แชร์

Capítulo 3

ผู้เขียน: Deep ink
last update วันที่เผยแพร่: 2026-08-31 18:27:28

Seduzindo o Alfa

Azalea~

Acordei com a bochecha colada ao couro frio do pequeno sofá na antessala da secretária, o vestido rasgado da noite passada ainda úmido e colado à minha pele como um castigo do qual eu não conseguia escapar.

Meu corpo doía de formas que eu nem queria nomear.

Uma pontada profunda e latejante pulsava entre as minhas pernas a cada movimento sutil, uma lembrança imunda de como Roman havia me aberto e me alargado, de como a minha buceta havia apertado e se derramado ao redor do nó dele enquanto eu pensava que era Timothy.

A vergonha ardia quente no meu estômago. Pressioneie as coxas uma contra a outra, odiando a lubrificação fresca que escorreu em resposta àquela lembrança.

O andar da cobertura da Torre Thorin ainda estava silencioso, envolto naquela calmaria pesada antes do amanhecer. Eu havia passado escondida pela segurança ontem à noite porque não tinha para onde ir. Meus pais me renegaram e me jogaram fora. Timothy me rejeitou e foi embora com a minha melhor amiga. A casa que dividíamos não era mais minha. Então me escondi aqui como um animal ferido, encolhida no único lugar onde ninguém ousaria entrar sem a autorização do Alfa.

Fiquei escondida até ouvir os primeiros murmúrios dos funcionários chegando aos andares inferiores. Somente quando o andar ficou deserto de novo é que me arrastei até a minha mesa do lado de fora do escritório dele. Meu cabelo era um desastre emaranhado. O vestido estava amassado, rasgado no ombro e ainda carregava o cheiro inconfundível de sexo e dele.

Eu parecia exatamente aquilo que todo mundo estava me chamando agora — uma vadia barata e arruinada que havia se atirado para cima do Alfa.

O elevador apitou.

Meu coração martelou no peito.

Roman saiu de lá de dentro, encarnando com perfeição a figura de um Alfa bilionário intocável. Terno preto impecável. Maxilar definido. Uma presença fria e imponente que tornava o ar mais pesado. Os olhos dele pousaram em mim e desceram lentamente pelo meu corpo, pelo meu cabelo bagunçado, pelo tecido rasgado que mal me cobria, pelas marcas visíveis de mordida no meu pescoço, pelo jeito como eu ainda tremia de frio e por tudo o mais.

Engoli em seco com dificuldade, mudando o peso do corpo de um pé para o outro enquanto o calor inundava a minha intimidade. Minha buceta pulsou de forma traiçoeira, uma onda de umidade lambendo minhas coxas. Odiei meu corpo por reagir a ele daquele jeito. Odiei ainda mais a ele por provocar isso.

Ele não disse nada a princípio.

Apenas abriu a carteira, puxou um cartão de crédito dourado e o atirou no chão, bem aos meus pés.

— Compre roupas decentes para você — disse ele, com a voz gélida e carregada de nojo. O Roman insuportável e rude de sempre. Um bastardo desgraçado.

— Você parece uma vadia barata que passou a noite sendo fodida e jogada fora — acrescentou ele. — Dê um jeito nisso antes que envergonhe a mim e a esta empresa ainda mais.

As palavras caíram como socos no estômago. A humilhação queimou em meu peito, ardente e impiedosa. Minhas mãos tremiam enquanto me abaixava para recolher o cartão do chão. Minha vontade era jogar aquele pedaço de plástico na cara dele. Queria gritar com ele com todas as forças. Mas eu não tinha nada. Sem dinheiro. Sem roupas. Sem teto. Sem mais nenhum orgulho para proteger.

Odiei a mim mesma por ter me curvado.

Odiei a ele mais ainda.

Roman passou por mim sem dizer mais uma palavra e desapareceu dentro do escritório, fechando a porta com um clique seco.

Fiquei ali sentada por mais tempo do que consigo me lembrar, tentando respirar em meio à raiva e à vergonha que se retorciam dentro de mim. Em seguida, peguei o celular e saí, mantendo a cabeça erguida enquanto cruzava o setor principal do escritório.

Todos os olhares se voltaram para mim. Sussurros e risadas me seguiram como veneno pelo ar.

— É ela... a que foi pega pelada com o Alfa...

— O Timothy rejeitou ela tão rápido, coitada.

— Olha só para ela. Ainda está fedendo a ele.

Um grupo de mulheres deu risadinhas por trás das mãos. Uma delas nem se deu ao trabalho de disfarçar. Meu rosto queimava, mas não hesitei. Não diminuí o passo. Elas não valiam a pena.

Continuei caminhando até alcançar o elevador, saí para o ar frio da montanha e peguei um táxi até a loja de luxo mais próxima de Shadowveil.

Comprei roupas que seriam minhas armas.

Blusas pretas justas que marcavam meus seios e mostravam decote suficiente para torturar. Saias lápis que moldavam minha bunda e minhas coxas como uma segunda pele. Saltos altos o bastante para fazer minhas pernas parecerem intermináveis e letais.

