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Ama de Leite Profissional
Ama de Leite Profissional
Author: Rainy Breeze

Capítulo 1

Author: Rainy Breeze
Mesmo depois de meu filho de três meses mamar até ficar satisfeito, meus seios continuavam tão cheios de leite que o desconforto se tornava quase insuportável.

Usar a bombinha doía. Cheguei a pensar em pedir ajuda ao meu marido, mas ele demonstrou tanta repulsa que se recusou terminantemente.

Foi então que, por acaso, encontrei na internet um anúncio procurando uma [AMA DE LEITE].

O único requisito era produzir leite em abundância, o suficiente para deixar um bebê bem alimentado.

Trezentos reais por mamada!

Fiquei radiante. Além de ganhar dinheiro, finalmente teria uma forma de resolver o problema que vinha me atormentando.

Certo dia, depois que terminei de amamentar o bebê, Fernando, o pai da criança, entrou no quarto.

Seu olhar desceu imediatamente para a abertura da minha blusa.

No silêncio que se seguiu, ouvi quando ele engoliu em seco, numa tentativa evidente de conter alguma coisa...

Meu nome é Cecília. Tenho vinte e seis anos, sou casada e mãe de um menino de três meses.

Naquela época, eu enfrentava um problema que já estava me levando ao limite: meu corpo produzia leite demais.

Por mais que meu filho mamasse até ficar completamente satisfeito, meus seios continuavam pesados, doloridos e muito cheios. O inchaço era tão intenso que eu mal conseguia abaixar os braços. À noite, a pressão e a dor me impediam de dormir.

Nem mesmo os sutiãs próprios para amamentação serviam direito. Meu colo vivia úmido por causa do leite que escapava sem controle, deixando marcas nas roupas e atraindo olhares por onde eu passava.

Depois da gravidez, meu corpo não perdera as formas.

Muito pelo contrário.

Eu ganhara curvas mais acentuadas, maduras e femininas. Era como se a maternidade tivesse realçado tudo o que antes já chamava atenção.

Naquela noite, a dor estava particularmente forte.

— Amor, por favor, me ajuda... Está doendo demais.

Olhei para meu marido com uma expressão suplicante, torcendo para que ele aliviasse ao menos um pouco o desconforto provocado pelo excesso de leite.

Ele encarou meu peito com evidente repulsa.

— Cecília, você não tem vergonha? Quer mesmo que eu coloque a boca justamente onde o nosso filho mama?

Antes que eu pudesse responder, um colega ligou convidando-o para beber. Meu marido aceitou sem pensar duas vezes e saiu de casa.

Não era a primeira vez que ele me rejeitava daquela maneira. Ainda assim, sua frieza sempre me deixava decepcionada.

Sem outra alternativa, peguei a bombinha e tentei retirar um pouco do leite. Além de machucar, ela quase não funcionava comigo.

Baixei os olhos para meus seios inchados. Estavam tão cheios que pareciam prestes a explodir. Ao apertar um deles com a mão, senti a pele rígida, esticada, sem a menor maciez.

Tentei aliviar a pressão manualmente.

Enquanto segurava o seio redondo e pesado, deixei escapar um suspiro frustrado.

"Qualquer outro homem enlouqueceria diante do corpo da própria esposa. O meu não apenas demonstra desprezo, como nem sequer se dá ao trabalho de olhar."

Pouco antes, eu havia provado uma gota do leite por curiosidade. O sabor era levemente adocicado, com um toque peculiar, mas nada desagradável.

Depois de conseguir algum alívio, deitei-me na cama e comecei a mexer no celular para passar o tempo.

Foi quando encontrei, por acaso, um anúncio procurando uma [AMA DE LEITE].

[Requisitos: produzir leite em abundância e ser capaz de deixar o bebê bem alimentado.]

[Trezentos reais por mamada.]

Assim que li o valor, me animei.

Além de ganhar dinheiro, eu finalmente poderia resolver o problema que vinha me atormentando havia semanas.

Sem hesitar, liguei para o número informado. Depois de alguns minutos de conversa, o responsável pelo anúncio pediu que eu fosse até a casa dele para fazer um teste. Se o bebê mamasse bem e ficasse satisfeito, eu seria contratada.

Ele me enviou o endereço, e combinamos que eu iria ainda naquela tarde.

A possibilidade daquele trabalho me deixou bastante animada. Escolhi uma camisa branca de mangas curtas e uma saia transpassada.

Por causa da amamentação, meus seios estavam muito mais volumosos do que antes. Os dois primeiros botões da camisa não fechavam de jeito nenhum. Como eu também não usava sutiã, o contorno das minhas curvas aparecia discretamente pela abertura do tecido.

Daquele jeito, eu parecia ainda mais provocante do que se estivesse com o colo completamente à mostra.

Quando percebi que já estava ficando tarde, peguei a bolsa, deixei meu filho aos cuidados da minha sogra e me preparei para sair.

Antes de ir, parei diante do espelho e fiz um gesto de incentivo para mim mesma.

— Vai dar tudo certo.

Sorri, tentando transmitir uma confiança que ainda não sentia por completo.

Segui o endereço enviado e encontrei a casa sem dificuldade. Diante da porta, respirei fundo, ajeitei a roupa e toquei a campainha.

Quando o dono da casa abriu, seus olhos se iluminaram.

No segundo seguinte, o olhar dele desceu e parou diretamente no meu peito.

Baixei a cabeça, constrangida, e prendi uma mecha de cabelo atrás da orelha.

— Olá. Meu nome é Cecília. O senhor é o Fernando?

Ele levou alguns instantes para reagir. Então abriu um leve sorriso.

— Sou eu, sim. Entre. Podemos conversar lá dentro.

Depois de entrar, sentei-me no sofá, sem saber muito bem onde colocar as mãos.

Quando tornei a erguer os olhos, percebi que Fernando me observava com atenção. Seu olhar percorreu meu corpo lentamente, fazendo meu rosto queimar de vergonha.

Fazia tanto tempo que ninguém me olhava daquela maneira...

A intensidade daquela atenção despertou em mim uma sensação que eu não experimentava desde antes da gravidez.

Um calor lento se espalhou pelo meu corpo, e percebi minha calcinha ficar levemente úmida.

"Aquela sensação está voltando..."

Quando nossos olhares se encontraram outra vez, porém, qualquer vestígio do desejo que eu julgara ter visto em Fernando já havia desaparecido.

"Será que foi apenas impressão minha?"

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