Share

Capítulo 5

Penulis: Deep ink
last update Tanggal publikasi: 2026-08-31 18:29:59

Seduzindo o Alfa

Azalea~

A boate Velvet Eclipse ficava cravada nas entranhas da encosta da montanha, um covil de luzes vermelhas, graves pesados e lobos descontrolados que vinham até aqui para caçar ou virar caça.

Dei um passo para dentro sentindo-me presa e predadora ao mesmo tempo; meu coração disparou ainda mais rápido, mas me mantive firme.

O vestido preto curto que eu usava era puro pecado. Mal cobria minha bunda, e o decote despencava tão baixo que meus seios estavam a um movimento em falso de saltarem para fora por completo. Sem sutiã. Sem calcinha. Apenas a pele nua e sensível por baixo, já escorrendo pela mistura de fúria e expectativa doentia que fervia dentro de mim.

A cada passo, o tecido roçava contra a minha buceta inchada, disparando fagulhas indesejadas pela minha espinha.

Eu estava aqui para devolver o cartão dourado dele.

Pelo menos essa era a desculpa que eu não parava de repetir na minha cabeça enquanto cruzava a multidão em direção à área VIP.

Roman estava sentado sozinho em um camarote às sombras, como se fosse o dono da própria escuridão. As pernas bem abertas, um braço apoiado com desleixo no encosto do estofado, sua silhueta imponente relaxada, mas emanando puro perigo. No segundo em que ele ergueu os olhos e os cravou em mim, o ar ao redor se transformou.

O olhar dele desceu lentamente pelo meu corpo, devorando cada centímetro de pele exposta, o jeito como o vestido se moldava a mim, escancarando minhas curvas. O modo como meus mamilos pressionavam com força contra o tecido fino.

Minha buceta contraiu forte diante daquele olhar. O calor inundou o meio das minhas pernas. Odiei a forma como meu corpo respondia a ele, como lembrava com perfeição de como ele tinha me preenchido até o limite naquela noite.

Caminhei em linha reta até o camarote e parei bem entre as pernas abertas dele, perto o bastante para que meus joelhos quase roçassem nos seus. Perto o suficiente para que, se ele estendesse a mão, pudesse deslizar os dedos para baixo do meu vestido e me encontrar encharcada.

— Vim devolver isto — falei, estendendo o cartão dourado. Minha voz saiu mais baixa e entrecortada do que eu gostaria.

Ele não pegou de imediato. Apenas continuou me encarando através daquela máscara gélida e impenetrável, maxilar travado, olhos tão escuros quanto a floresta lá fora.

Inclinei-me para a frente, curvando o corpo até meus seios ficarem a poucos centímetros do rosto dele:

— Você passou o dia inteiro me evitando depois que te vi fodendo aquela mulher no seu escritório. Pensei que talvez preferisse a coisa real. Alguém que realmente saiba como aguentar o seu pau.

Pousei uma das mãos sobre a coxa rígida dele, deslizando os dedos para cima, roçando bem perto do volume que eu já via se desenhar na calça dele:

— Não estou usando nada por baixo deste vestido, Roman. Minha buceta está nua. Ainda dolorida de tão fundo que você me fodeu. — Um sorriso discreto se abriu nos meus lábios. — Tudo o que você precisa fazer é enfiar a mão aqui por baixo e pegar o que quiser.

A respiração dele se manteve firme, mas notei a sutil contração em seu maxilar. A mão dele espasmou sobre o encosto do sofá, como se estivesse travando uma batalha contra a vontade de me agarrar.

Aproximei-me ainda mais, os lábios roçando na orelha dele, minha voz caindo em um sussurro rouco:

— Me curve sobre esta mesa. Me foda bem aqui, onde todo mundo possa ver. Me faça berrar o seu nome como da última vez. Me use. Me destrua de novo. Eu sei que você quer.

Por um único segundo, as pontas dos dedos dele roçaram na pele nua da minha coxa, perigosamente perto de onde eu latejava por ele. O ar me faltou. O calor se acumulou na base do meu ventre, esperando apenas que o dedo dele tocasse minhas dobras encharcadas.

