แชร์

Capítulo 2

ผู้เขียน: Deep ink
last update วันที่เผยแพร่: 2026-08-31 18:26:11

Seduzindo o Alfa

Roman~

A porta pesada da minha cobertura no topo da Torre Thorin bateu com força, ecoando pelo espaço vazio como um tiro.

Não acendi as luzes. Eu não precisava delas.

A tempestade lá fora era suficiente através das janelas. Clarões de relâmpagos iluminavam a floresta escura e o desfiladeiro profundo lá embaixo, onde tudo o que é fraco eventualmente cai e desaparece.

Fiquei ali parado, ainda com as mesmas roupas do hotel, os punhos tão cerrados que minhas unhas se cravavam nas palmas das mãos. O sangue escorria morno e pegajoso, mas eu mal sentia. A única coisa que eu conseguia sentir era ela: Azalea.

O aroma dela ainda estava impregnado na minha pele. Doce. Furioso. Viciante. Misturado ao cheiro inconfundível de sexo e ao meu próprio gozo.

Eu ainda podia sentir o gosto dela na minha língua. O sal do suor dela, a forma como a buceta dela inundou a minha boca quando a devorei como um faminto antes de enfiar meu pau fundo nela.

Porra.

Caminhei até a janela e apoiei a testa contra o vidro frio, encarando a escuridão lá fora que refletia a podridão dentro do meu peito.

Quatro anos. Quatro malditos anos carregando essa maldição em silêncio. Observando-a nas sombras em cada evento da alcatéia.

Assistindo-a sorrir para Timothy como se ele fosse digno dela. Vendo-o tocar o que deveria ser meu enquanto eu permanecia ali como um Alfa leal, de maxilar travado, fingindo que aquela visão não me rasgava por dentro.

Na noite passada, esse controle se despedaçou por completo.

Mesmo drogada, ela foi perfeita. O jeito como as pernas dela se entrelaçaram ao redor do meu corpo, os calcanhares cravando na minha bunda enquanto ela me puxava mais fundo. Os gemidos roucos que escapavam da garganta dela quando o meu nó começou a inchar, esticando a buceta dela ao limite. A forma como ela apertou e se derramou ao meu redor, gozando com tanta força que o corpo inteiro tremia enquanto ela gritava — pensando que era ele.

Essa era a parte que eu mais odiava.

Meu pau endureceu novamente com a lembrança, pressionando dolorosamente contra a calça. Soltei um rosnado grave na garganta, odiando meu próprio corpo por essa fraqueza.

Eu a desejava há tanto tempo que tê-la, mesmo daquele jeito, pareceu salvação e danação ao mesmo tempo. As paredes dela me apertaram como se nunca mais quisessem soltar. Quente. Molhada. Gulosa. Ordenhando cada gota de mim enquanto meu nó nos manteve travados juntos pelo que pareceram horas.

Desferi um soco no peitoril da janela. A madeira estalou sob a força do impacto.

Ela acreditava que eu havia armado tudo. Vi isso queimando nos olhos dela esta manhã, quando os flashes das câmeras dispararam e o mundo inteiro assistiu à sua humilhação. Aquela mistura de devastação e ódio puro.

Ela achava que eu havia feito aquilo para puni-la por ter me enfrentado no escritório dois dias atrás. Por ter me chamado de cruel. Por ter olhado nos meus olhos e dito que eu não passava de um bastardo frio e arrogante, escondido atrás de dinheiro e poder.

Uma parte de mim desejava ter planejado tudo. Ao menos assim eu poderia reivindicá-la de vez. Ao menos assim eu não me sentiria como o pior tipo de monstro.

Voltei para a minha mesa. Servi-me de um copo generoso de uísque e virei metade de uma vez só, mas o ardor do álcool não fez nada para diminuir a queimação no meu peito.

O rosto de Timothy não parava de passar pela minha mente.

A postura dele ao lado de Christy, segurando a mão dela como se tivesse ensaiado aquele momento mil vezes.

Os repórteres chegando rápido demais. O jeito como ele rejeitou Azalea sem um segundo de hesitação ou dor. Sem sequer dar a ela uma segunda chance.

Tudo limpo demais. Conveniente demais.

Aquele desgraçado e a suposta melhor amiga de Azalea tinham armado para nós dois. Era nisso que eu acreditava. Eles a drogaram. Me drogaram. Usaram a única noite em que perdi o controle para destruir a reputação dela e deixá-lo livre para ficar com Christy. E conseguiram.

A fúria fez o sangue vibrar em minhas veias e se instalou no fundo dos meus ossos.

Timothy tinha sido meu Beta. Meu melhor amigo desde que éramos filhotes. Eu confiava a ele a minha vida. Até quando ele me convidou para o aniversário de Azalea ontem à noite, eu não recusei a porra do convite, mesmo detestando reuniões sociais.

E ele traiu não apenas a mim, mas também a mulher que desejei em segredo durante anos.