Troquei de roupa no provador e me forcei a comer uma refeição de verdade: ovos, torradas e café, já que meu estômago estava vazio desde que o pesadelo começou. Eu precisava de força. Precisava de combustível se quisesse sobreviver a esta guerra que estava iniciando.

No momento em que retornei à Torre Thorin, eu parecia uma mulher diferente. Profissional por fora. Perigosa por dentro.

Não bati na porta do escritório dele.

Empurrei a porta de uma vez, pronta para iniciar o meu jogo, pronta para ver se conseguiria rachar aquele gelo.

E congelei no batente da porta.

Roman tinha uma mulher curvada sobre sua enorme mesa preta. A saia dela estava erguida até a cintura, a calcinha pendurada em um dos tornozelos. Ele a fodia com força por trás, com estocadas fundas e impiedosas que a faziam gemer e cravar os dedos na beirada da mesa em desespero.

O quadril potente dele colidia contra a bunda dela sem parar; o som úmido e sujo de pele estalando contra pele preenchia o escritório silencioso. Uma das mãos dele segurava com força os cabelos dela, puxando sua cabeça para trás. A outra agarrava o quadril da mulher com tanta intensidade que os dedos afundavam na carne dela.

A cabeça dele se ergueu. Seus olhos escuros cravaram nos meus.

Ele não parou.

Continuou fodendo a mulher, ainda mais fundo agora, queimando o olhar em mim o tempo todo. Como se quisesse que eu assistisse a cada centímetro brutal. Como se quisesse que eu sentisse aquilo na pele. O maxilar dele estava travado, os músculos flexionando a cada estocada, mas seus olhos nunca deixaram os meus.

Minha buceta contraiu sem aviso. Uma onda súbita de calor e ciúme me atravessou com tanta intensidade que minhas pernas quase cederam. Meus mamilos endureceram dolorosamente contra a blusa nova. Uma umidade fresca encharcou minhas coxas.

Lembrei-me exatamente de como Roman tinha sido naquela cama. De como o pau longo e descomunal dele me alargou. Daquele ritmo impiedoso, do jeito como o nó dele inchou e nos manteve travados juntos até que eu me despedaçasse inteira.

Fiquei ali em pé, tremendo, o peito apertado, sem conseguir desviar o olhar.

Ele estava fazendo aquilo de propósito.

E a pior parte era o desespero com que o meu próprio corpo implorava para ser aquele curvado sobre a mesa.

อ่านหนังสือเล่มนี้ต่อได้ฟรี
สแกนรหัสเพื่อดาวน์โหลดแอป

บทล่าสุด

  • Casa do Amor e do Luar: Um Livro Cheio de Desejos   Capítulo 8: Eu Não Conseguia Parar de Pensar Nele

    A Surrogate Particular do Alfa Rosalith~Eu acordei com a camisa dele ainda pressionada contra a bochecha, e por um tempo, o mundo pareceu quieto. A dor inquieta que me tinha levado pelo corredor na noite anterior estava mais suave, quase gerenciável. Eu mantive os olhos fechados e respirei o cheiro desbotado que ainda grudava no tecido. Ele acomodou algo profundo no peito, do mesmo jeito que tinha quando eu finalmente adormeci segurando-o.Então o resto da manhã chegou.A calma começou a se afinar quase assim que eu abri os olhos, fazendo o estômago dar uma volta baixa e infeliz. Eu me sentei devagar, a camisa ainda nas mãos, e esperei a onda de náusea decidir se ficaria leve ou pioraria. Ficou leve, mas a pesadez nos membros e a sensação estranha e esticada sob a pele me lembraram que nada sobre meu corpo pertencia só a mim mais.Eu olhei para a camisa; escura, macia do uso, a gola levemente amassada onde eu a tinha apertado. A memória de como eu a tinha conseguido subiu sem permi

  • Casa do Amor e do Luar: Um Livro Cheio de Desejos   Capítulo 7: Eu Deveria Ter Dito Não

    A Surrogada Privada do AlfaGunnar~A quarta batida veio mais forte do que as anteriores. Eu abri a porta e a mão erguida dela quase atingiu o meu rosto. A Rosalith estava no corredor de roupas de dormir, pés descalços, cabelo com mechas prateadas ligeiramente desordenado, olhos demasiado brilhantes mesmo na luz baixa. Por um segundo nenhum de nós se moveu.“Por que você está aqui?”Ela não respondeu. O olhar dela desceu para o meu peito nu, depois saltou por mim para dentro do quarto. Antes que eu pudesse me afastar ou fechar a porta ela entrou. Eu me virei para seguir o movimento, já sentindo a primeira borda de irritação. Ela foi direto ao closet aberto, puxou uma das minhas camisas de um cabide e a trouxe ao rosto. Ela inalou profundamente, os olhos se fechando como se o tecido em si pudesse acalmar algo inquieto dentro dela.Ninguém entrava nos meus quartos privados sem convite. Nem a equipe. Nem o Caspian. Certamente não uma mulher sob contrato. A visão dela de pé ali com a minh

  • Casa do Amor e do Luar: Um Livro Cheio de Desejos   Capítulo 6: Quebrando a Regra

