Se connecterPOV/ ALESSIAEle obedeceu. Fundo. As mãos dele desceram pela minha cintura, pelas coxas, voltaram para os seios e apertaram enquanto o quadril batia no meu. Cada estocada fazia o peito tremer entre a gente. O suor escorria do corpo dele no meu, quente, escorrendo no meio dos seios, no pescoço. O quarto cheirava a sexo, a banho, a pele.Passei a mão no cabelo preto molhado e puxei ele para mais perto. A boca achou a minha. A língua entrou sem pressa, o beijo molhado no meio da foda. Eu sentia o pau inteiro, saindo quase até a cabeça e voltando até a raiz, a buceta inchada, o clitóris preso entre os corpos, roçando a cada descida.Não sabia se ele entendia o significado de todas as coisas que falava.Mas não tinha como discutir: ele morreria por mim. Ele morreria. Isso bastava. Eu podia aguentar tudo por ele também.Empurrei o peito dele.— Deita.Dominic saiu. O vazio me fez soltar o ar. Ele virou de costas no colchão e me olhou o tempo inteiro, o pau em pé, molhado, batendo contra a b
POV/ ALESSIAEle passou o pau de novo entre os lábios da minha buceta, encaixou e entrou de uma vez. Eu soltei o ar. Ele continuou fodendo, agora mais molhado, mais fácil, puxando meu cabelo, beijando minhas costas, mordendo a pele perto da cicatriz. Não o bastante para ferir. O bastante para eu sentir que era ele.— Linda. Maravilhosa. Perfeita. — Cada palavra saía no meio de uma estocada. — Eu te amo. Você é o amor da minha vida. O ritmo dele desandou. A respiração ficou curta nas minhas costas. As mãos apertaram meu quadril com uma urgência que eu reconheci.Ele puxou para fora.O vazio me arrancou um protesto. Virei o rosto para reclamar, mas Dominic já estava gozando no chão ao lado da cama — um gemido preso, o corpo tenso, o pau latejando contra a minha bunda. As mãos ainda me seguravam. A respiração dele bateu nas minhas costas, quente, irregular.Olhei por cima do ombro.Os olhos bicolores estavam escuros, a boca entreaberta, o cabelo preto grudado na testa. O pau continuava
POV/ ALESSIA.Ele não me deitou de costas. Segurou minha cintura, virou meu corpo no colchão e me colocou de quatro. Os joelhos afundaram no lençol. As palmas agarraram o tecido. O ar do quarto, mais frio que a pele ainda quente do banho, subiu pelas costas nuas e fez os pelos prateados dos braços arrepiar.Dominic ajoelhou atrás de mim e não entrou.A boca veio primeiro na nuca. A barba raspou a pele molhada do cabelo. Desceu pelos ombros, devagar, como se tivesse o resto do dia só para aquilo. Beijou o meio das costas, a lateral, cada marca que a mão encontrava no caminho. Quando chegou na cicatriz larga da lombar, parou. A boca abriu em cima da pele diferente, quente, e ele beijou com a língua, sem pressa, até eu prender o ar no travesseiro.A palma cobriu minha bunda e apertou. Os dedos afundaram. Ele abriu as nádegas com as duas mãos e soltou o ar quente bem no meio. Não falou logo. Só ficou ali, me olhando, e o silêncio esquentou meu rosto. Pela primeira vez em muito tempo, não
(CAPITULO ORDEM ERRAD)POV/ ALESSIAFiquei agarrada a ele enquanto meu corpo tremia. O calor da raiva começou a diminuir, deixando meus braços doloridos e minha garganta seca.— Estraguei sua diversão — murmurei contra seu peito.Dominic afastou meu rosto o suficiente para me olhar.— Você não estragou nada.— Você queria torturar ele.— Queria.— Ficou esperando desde que descobriu o que ele fez.— Fiquei.— E deixou tudo para mim.Dominic limpou meu rosto com as mãos sujas de sangue.— Porque esse momento nunca foi meu.Olhei por cima do ombro. Hassan ainda respirava.— Ele precisa morrer.— Vai morrer.— Eu vou fazer isso.Dominic passou o braço diante do meu corpo quando tentei me afastar.— Não.— Eu comecei. Eu termino.— Você já terminou.— Não quero que você coloque mais um nome na sua conta por minha causa.Dominic segurou meu rosto.— Hassan já estava na minha conta antes de você entrar nesta sala.— Eu consigo fazer.— Sei que consegue. Não é por isso.— Então por quê?Ele
(POSTEI O CAPÍTULOS ERRADO- ESTOU EMOCI0NADA!! )) POV / ALÉSSIAHassan não podia devolver o tempo que tinha sido arrancado de mim.Nenhuma quantidade de sangue apagaria o porão do navio, a casa de vidro, a caçada ou o ferro quente. Machucá-lo não faria as mulheres deixarem de gritar dentro das minhas lembranças. Também não mudaria a verdade sobre Leopoldo.Mesmo assim, continuei.Enterrei a chave de fenda no braço de Hassan enquanto me lembrava das unhas quebradas contra a madeira do caixão. Acertei sua perna quando ouvi novamente os homens arrastando as meninas para o convés. Bati em seu rosto ao me lembrar da primeira vez que fui chamada de cadela.Cada movimento exigia mais força do que o anterior. Meus braços começaram a doer, a respiração ficou rápida e fios de cabelo grudaram em minhas bochechas molhadas.Eu chorava sem conseguir parar.Também ria.A risada saía misturada aos soluços, estranha e alta. Não havia felicidade nela. Era o alívio de enxergar Hassan preso, sangrando e
POV/ALESSIADominic fechou os olhos por um segundo.— Aléssia...— Agora.— Você acabou de passar por alguma coisa muito intensa.— Eu sei o que passei.— Sua adrenalina ainda está alta.— E eu estou com muito tesão.Ele soltou o ar e olhou rapidamente para o corpo de Hassan.— Não vou transar com você aqui.— Por quê?— Porque tem um homem morto pendurado atrás de mim.— Isso nunca incomodou você antes.— Nunca tentei transar com a mulher que amo no mesmo cômodo onde um corpo está sendo drenado no chão.A forma séria como ele respondeu me fez rir. Foi uma risada verdadeira, ainda misturada às lágrimas, mas diferente daquela que tinha escapado durante a tortura.Dominic limpou meu rosto com os polegares.— Vamos tomar banho.— Depois você vai transar comigo?— Depois eu pergunto novamente o que você quer.— Eu já estou dizendo.— E vai dizer de novo quando estivermos limpos, sozinhos e longe daqui.Beijei o canto de sua boca.— Está com medo de não conseguir acompanhar?Os olhos de Do







