmurou ela, com a voz falhando.— É, dona Jaqueline, pode entrar. Se a gente continuasse, eu ia acabar desmaiando por falta de oxigênio! — Brinquei, descendo do veículo para ajudá-la a se acomodar no banco de trás.A minha piada descontraída só serviu para deixar Helena ainda mais constrangida. Sem que a avó percebesse, ela me deu um beliscão escondido no braço.— Como você pode ser tão chato? — Sussurrou ela, fingindo irritação.— Ai! Dona Jaqueline, olha aqui! A sua neta está me agredindo na sua frente. Eu vou dar queixa! — Exclamei, fingindo uma dor exagerada.Helena recolheu a mão em um piscar de olhos, mas um sorriso doce e alivi

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