Então, com um movimento seco e rápido, ele arrancou o cartão da minha mão, levantou-se bruscamente e se afastou sem pronunciar uma única palavra. Deixando-me parada ali como um brinquedo descartado no meio do setor VIP.

A rejeição bateu como um balde de água congelante escorrendo pelas minhas costas.

Cerrei os dentes enquanto me deixava cair devagar sobre o estofado do camarote, o peito oprimido, raiva e vergonha se entrelaçando em um sentimento asqueroso.

Meus olhos arderam com lágrimas que lutei para não deixar cair.

Ele não me queria. Não de verdade. Todo aquele fogo que jurei ter visto nos olhos dele antes não passava de ilusão da minha cabeça. Eu era só a Beta patética e rejeitada que havia sido humilhada em público.

Mesmo vestida desse jeito, mesmo me oferecendo com tanta clareza, ele era capaz de virar as costas como se eu fosse um nada.

Peguei um copo vazio sobre a mesa, enchi de uísque e entornei tudo em um único gole abrasador. O líquido desceu rasgando pela garganta, mas não fez nada para diminuir o peso da humilhação.

— Bastardo desgraçado — praguejei entredentes, enchendo outro copo. — Arrogante, babaca de coração de gelo. Tomara que o seu pau caia podre. Tomara que engasgue no próprio orgulho.

Copo após copo descia. O álcool queimava em minhas veias, deixando tudo mais nítido e mais confuso ao mesmo tempo. Minha cabeça girou. Minha buceta ainda latejava de raiva, frustrada e ignorada.

Um homem escorregou para dentro do camarote, sentando-se à minha frente. Era de boa aparência, mas nada comparado a Roman. Os olhos dele percorreram com fome meu corpo quase despido.

— Oi, gracinha. — Ele diminuiu o espaço entre nós. — Procurando companhia de verdade para esta noite? Esse vestido está implorando para ser arrancado. Eu poderia te levar para a sala dos fundos e afundar a minha cara no meio dessas pernas até você esquecer o que quer que tenha colocado essa cara fechada no seu rostinho lindo.

— Não estou interessada — rebati secamente, sem sequer olhar para ele direito.

Ele riu e chegou ainda mais perto:

— Qual é, não seja difícil. Uma mulher vestida assim, num lugar como este, está claramente doida para ser comida. Deixa eu sentir como essa buceta está molhada. Aposto que está escorrendo.

— Eu disse que não — explodi, levantando-me para sair, mas ele agarrou meu pulso e me puxou com violência contra o corpo dele.

A mão dele deslizou para baixo e agarrou a minha bunda por baixo do vestido curto, os dedos roçando na minha buceta nua e escorregadia.

— Larga de bancar a difícil, sua putinha...

A fúria arrebentou dentro de mim. Agarrei o copo e atirei o restante do uísque direto na cara dele.

Ele rugiu de raiva e me acertou um tapa brutal na bochecha. A dor explodiu pelo meu rosto. Minha cabeça estalou para o lado enquanto cambaleei para trás, sentindo gosto de sangue na boca.

Fiz menção de devolver o tapa, mas uma garrafa explodiu contra a cabeça dele com um estalo nauseante.

Roman surgiu como uma tempestade desgovernada. As narinas infladas, a testa franzida em fúria.

Ele caiu sobre o homem em um instante, desferindo socos com uma violência brutal e implacável. Golpe após golpe colidia com sons úmidos de ossos se partindo. Sangue espirrou pelo chão. O sujeito tentou reagir, mas foi inútil. Roman era puro ódio primitivo de Alfa: selvagem, imparável, inteiramente dominado pela violência.

— Pare! — gritei, agarrando o braço dele. — Roman, pare! Você vai matar ele!

