LOGINNão esqueçam de DEIXAR O LIKE 👍 e me contar nos comentários o que vocês esperam desse grande desfecho! 👇💬 Beijo, beijo, beijo no coração de cada uma! Nos vemos no próximo capítulo! 🖤👋✨
POV/ ALESSIAEngoli em seco e assenti com a cabeça.Empurrei o meu corpo para trás, saindo da beirada da cama. Arrastei pelo colchão e deitei de costas no meio dele, com a cabeça afundando no travesseiro macio. Puxei o lençol branco até o meio dos seios, garantindo que o tecido cobrisse a minha barriga inteira, o meu quadril e as minhas pernas até os tornozelos. Eu estava completamente escondida debaixo do pano.Dominic subiu no colchão logo em seguida. Ele não ficou em cima de mim. Acomodou o corpo enorme de lado na cama, de frente para o meu rosto, apoiando o peso do tronco no cotovelo esquerdo. A cabeça dele ficou na mesma altura da minha, a poucos centímetros de distância. Os olhos bicolores cravaram direto nos meus, firmes, atentos, sem vacilar e sem tentar descer a visão para onde o lençol me cobria.Dobrei os joelhos por baixo do tecido branco e afastei as pernas devagar. Os meus pés descalços apoiaram firmes no colchão, escancarando as minhas coxas por baixo do pano. O lençol
POV: ALÉSSIAO dedo dele afundou inteiro na minha carne, enfiando até o nó do osso, e curvou para cima lá dentro, raspando no ponto áspero do canal, enquanto a língua acelerou as chicotadas no clitóris, chupando, pressionando com a boca cheia, lambendo em volta da cabeça e voltando para o centro sem dar trégua. Ele passou o braço esquerdo por baixo da minha bunda, ergueu o meu quadril alguns centímetros acima do colchão e me puxou com força bruta contra a boca dele, chupando com um desespero animal, a língua fodendo por fora e o dedo fodendo por dentro ao mesmo tempo.As minhas pernas começaram a tremer de verdade. Primeiro foi a coxa esquerda que sacudiu. Depois as duas pernas tremiam desgovernadas no ar. O meu coração disparou até bater na garganta.O suor escorria pela minha testa, descia pelas têmporas, pingava entre os meus seios e colava a minha virilha na cara dele. A minha buceta latejava furiosa na boca de Dominic, apertando o dedo dele com uma força absurda, escorrendo tanto
POV/ ALESSIA— Gozei... gozei, Dominic, eu gozei... porra, eu tô gozando, caralho!O corpo foi amolecendo aos poucos, ainda sacudido por tremores miúdos que subiam pelas minhas pernas. A minha buceta continuou pulsando contra a palma dele, encharcada, extremamente quente e sensível ao menor roçar.Uma risada sem fôlego e molhada de choro escapou da minha boca aberta no meio da respiração ofegante. O quarto inteiro estava impregnado com o cheiro cru de sexo recente, de suor, de pele viva e de entrega.Dominic não tirou a mão na hora. Manteve o polegar acariciando o clitóris com uma lentidão infinita, dosando o peso até que o último espasmo da minha carne diminuísse e parasse de repuxar. A respiração dele continuava queimando a minha nuca, pesada, quase sem ar.Afundei no peito dele, mole, ensopada de suor, com as pernas abertas e completamente bambas no colchão.Ele tirou a mão devagar do meio das minhas pernas, beijou a minha têmpora colada de suor e puxou o meu queixo para o lado com
POV/ ALÉSSIAO tesão subiu como uma labareda. O sangue correu fervendo para a parte interna das minhas coxas, a minha virilha esquentou de um jeito absurdo e a buceta latejou com força contra o membro dele. Por um segundo achei que o orgasmo ia engatar ali mesmo, no meio daquela fricção desesperada.Aí a cabeça pesou de novo.A lembrança das cicatrizes no meu antebraço direito veio num relance, a magreza do meu corpo depois das semanas no cativeiro, o medo sufocante de ser um fardo cansativo para ele, uma mulher estragada que precisava de conserto. A musculatura da minha pélvis travou de repente. A pressão quente foi esfriando, murchando no baixo ventre. O meu quadril perdeu o compasso, ficou truncado e foi parando aos poucos em cima dele.Dominic sentiu a perda de ritmo no mesmo segundo. A respiração dele bateu forte e ofegante na minha bochecha.— Deixa eu te ajudar.Afastei o rosto, puxando o ar aos pedaços, sentindo o peito doer de frustração.— O quê?— Deixa eu tocar em você, Al
POV: ALÉSSIAPuxei a jaqueta preta pelos ombros e joguei a peça no chão, sem desviar os olhos dele.Dominic subiu as duas mãos com calma, espalmando nas laterais das minhas costelas antes de subir até os meus peitos. Ele apertou por cima do tecido da camiseta cinza, os polegares esfregando nos meus mamilos com força compassada. Um gemido curto e rouco bateu na minha garganta.Os mamilos latejaram contra o pano grosso de algodão, endurecendo até doer. Um arrepio desceu da nuca, correu por toda a extensão das minhas costas e se alojou no fundo da minha cintura, fazendo a minha barriga afundar num espasmo seco.Eu queria descer a legging. Queria arrancar aquele tecido sintético das minhas pernas e sentir a pele dele na minha sem nenhuma barreira, mas as minhas mãos travaram no elástico do cós. O olhar bicolor dele, cravado em mim com uma fome atenta e sem disfarce, fez o sangue subir quente para o meu rosto, queimando a pele de vergonha.Eu não tinha coragem de tirar a roupa com ele me e
POV/ ALESSIADominic girou o corpo e caminhou a passos pesados até a porta do quarto. A mão dele segurou a maçaneta de metal, pronto para sair dali.— Dominic.Ele parou com a mão no trinco, de costas. Demorou dois segundos inteiros antes de virar a cabeça na minha direção, com o rosto fechado numa expressão dura, os olhos bicolores fumaçando de irritação.— O quê?— Eu quero dar o terceiro passo.Ele franziu a testa, piscando devagar, como se achasse que tinha escutado errado.— O quê?— Eu quero dar o terceiro passo agora.Dominic soltou uma lufada de ar quente pelo nariz e balançou a cabeça de um jeito impaciente.— Não, Aléssia. A gente vê essa porra depois. Eu preciso esfriar a cabeça e...— Eu quero dar o terceiro passo agora — interrompi, dando dois passos firmes pelo chão de madeira até ficar mais perto dele. — É que... eu preciso de ajuda.Ele soltou a maçaneta devagar e me encarou, desconfiado.— Você precisa de ajuda pra quê?Engoli a saliva a seco. O ar quase não passou pe







