LOGINEram dez horas da noite quando Eduardo abriu a porta da frente e caminhou até o quarto.Assim que me viu acordada, seu rosto suavizou e ele se aproximou, vindo com calma até que o seu corpo ficasse sobre o meu e colou nossos lábios em um beijo lento e demorado.— Acabei demorando mais do que desejav
Assim que cheguei em casa, fui direto tomar banho. Quando saí do banheiro, meu celular estava vibrando em cima da cama. Me aproximei rápido, acreditando que fosse Eduardo, mas o número na tela era desconhecido. Senti um arrepio, franzindo a testa com uma pontada de desconfiança. Será que era o Ed
Sônia abriu um sorriso terno.— Deus abençoe essa sua força de vontade, menina. O Delegado tem um ouro puro dentro de casa. Mas saiba que com toda a certeza do mundo, você não é um peso para ele. — Ele sabe bem quem eu sou... — sorri de canto, sentindo o peito aquecer ao lembrar da aliança escondid
Cada segundo que ele passava fora da minha vista era uma tortura silenciosa. Eu fechava os olhos e só conseguia imaginar a farda preta, os tiros de fuzil da emboscada da rodovia e o sangue daquela facada no braço dele.— Calma, Joyce... respira fundo — sussurrei para mim mesma, apertando os dedos n
O dia já estava claro quando peguei a chave de uma viatura descaracterizada no pátio da delegacia e dei a partida no motor.Dirigi em alerta máximo o caminho inteiro até o condomínio. Meus olhos rastreavam cada retrovisor, checando se havia algum veículo suspeito na minha cola pelas ruas desertas n
O relógio da parede marcou exatamente vinte e uma horas. O escritório da delegacia estava mergulhado em uma penumbra silenciosa, iluminado apenas pela luz azulada da tela do computador e pelo reflexo da lua cheia na janela.O meu celular vibrou em cima da pilha de relatórios. Olhei para o visor e v