Ele me empurrou para longe com tanta força que caí de volta sobre o estofado do camarote. Seus olhos estavam transtornados, completamente ferozes. Ele continuou socando, de novo e de novo, até que o homem parou de se mexer por completo. Restou apenas uma pilha ensanguentada e quebrada no chão da área VIP.

A boate inteira mergulhou em um silêncio sepulcral. Todos estavam encarando.

Fiquei ali paralisada, o coração martelando no peito, fitando o monstro que eu estava tentando seduzir. Encarando a força bruta e aterrorizante que ele mantinha escondida por trás daquela máscara fria.

Que diabos eu tinha começado?

E por que diabos uma parte de mim sentiu algo parecido com alívio pelo fato de ele ter vindo até mim?

Lanjutkan membaca buku ini secara gratis
Pindai kode untuk mengunduh Aplikasi

Bab terbaru

  • Casa do Amor e do Luar: Um Livro Cheio de Desejos   Capítulo 6: Quebrando a Regra

    A Surrogate Particular do Alfa Rosalith~Eu acordei já inquieta. Você sabe aquele tipo de inquietação que vive sob a pele e se recusa a ser racionalizada. Os comprimidos anti-náusea tinham tirado a ponta do vômito, mas deixaram todo o resto intocado. Meus pensamentos não ficavam num só lugar. Meu corpo sentia calor demais, depois frio demais, depois simplesmente faminto por algo que eu continuava tentando não pensar. Eu fiquei quieta por um longo tempo ouvindo o silêncio do apartamento e os sons distantes da casa principal, esperando que o sentimento passasse se eu desse silêncio o bastante.Não passou.Até meados da manhã a inquietação tinha se acomodado num puxão constante. Eu me movia da cama para a janela, da janela para a pequena área de estar, depois de volta de novo. Cada cheiro no apartamento sentia mais sensível do que deveria. O sabonete, a roupa limpa, o traço fraco de qualquer polish que a equipe usava na madeira, tudo pressionava contra meus sentidos até eu querer abrir

  • Casa do Amor e do Luar: Um Livro Cheio de Desejos   Capítulo 5: Os Hormônios Não Mentem

    A Surrogada Privada do Alfa Rosalith~Três semanas depois, a minha vida inteira começou a mudar assim como o meu corpo. A náusea já não batia na porta, ela entrava sempre que queria. Um minuto eu estava bem, no seguinte a boca se enchia daquele gosto metálico horrível e o estômago se dobrava sobre si mesmo.Eu tinha começado a manter bolachas na mesa de cabeceira e a me mover como se tudo dentro de mim pudesse derramar se eu virasse rápido demais. O sono vinha como um pesadelo. E o meu nariz… Deus, o meu nariz tinha se tornado um traidor. O sabonete do banheiro cheirava tão terrível, e eu sempre xingava baixinho sempre que tocava a minha pele.As roupas novas no closet carregavam um cheiro limpo que me fazia engasgar se eu respirasse fundo demais. Até o ar das saídas de ventilação parecia diferente.Eu não queria dizer que odiava como eu me sentia ou o que estava a começar a parecer. Mas uma coisa era certa, eu não gostava que ninguém me visse assim, especialmente o Sr. West. Não que

  • Casa do Amor e do Luar: Um Livro Cheio de Desejos   Capítulo 4: Mantenha Distância 2

    A Surrogate Particular do Alfa Gunnar West~Eu voltei para as projeções europeias. O ajuste de moeda tinha afetado duas das holdings menores mais do que o esperado. Eu fiz anotações na margem e enviei uma mensagem curta ao diretor financeiro pedindo um cronograma revisado até o final do dia.O resto da manhã continuou com ligações, documentação e tomada de decisões. Eu não pensei no apartamento de novo até Caspian entrar pouco antes do meio-dia com uma pasta sob o braço.Ele a colocou na mesa sem se sentar.“Avaliação de risco atualizada para o lado de Singapura,” ele disse. “Eu sinalizei as duas cláusulas que ainda precisam de linguagem mais apertada.”Eu abri a pasta e vasculhei as páginas marcadas. “Estas são aceitáveis com as mudanças.”“Eu vou ter que implementá-las legalmente,” ele disse, mas permaneceu de pé.Eu levantei o olhar. “Mais alguma coisa?”Caspian sacudiu a cabeça uma vez. “Nada, só garantindo que você viu a nota sobre o apartamento mais cedo.”“Eu vi.”Ele me obse

