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CAPÍTULO 6: Um olhar, um gemido e uma mini lingerie.

Penulis: Day Torres
last update Tanggal publikasi: 2022-08-24 21:51:26

Virgínia olhou-se para cima e para baixo. Pijamas que eram absurdamente grandes com ela não eram as melhores roupas para receber visitantes, mas a verdade é que ela não tinha outras roupas. Ela tinha dormido um sono pesado e inquieto, e tinha lutado para comer qualquer coisa quando acordou. E agora receber alguém não era o ideal?

-Não se preocupe, Baby", assegurou Connor. Minha designer é uma pessoa linda, e ela ficou muito animada quando lhe falei de você.

Virginia acenou com a cabeça e se vestiu o melhor que pôde para esperar pela Sra. Bennet. Ela ficou surpresa ao saber que não havia nada de "senhora" em seu caráter. Ela foi divertida e jovial, e a abraçou gentilmente, não fazendo um único gesto para denotar que ela sabia o que havia acontecido com ela.

-Minha criança, você é uma beleza! -Valeria a cumprimentou.

-Obrigada, Sra. Bennet.

-Valeria, por favor", a mulher sorriu enquanto apontava para uma mala com rodas para Connor arrastar para a sala de estar.

-Mmm... Querido, prazer em conhecê-lo.

-Nice para conhecê-lo, querido. Connor me disse que você precisa de um guarda-roupa completo para Nova York, e ele me deu seu tamanho.

Virginia levantou uma sobrancelha quando olhou para ele, e ele conseguiu adivinhar a pergunta naquele olhar: "Como você sabe meu tamanho?

-Eu trouxe amostras gerais para você experimentar", disse Valeria. Preciso que me diga quais são as que lhe servem e depois posso ajustar as medidas, OK?

Virginia acenou com a cabeça enquanto a Valeria puxava um caderno de rascunho para sentar-se e desenhar.

-Não pensei que você tivesse algo pronto tão rapidamente", disse Connor. Seu casamento foi há três dias, você não deveria estar em lua-de-mel?

-Você está brincando? Você oficializou meu casamento e quase causou o colapso de meu marido. Você é uma das minhas pessoas favoritas e vale a pena se vestir para este bebê", disse Valeria. Além disso, com duas garotinhas de poucos meses, não há lua-de-mel que valha a pena. Agora vá, vá, minhas quatro feras selvagens não vão demorar muito para me reivindicar!

Virgínia não podia deixar de sorrir ao ir para uma pequena sala que se ligava à sala de estar e abrir aquela mala. Tinha roupas muito bonitas para todas as ocasiões. Era óbvio que a Valeria era uma designer muito talentosa.

Ela pegou um dos vestidos e tentou vesti-lo, mas realmente lutou muito. Suas costelas doíam horrivelmente e ela não conseguia levantar os braços acima da cabeça por conta própria. Ela suspirou cansada e bateu duas vezes na porta por dentro, levando Connor a espreitar para dentro.

-Tudo está bem? - perguntou ele, vendo-a segurar o vestido no peito.

A garota balançou a cabeça cansada.

-Sinto muito, não posso usar isto sozinho. Meu corpo dói.

-Você quer que eu peça a Val para ajudá-lo? -Connor perguntou, mas ela olhou para baixo em um instante.

-Não... não há necessidade de que mais ninguém me veja assim", Virgínia murmurou, e Connor apertou a mandíbula indefeso, porque ele sabia que tinha vergonha daqueles golpes.

-Não temos que fazer isso agora....

-Vamos para Nova York dentro de alguns dias, não vamos? -asked Virginia. Não posso me despir e não quero dar muito trabalho. Só... Você pode me ajudar por um momento, por favor?

Connor acenou com a cabeça, entrando e fechando a porta atrás dele. Ele nunca havia ficado nervoso diante de uma mulher em toda sua vida, mas parecia que tudo com ela era diferente.

-Você está acostumado a rasgar a roupa das meninas, não ajudando-as a se vestir", disse Virginia como se estivesse lendo seus pensamentos, e ambas riram. Quem sabe? Talvez seja uma boa mudança para você.

Connor pegou o vestido em suas mãos e não tirou os olhos dela por um segundo enquanto ela o puxava sobre sua cabeça e descia seus braços. Sua visão periférica estava se banqueteando com a nudez da menina, mas suas pupilas não se moviam um centímetro enquanto ele ajudava o vestido a deslizar sobre o corpo dela.

Encaixava perfeitamente e era macio - graças a Deus, era macio!

Ela saiu com o vestido e a Valeria a olhou para cima e para baixo.

-Baby, querido, no dia em que você decidir fazer carreira como modelo, prometa-me que eu serei a primeira pessoa que você chamará", disse Valeria, apertando as mãos.

-Of course", sorriu Virgínia. Ei Val... Eu não me sinto tão bem, você poderia me servir para este vestido, você é um estilista incrível, o que quer que você faça por mim eu vou adorar!

Valeria concordou com seu encantador sorriso.

-Certo, não há problema, posso tomar este como amostra. O que eu preciso é que você experimente lingerie, preciso do tamanho certo para os espartilhos", pediu ela. Por favor, experimente o preto.

Virginia mordeu seu lábio inferior e voltou a entrar com Connor, que olhou para ela sem dizer uma palavra. Ela estava linda, mas ele não achou que precisasse contar a ela.

-Bem?

-Tenho apenas que experimentar este vestido e...

