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Capítulo 04

ผู้เขียน: Echo
Na manhã seguinte, assim que cheguei, Linda, do RH, caminhou até mim.

— Caroline — disse ela, com uma expressão sem jeito —, preciso falar com você.

Ela tirou um documento de sua pasta.

— A empresa decidiu colocá-la em um período de observação de uma semana. — Ela evitava meu olhar. — Sua função futura será determinada com base na sua atitude esta semana.

— Observação? — Ri suavemente. — Você quer dizer rebaixada e em licença não remunerada.

Linda corou.

— Caroline, você sabe que eu não queria fazer isso, mas é uma decisão que veio de cima...

— Eu entendo — eu a interrompi. — Então, quem vai assumir os meus clientes?

— A Lia — Linda disse rapidamente. — Ela foi oficialmente promovida a Diretora Sênior de Clientes e será responsável por todas as principais contas. Portanto, você precisará transferir todos os seus recursos atuais de clientes para ela.

Diretora Sênior de Clientes.

Parecia que Claude tinha dado a ela mais do que apenas o meu escritório; ele lhe dera um título novinho em folha.

Quando voltei para a sala que um dia fora minha, mal a reconheci.

A pintura abstrata na parede fora substituída por uma arte decorativa extravagante. Meus móveis minimalistas, escolhidos a dedo, haviam sumido, trocados por peças douradas em estilo falso-barroco. O espaço inteiro parecia a sala de estar de um novo-rico.

Lia estava sentada atrás da mesa em um terninho Chanel novo, folheando as pastas de clientes que eu deixara para trás.

— Você está aqui? — disse ela sem levantar os olhos. — Sente-se.

Sentei-me na cadeira de visitantes. Aquele pequeno jogo de poder era... interessante.

— Preciso que você me passe as informações sobre alguns clientes importantes — disse Lia, pegando uma pasta. — Especialmente este aqui, Arthur Wellington. Diga-me do que ele gosta.

Arthur Wellington.

Um pequeno sorriso brincou em meus lábios.

— O Arthur é muito importante — assenti. — Ele é um ávido jogador de golfe. Joga no Westchester Country Club.

Os olhos de Lia brilharam enquanto ela anotava rapidamente a informação.

Era tudo verdade. Arthur Wellington realmente tinha esses passatempos. Eu apenas não disse a ela que Arthur Wellington era meu tio, e o interesse dele em fazer parceria conosco era puramente um favor para mim.

E eu certamente não mencionei que o Westchester Country Club era um dos negócios da minha família.

Lia fechou o caderno, parecendo presunçosa.

— Perfeito. Tenho certeza de que posso fechar este negócio agora. Como você foi tão cooperativa, estou de bom humor. Posso até falar bem de você para o Claude.

Ignorei sua jactância infantil e dirigi direto para o Westchester Country Club.

Robert, o gerente do clube, correu ao meu encontro.

— Senhorita Caroline, como posso ajudá-la hoje?

— Robert, preciso fazer algumas alterações na minha associação ao clube — eu disse diretamente. — A partir de hoje, ninguém tem permissão para entrar no clube usando meu cartão VIP ou meu nome, a menos que eu esteja fisicamente presente.

Robert assentiu.

— Entendido. Vou informar a recepção e a segurança imediatamente.

— Além disso — continuei — se tentarem solicitar uma nova associação para entrar, o pedido deve ser negado.

— Compreendo, Senhorita Caroline. Aplicaremos essas regras rigorosamente.

Após resolver as coisas no clube, esperei na calçada pelo meu motorista.

O pôr do sol de outono em Nova York estava lindo. As folhas dos sicômoros estavam ficando amarelas, e os pedestres passavam apressados em casacos leves.

Bem naquele momento, um Maybach preto dobrou a esquina e parou ao meu lado. Reconheci como sendo o carro de Claude.

O vidro baixou, revelando o sorriso falso de Claude. Lia estava no banco do passageiro, usando seu terninho Chanel novo, reaplicando o batom.

— Ora, ora, Caroline! — Lia disse, baixando o vidro deliberadamente, com a voz cheia de uma surpresa exagerada. — O que você está fazendo aqui? Esperando o ônibus?

Claude soltou uma risadinha.

— Lia, não seja assim. A Caroline provavelmente está apenas dando um passeio.

— Estamos a caminho do Le Bernardin para comemorar — Lia disse, exibindo-se. — Comemorando o fato de eu ter assumido com sucesso o maior cliente da empresa. Arthur Wellington assinará o contrato comigo amanhã. Um investimento de oitenta milhões de dólares!

— A propósito — Lia acrescentou pouco antes de o vidro subir —, não se esqueça de devolver aqueles cento e cinquenta mil em três dias! Ou teremos que descontar dos seus dividendos de ações!

O Maybach acelerou com um rugido, deixando-me em uma nuvem de fumaça.

Observei o carro desaparecer no fim da rua, e minha expressão se tornou fria como gelo.
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