Christy sofreria também. Eu faria questão disso. A dor deles seria pior do que a minha e a de Azalea. Eu os quebraria com tanta força que seus ossos gritariam ao serem esmagados.

Mas Azalea...

Ela estaria diferente agora.

Eu conhecia o fogo dela. Ela não se renderia em silêncio. Não desapareceria nas sombras para lamber as feridas. O olhar que ela me lançou antes de a segurança arrastá-la para longe — não era apenas ódio.

Era a vingança criando raízes. Ela viria atrás de mim. Tentaria me seduzir. Usaria aquele corpo deslumbrante e aquela língua afiada como armas para me derrubar e depois me destruir. Ela não fazia a porra da ideia de como eu conseguia prever cada um dos seus passos.

Um sorriso sombrio e possessivo surgiu nos meus lábios, apesar de tudo.

Que tente. Que venha até mim.

Eu a queria por perto. Mais perto do que ela jamais esteve. Perto o suficiente para que eu pudesse finalmente parar de fingir. Perto o suficiente para prová-la de novo enquanto ela ainda me odiava. Perto o suficiente para vê-la ceder e perceber que pertencia a mim.

Terminei o uísque e pousei o copo na mesa, encarando meu reflexo na janela. O Alfa. O bilionário. O homem que podia ter qualquer mulher de Shadowveil com um único olhar. E, no entanto, a única que eu realmente quis foi a que me era proibida.

Até agora.

O laço dela com o meu beta estava desfeito. Ela estava livre.

E eu cansei de me conter.

A tempestade lá fora rugia com mais força, os relâmpagos iluminando a imensidão da floresta escura.

Em algum lugar lá fora, Azalea estava sofrendo. Planejando. Queimando de vontade de me destruir. Eu tinha certeza absoluta.

Ótimo.

Venha atrás de mim, minha pequena Beta.

Meduza-me. Odeie-me. Tente me arruinar.

Estarei esperando por você.

E quando finalmente chegar perto o bastante... não deixarei você escapar de novo.

อ่านหนังสือเล่มนี้ต่อได้ฟรี
สแกนรหัสเพื่อดาวน์โหลดแอป

บทล่าสุด

  • Casa do Amor e do Luar: Um Livro Cheio de Desejos   Capítulo 6: Quebrando a Regra

    A Surrogate Particular do Alfa Rosalith~Eu acordei já inquieta. Você sabe aquele tipo de inquietação que vive sob a pele e se recusa a ser racionalizada. Os comprimidos anti-náusea tinham tirado a ponta do vômito, mas deixaram todo o resto intocado. Meus pensamentos não ficavam num só lugar. Meu corpo sentia calor demais, depois frio demais, depois simplesmente faminto por algo que eu continuava tentando não pensar. Eu fiquei quieta por um longo tempo ouvindo o silêncio do apartamento e os sons distantes da casa principal, esperando que o sentimento passasse se eu desse silêncio o bastante.Não passou.Até meados da manhã a inquietação tinha se acomodado num puxão constante. Eu me movia da cama para a janela, da janela para a pequena área de estar, depois de volta de novo. Cada cheiro no apartamento sentia mais sensível do que deveria. O sabonete, a roupa limpa, o traço fraco de qualquer polish que a equipe usava na madeira, tudo pressionava contra meus sentidos até eu querer abrir

  • Casa do Amor e do Luar: Um Livro Cheio de Desejos   Capítulo 5: Os Hormônios Não Mentem

    A Surrogada Privada do Alfa Rosalith~Três semanas depois, a minha vida inteira começou a mudar assim como o meu corpo. A náusea já não batia na porta, ela entrava sempre que queria. Um minuto eu estava bem, no seguinte a boca se enchia daquele gosto metálico horrível e o estômago se dobrava sobre si mesmo.Eu tinha começado a manter bolachas na mesa de cabeceira e a me mover como se tudo dentro de mim pudesse derramar se eu virasse rápido demais. O sono vinha como um pesadelo. E o meu nariz… Deus, o meu nariz tinha se tornado um traidor. O sabonete do banheiro cheirava tão terrível, e eu sempre xingava baixinho sempre que tocava a minha pele.As roupas novas no closet carregavam um cheiro limpo que me fazia engasgar se eu respirasse fundo demais. Até o ar das saídas de ventilação parecia diferente.Eu não queria dizer que odiava como eu me sentia ou o que estava a começar a parecer. Mas uma coisa era certa, eu não gostava que ninguém me visse assim, especialmente o Sr. West. Não que

  • Casa do Amor e do Luar: Um Livro Cheio de Desejos   Capítulo 4: Mantenha Distância 2

