LOGINMais tarde, fiquei deitada ao lado dele, olhando para o teto.O quarto estava silencioso.Meu corpo ainda estava dolorido da atividade árdua que havíamos feito anteriormente, mas minha cabeça começava a funcionar novamente.Alessandro estava deitado ao meu lado.Apenas com um lençol cobrindo na cintura, um braço dobrado atrás da cabeça, a outra mão repousava sobre o lençol, próxima à minha.Mesmo relaxado, havia alguma coisa nele que continuava alerta.Era como se o homem pudesse estar deitado numa cama e ainda assim estivesse prestando atenção a tudo ao redor.Virei o rosto, quando sua voz me alcançou.— Arrependida?Olhei para ele.— Não.Os olhos dele encontraram os meus.— Tem certeza?— Tenho.Ele assentiu, não sorriu, apenas aceitou a resposta e não me questionou mais. Fiquei alguns segundos em silêncio.— Você se arrepende?Ele virou o rosto na minha direção.— Não.— Nem um pouco?— Se eu me arrependesse, teria ido embora.A resposta veio simples.Direta.Muito Alessandro.So
Soltei um grito assustada, quando explodi em um orgasmo arrebatador e um esguicho saiu de mim, me deixando mole e envergonhada ao mesmo tempo. Ergui a cabeça brevemente, somente para encontrar o olhar quente de Alessandro em mim, seus lábios se repuxaram em um sorriso orgulhoso e ele se levantou, pincelando o pau na minha boceta encharcada. — Pronta? Resmunguei em concordância, com dificuldade para encontrar as palavras certas. Alessandro riu e em seguida me encarou com seriedade. — Toma algum remédio? Acenei que sim. Em um movimento brusco, ele se enterrou em mim. Gritei enlouquecida, de dor e prazer. — Puta..que… pariu — grasnei e ele parou, todo dentro. — Está tudo bem? — perguntou e ouvi o tom de riso em sua voz. Filho da puta estava se divertindo com a minha reação ao tamanho do seu membro me rasgando inteira. — Só… preciso… acostumar — informei, sem fôlego. Ele retomou o movimento, mais lento dessa vez, permitindo que meu corpo dilatasse para acomodá-lo em meu interi
Passei a língua por toda sua extensão, desde a base até a ponta, e com a ponta dos dedos, peguei uma gota do pré gozo que escorria livremente e o encarei, antes de chupar o dedo com vontade. O sabor era levemente salgado. Senti seu corpo vibrar, conforme ele observava tudo com uma atenção maior, e percebi que ser seu foco principal, fazia com que meu corpo ficasse em alerta máximo. Abocanhei seu pau com a boca, engolindo tudo o que cabia até bater no fundo da minha garganta. Engasguei um pouco, mas não parei e foi com uma surpresa gostosa e um pouco preocupante que notei que estava com a boca totalmente tomada e ainda assim, não tinha chegado nem nada metade do tamanho do total do pau daquele homem. Será que caberia em mim? Ouvi seu gemido. — Caralho. Imediatamente senti suas mãos adentrando por entre meus cabelos, segurando firme e aos poucos, ele foi tomando o controle. Seu quadril iniciou um movimento insano de sobe e desce, batendo com força na minha garganta e cada som de en
A porta se fechou atrás de nós.O som da fechadura pareceu alto demais no silêncio da suíte.Fiquei parada por alguns segundos.Não porque estivesse arrependida. Mas porque, de repente, não havia mais música, não havia luzes, não havia pessoas. Não havia barulho suficiente para esconder aquilo que estava acontecendo.Só nós dois.Alessandro tirou o paletó e o deixou sobre uma poltrona.Eu acompanhei o movimento com os olhos.Ele percebeu.Claro que percebeu.— Você está nervosa?A pergunta me fez sorrir.— Talvez.Ele se aproximou, mas parou antes de me tocar.— Ainda quer ficar?Olhei para ele.Aquela pergunta simples me deu uma sensação estranha, porque ninguém tinha me perguntado o que eu queria naquele dia.Ninguém.Meu pai havia decidido.Matteo havia decidido.Minha família inteira parecia saber o que deveria acontecer comigo. E aquele homem, que nem sabia meu sobrenome, estava ali perguntando se eu queria permanecer.— Quero.A resposta saiu sem hesitação.Ele estendeu a mão e
Ela ficou em silêncio.Minha mão deslizou alguns centímetros pela cintura dela, devagar, dando tempo para que ela recuasse se quisesse.Ela não recuou.Pelo contrário.Os dedos dela apertaram de leve meu ombro.Meu olhar caiu para os lábios dela.Quando voltei aos olhos, ela ainda estava me encarando.— Alessandro…Meu nome saiu baixo.Quase um aviso.Ou um convite.Eu não sabia.Aproximei o rosto lentamente.Parei antes de tocá-la.— Se você quiser que eu pare, eu paro.Ela não respondeu.Por um segundo, apenas me olhou.Então foi ela quem diminuiu a distância.O beijo aconteceu sem pressa.Primeiro leve.Quase uma pergunta.Os lábios dela tocaram os meus e se afastaram por um instante.Como se ambos estivéssemos descobrindo até onde aquilo podia chegar.Eu a beijei novamente.Dessa vez, ela correspondeu.Minha mão permaneceu em sua cintura, firme, enquanto a outra subiu até a lateral de seu rosto.O mundo ao redor pareceu diminuir.A música continuava.As luzes continuavam passando
A reunião começou poucos minutos depois que deixei Valentina na área reservada.Eu deveria estar prestando atenção.Deveria.Nicolas estava à minha frente, com uma pasta aberta sobre a mesa. Dante permanecia próximo à porta, atento ao movimento do corredor, enquanto dois homens discutiam números, prazos e uma negociação que precisava da minha aprovação.Eu ouvia tudo.Só não estava absorvendo nada.Minha atenção continuava voltando para a imagem dela.Valentina.Eu não sabia quase nada sobre aquela mulher.E, pela primeira vez em muito tempo, não ter respostas não me incomodava.Me interessava.— Alessandro?Levantei os olhos.Nicolas me encarava.— Sim?— Perguntei se aprovamos os termos da segunda cláusula.Olhei para os documentos.Eu não fazia ideia do que ele tinha acabado de perguntar.Isso não acontecia.Nunca.Passei a língua lentamente pelo interior da bochecha.— Não.Nicolas franziu a testa.— Não o quê?— Não aprovamos ainda.— Você nem leu.— Então leia você.Ele ficou al