    A Surrogate Particular do Alfa Rosalith~Eu acordei já inquieta. Você sabe aquele tipo de inquietação que vive sob a pele e se recusa a ser racionalizada. Os comprimidos anti-náusea tinham tirado a ponta do vômito, mas deixaram todo o resto intocado. Meus pensamentos não ficavam num só lugar. Meu corpo sentia calor demais, depois frio demais, depois simplesmente faminto por algo que eu continuava tentando não pensar. Eu fiquei quieta por um longo tempo ouvindo o silêncio do apartamento e os sons distantes da casa principal, esperando que o sentimento passasse se eu desse silêncio o bastante.Não passou.Até meados da manhã a inquietação tinha se acomodado num puxão constante. Eu me movia da cama para a janela, da janela para a pequena área de estar, depois de volta de novo. Cada cheiro no apartamento sentia mais sensível do que deveria. O sabonete, a roupa limpa, o traço fraco de qualquer polish que a equipe usava na madeira, tudo pressionava contra meus sentidos até eu querer abrir

  • Casa do Amor e do Luar: Um Livro Cheio de Desejos   Capítulo 5: Os Hormônios Não Mentem

    A Surrogada Privada do Alfa Rosalith~Três semanas depois, a minha vida inteira começou a mudar assim como o meu corpo. A náusea já não batia na porta, ela entrava sempre que queria. Um minuto eu estava bem, no seguinte a boca se enchia daquele gosto metálico horrível e o estômago se dobrava sobre si mesmo.Eu tinha começado a manter bolachas na mesa de cabeceira e a me mover como se tudo dentro de mim pudesse derramar se eu virasse rápido demais. O sono vinha como um pesadelo. E o meu nariz… Deus, o meu nariz tinha se tornado um traidor. O sabonete do banheiro cheirava tão terrível, e eu sempre xingava baixinho sempre que tocava a minha pele.As roupas novas no closet carregavam um cheiro limpo que me fazia engasgar se eu respirasse fundo demais. Até o ar das saídas de ventilação parecia diferente.Eu não queria dizer que odiava como eu me sentia ou o que estava a começar a parecer. Mas uma coisa era certa, eu não gostava que ninguém me visse assim, especialmente o Sr. West. Não que

  • Casa do Amor e do Luar: Um Livro Cheio de Desejos   Capítulo 4: Mantenha Distância 2

    A Surrogate Particular do Alfa Gunnar West~Eu voltei para as projeções europeias. O ajuste de moeda tinha afetado duas das holdings menores mais do que o esperado. Eu fiz anotações na margem e enviei uma mensagem curta ao diretor financeiro pedindo um cronograma revisado até o final do dia.O resto da manhã continuou com ligações, documentação e tomada de decisões. Eu não pensei no apartamento de novo até Caspian entrar pouco antes do meio-dia com uma pasta sob o braço.Ele a colocou na mesa sem se sentar.“Avaliação de risco atualizada para o lado de Singapura,” ele disse. “Eu sinalizei as duas cláusulas que ainda precisam de linguagem mais apertada.”Eu abri a pasta e vasculhei as páginas marcadas. “Estas são aceitáveis com as mudanças.”“Eu vou ter que implementá-las legalmente,” ele disse, mas permaneceu de pé.Eu levantei o olhar. “Mais alguma coisa?”Caspian sacudiu a cabeça uma vez. “Nada, só garantindo que você viu a nota sobre o apartamento mais cedo.”“Eu vi.”Ele me obse

  • Casa do Amor e do Luar: Um Livro Cheio de Desejos   Capítulo 3: Mantenha Distância

    A Surrogate Particular do Alfa Gunnar West~A trilha ainda estava escura quando Caspian e eu saímos pelo portão dos fundos. Caspian corria à minha direita do jeito que sempre fazia, combinando meu ritmo sem esforço. Nós fazíamos esta rota há anos, na mesma distância e na mesma hora cedo. Os únicos sons na atmosfera eram nossos sapatos na terra compactada e o ocasional movimento de galhos acima.Nós corremos o primeiro trecho em silêncio. Eu preferia assim. A manhã era para limpar a cabeça antes do dia começar, não para conversa. Eu ficava feliz que Caspian sempre soubesse disso.Ele esperou até chegarmos à longa subida antes de falar. “A diretoria se estendeu ontem,” ele disse.“Eles queriam números mais firmes sobre Singapura.” Eu passei os dedos pelo cabelo.“Você deu a eles o cronograma.”“Eu dei,” eu respondi enquanto continuávamos subindo.Minha respiração permaneceu uniforme assim como a de Caspian. No topo da colina o caminho se nivelou e o céu tinha começado a clarear.Caspi

บทอื่นๆ
สำรวจและอ่านนวนิยายดีๆ ได้ฟรี
เข้าถึงนวนิยายดีๆ จำนวนมากได้ฟรีบนแอป GoodNovel ดาวน์โหลดหนังสือที่คุณชอบและอ่านได้ทุกที่ทุกเวลา
อ่านหนังสือฟรีบนแอป
สแกนรหัสเพื่ออ่านบนแอป
DMCA.com Protection Status