LOGINEle não respondeu de imediato. Apenas conduziu a cadeira com calma e firmeza para dentro da suíte adaptada, empurrou a porta com o pé e girou a tranca com um clique suave.Ele deu a volta devagar e parou bem na minha frente. Seus olhos azuis estavam compenetrados, e ele soltou um suspiro pesado, c
Eu estava na sala de estar, sentada na cadeira de rodas com o filhotinho dormindo no meu colo, quando a campainha tocou.Franzi a testa, estranhando o barulho. Achei que fossem a minha tia e a Bianca voltando do shopping, mas quando empurrei a cadeira até o hall e abri a porta, dei de cara com o Jú
A porta do meu gabinete mal tinha se fechado após a saída de Emilly quando uma batida rápida e folgada ecoou no vidro.— Pode entrar — resmunguei, ajeitando as folhas sobre a mesa.Júnior empurrou a porta com o cotovelo, segurando uma prancheta de metal sob o braço e exibindo aquele sorriso largo e
Pousei a caneta sobre a mesa do gabinete e apertei o botão do interfone.— Júnior, conseguiu contato com o Conselho Tutelar da cidade vizinha?— Consegui sim, chefe — a voz do investigador veio chiada pelo aparelho. — A viatura descaracterizada já está a caminho junto com a ambulância particular que
Minhas mãos coçaram para segurá-la pela cintura e colocá-la na cama no mesmo segundo, mas me segurei. A doutora Camila tinha sido taxativa ao dizer que Joyce precisava ganhar autonomia e fazer as transferências diárias sozinha para fortalecer a musculatura.Ela se ajeitou no colchão macio, esticand
(Eduardo)— Finalmente... completamente a sós — soltei, com um sorriso de canto, ouvindo o barulho do táxi sumir na rua com as duas sanguessugas a bordo.Joyce piscou rápido e recuou as rodas da cadeira um pouco para trás, erguendo o queixo naquela pose clássica de defesa que ela usava toda vez que