    A Surrogate Particular do Alfa Gunnar West~Eu voltei para as projeções europeias. O ajuste de moeda tinha afetado duas das holdings menores mais do que o esperado. Eu fiz anotações na margem e enviei uma mensagem curta ao diretor financeiro pedindo um cronograma revisado até o final do dia.O resto da manhã continuou com ligações, documentação e tomada de decisões. Eu não pensei no apartamento de novo até Caspian entrar pouco antes do meio-dia com uma pasta sob o braço.Ele a colocou na mesa sem se sentar.“Avaliação de risco atualizada para o lado de Singapura,” ele disse. “Eu sinalizei as duas cláusulas que ainda precisam de linguagem mais apertada.”Eu abri a pasta e vasculhei as páginas marcadas. “Estas são aceitáveis com as mudanças.”“Eu vou ter que implementá-las legalmente,” ele disse, mas permaneceu de pé.Eu levantei o olhar. “Mais alguma coisa?”Caspian sacudiu a cabeça uma vez. “Nada, só garantindo que você viu a nota sobre o apartamento mais cedo.”“Eu vi.”Ele me obse

  • Casa do Amor e do Luar: Um Livro Cheio de Desejos   Capítulo 3: Mantenha Distância

    A Surrogate Particular do Alfa Gunnar West~A trilha ainda estava escura quando Caspian e eu saímos pelo portão dos fundos. Caspian corria à minha direita do jeito que sempre fazia, combinando meu ritmo sem esforço. Nós fazíamos esta rota há anos, na mesma distância e na mesma hora cedo. Os únicos sons na atmosfera eram nossos sapatos na terra compactada e o ocasional movimento de galhos acima.Nós corremos o primeiro trecho em silêncio. Eu preferia assim. A manhã era para limpar a cabeça antes do dia começar, não para conversa. Eu ficava feliz que Caspian sempre soubesse disso.Ele esperou até chegarmos à longa subida antes de falar. “A diretoria se estendeu ontem,” ele disse.“Eles queriam números mais firmes sobre Singapura.” Eu passei os dedos pelo cabelo.“Você deu a eles o cronograma.”“Eu dei,” eu respondi enquanto continuávamos subindo.Minha respiração permaneceu uniforme assim como a de Caspian. No topo da colina o caminho se nivelou e o céu tinha começado a clarear.Caspi

  • Casa do Amor e do Luar: Um Livro Cheio de Desejos   Capítulo 2: Ponto de Partida

    A Surrogada Privada do AlfaRosalith~Eu cheguei à suíte médica privada às 8h47. O andar era como um cemitério, mais silencioso do que o de cima, o ar mais frio com luzes brancas.Uma enfermeira de jaleco cinza-claro pegou o meu nome sem conversa fiada e me levou a um vestiário. O avental que me deram era fino como papel e aberto nas costas. Eu dobrei as roupas num monte arrumado, amarrei o avental o mais apertado que deu e me sentei na mesa de exame com os pés descalços pendurados acima do chão.O médico entrou primeiro, era um homem de meia-idade, rosto sem expressão, e luvas já colocadas. O Gunnar West o seguiu dois passos atrás, vestindo outro terno escuro, este quase preto, e tomou posição perto da parede com os braços soltos ao lado do corpo. Ele não me cumprimentou como esperado, simplesmente observou.“Deite-se,” o médico disse.Eu fiz o que me foi dito, a folha de papel sob mim farfalhando. As mãos do médico eram experientes e impessoais enquanto ele verificava o meu pulso, p

  • Casa do Amor e do Luar: Um Livro Cheio de Desejos   Casa de Luxúria e Luar: (História 7/A Mãe de Aluguel Particular do Alfa)

    Capítulo 1: O Contrato Rosalith~O elevador subiu suave demais, sem chocalho, sem atraso, apenas uma subida silenciosa que apertou meu estômago. Eu olhei para o meu reflexo na parede espelhada, cachos escuros caindo sobre um ombro, a seção prateada-branca emoldurando o outro lado do rosto, as manchas irregulares de pele mais clara nas bochechas e clavícula que nenhuma quantidade de corretivo conseguia esconder completamente.Meus olhos heterocromáticos me encararam de volta: um verde, um azul. Eu parecia alguém que já tinha perdido tudo e estava prestes a assinar o que restava.Eu tinha vestido o único vestido decente que ainda possuía. Preto, simples, mangas longas que cobriam a maior parte das marcas que a rejeição de Finn tinha deixado no meu orgulho, se não na pele. A pasta sob o braço guardava registros médicos, exames de sangue e a papelada desesperada que provava que eu estava limpa, fértil e, o mais importante — virgem. A agência já tinha me examinado. Esta reunião era o últ

บทอื่นๆ
สำรวจและอ่านนวนิยายดีๆ ได้ฟรี
เข้าถึงนวนิยายดีๆ จำนวนมากได้ฟรีบนแอป GoodNovel ดาวน์โหลดหนังสือที่คุณชอบและอ่านได้ทุกที่ทุกเวลา
อ่านหนังสือฟรีบนแอป
สแกนรหัสเพื่ออ่านบนแอป
DMCA.com Protection Status