-E o quê?

Virgínia apontou para uma peça no topo da mala.

-Ela quer que eu experimente isso.

Connor levantou um espartilho com um dedo e susteve a respiração inconscientemente.

-Oooooooook", murmurou ele.

Virgínia se virou e ele alcançou o vestido sobre os quadris dela, puxando-o cuidadosamente para cima. Ele estava olhando para o teto, não para ela, e mesmo assim o toque suave do tecido e a sensação de suas curvas sob ela era mais do que suficiente para pôr seu coração acelerado.

-Você fica tão fofo em minhas calcinhas", ele a provocou.

-Eu sei.

Connor gentilmente arrancou seu vestido e ficou de pé por um momento olhando para suas costas nuas, teve uma bela curva onde terminou, pouco antes de seu traseiro começar. Um par de pequenas covinhas sensuais que seriam perfeitas para caber seus polegares dentro e....

Seus dedos quase foram escovados contra ela, mas ele se lembrou que ela talvez não quisesse exatamente ser tocada naquele momento. Então ele colocou a peça do espartilho na frente dela e começou a amarrá-la.

Ele deu um puxão suave, ou pelo menos lhe pareceu gentil, para fechar a linha de cima e ouviu seu grito, sua testa pressionada contra a parede.

-Caramba! -se grunhido, percebendo que ele a machucaria. Desculpe, Baby...

Ele tentou soltar os atacadores, mas isso só piorou a situação.

-Aaah!

-Baby!

Mas nessa época, as lágrimas já corriam por suas bochechas. Connor rondou as gavetas até encontrar um par de tesouras e cortar as fitas de uma vez, vendo a respiração da garota ficar rasa e superficial.

-Sinto muito, Baby! Desculpe... não foi minha intenção", ele tirou o espartilho dela e enrolou um braço em volta do abdômen para garantir que ela não caísse se desmaiasse.

Virgínia ficou muito quieta, tentando digerir a dor em pequenos estertores. Ela fechou os olhos tentando se concentrar e estava apenas agradecida por Connor estar segurando-a. Ela sentiu seu corpo grande e quente pressionado contra suas costas e tentou se firmar. A dor lancinante em seu lado foi diminuindo gradualmente enquanto ela o escutava respirar suavemente sobre seu ombro, como se isso fosse suficiente para acalmá-la.

-Juro que mataria quem lhe fizesse isto", murmurou com raiva e a virou lentamente em seus braços.

-Assim eu..." respondeu Virgínia enquanto olhava nos olhos dele. A dor ia embora e estar nu em seus braços era definitivamente inquietante.

Connor olhou para baixo, ele tinha Virgínia pressionada contra seu corpo e só podia ver a parte de cima dos seios dela, mas era mais que suficiente para tornar sua respiração mais pesada e sua voz mais profunda. Ele viu o leve tremor em seus lábios e acariciou suas costas com movimentos suaves e sensuais.

-Você está tremendo, Baby", disse ele, perdendo-se nos olhos dela.

-So você também", respondeu ela, sentindo o calor depressivo de seu corpo e a dureza da ereção que ameaçava despertá-lo. Você parece um adolescente.

-Você está.

Virginia conseguiu um sorriso enquanto agarrava o roupão que Connor lhe estendia sem tirar os olhos de cima dela.

-Se isto continuar assim, vamos fazer uma combustão espontânea.

-E partilhado", admitiu Connor, "Vamos lá, vamos vesti-lo, meu coração não vai mais se assustar hoje?

-Não mais nudez.

-Sim, bem... também não é isso.

Connor a deixou sozinha de pijama e saiu para conversar com a Valeria para que ela pudesse projetar o que quisesse sem tomar muito do seu tempo. Ele esteve com ela por cerca de dez minutos e, quando voltou, Virginia já tinha adormecido meio adormecido em uma poltrona.

Ele a levou para o quarto e a deitou na cama dela.

-Você está certo, eu estou agindo como um maldito adolescente", pensou ele em voz alta. Mas não há como negar que é divertido.

Ele foi buscar seu laptop e sentou-se ao lado dele para elaborar um contrato. Ele saltou ao mais pequeno gesto que a viu fazer. Ele nem sabia o quanto estava observando-a.

Três horas depois, ele viu os olhos dela se alargarem com uma estremecimento.

-Calme-se, acalme-se, Baby. -Ele colocou dois analgésicos em suas mãos e a ajudou a tomá-los com um pouco de água. Você tem muito descanso.

-Você estava entediado?

-Não, tenho feito algo importante", disse Connor, sentado ao seu lado e entregando-lhe alguns papéis grampeados.

Virginia os olhou de relance, percebendo que era o contrato para seu "relacionamento". Cada cláusula foi escrita exatamente como haviam acordado, nem mais nem menos, e a Virgínia suspirou de acordo antes de olhar para ele.

-Você tem uma caneta?

Connor tirou uma pequena caixa circular de seu bolso e a entregou a ela.

-Não é necessário, você não pode assinar seu nome verdadeiro de qualquer maneira. Quando estiver pronto, basta pintar o dedo e enfiá-lo lá.

Virginia viu que a última página tinha outra impressão digital perfeitamente desenhada nela.

-Damn... isto acabou de ficar sério", murmurou ela.

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Komen (1)
goodnovel comment avatar
Regina Rocha
adorando saber q valeria é a senhora Bennet,tô lendo esse livro tbm..top
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