  • Casa do Amor e do Luar: Um Livro Cheio de Desejos   Capítulo 3: Mantenha Distância

    A Surrogate Particular do Alfa Gunnar West~A trilha ainda estava escura quando Caspian e eu saímos pelo portão dos fundos. Caspian corria à minha direita do jeito que sempre fazia, combinando meu ritmo sem esforço. Nós fazíamos esta rota há anos, na mesma distância e na mesma hora cedo. Os únicos sons na atmosfera eram nossos sapatos na terra compactada e o ocasional movimento de galhos acima.Nós corremos o primeiro trecho em silêncio. Eu preferia assim. A manhã era para limpar a cabeça antes do dia começar, não para conversa. Eu ficava feliz que Caspian sempre soubesse disso.Ele esperou até chegarmos à longa subida antes de falar. “A diretoria se estendeu ontem,” ele disse.“Eles queriam números mais firmes sobre Singapura.” Eu passei os dedos pelo cabelo.“Você deu a eles o cronograma.”“Eu dei,” eu respondi enquanto continuávamos subindo.Minha respiração permaneceu uniforme assim como a de Caspian. No topo da colina o caminho se nivelou e o céu tinha começado a clarear.Caspi

  • Casa do Amor e do Luar: Um Livro Cheio de Desejos   Capítulo 2: Ponto de Partida

    A Surrogada Privada do AlfaRosalith~Eu cheguei à suíte médica privada às 8h47. O andar era como um cemitério, mais silencioso do que o de cima, o ar mais frio com luzes brancas.Uma enfermeira de jaleco cinza-claro pegou o meu nome sem conversa fiada e me levou a um vestiário. O avental que me deram era fino como papel e aberto nas costas. Eu dobrei as roupas num monte arrumado, amarrei o avental o mais apertado que deu e me sentei na mesa de exame com os pés descalços pendurados acima do chão.O médico entrou primeiro, era um homem de meia-idade, rosto sem expressão, e luvas já colocadas. O Gunnar West o seguiu dois passos atrás, vestindo outro terno escuro, este quase preto, e tomou posição perto da parede com os braços soltos ao lado do corpo. Ele não me cumprimentou como esperado, simplesmente observou.“Deite-se,” o médico disse.Eu fiz o que me foi dito, a folha de papel sob mim farfalhando. As mãos do médico eram experientes e impessoais enquanto ele verificava o meu pulso, p

  • Casa do Amor e do Luar: Um Livro Cheio de Desejos   Casa de Luxúria e Luar: (História 7/A Mãe de Aluguel Particular do Alfa)

    Capítulo 1: O Contrato Rosalith~O elevador subiu suave demais, sem chocalho, sem atraso, apenas uma subida silenciosa que apertou meu estômago. Eu olhei para o meu reflexo na parede espelhada, cachos escuros caindo sobre um ombro, a seção prateada-branca emoldurando o outro lado do rosto, as manchas irregulares de pele mais clara nas bochechas e clavícula que nenhuma quantidade de corretivo conseguia esconder completamente.Meus olhos heterocromáticos me encararam de volta: um verde, um azul. Eu parecia alguém que já tinha perdido tudo e estava prestes a assinar o que restava.Eu tinha vestido o único vestido decente que ainda possuía. Preto, simples, mangas longas que cobriam a maior parte das marcas que a rejeição de Finn tinha deixado no meu orgulho, se não na pele. A pasta sob o braço guardava registros médicos, exames de sangue e a papelada desesperada que provava que eu estava limpa, fértil e, o mais importante — virgem. A agência já tinha me examinado. Esta reunião era o últ

Bab Lainnya
Jelajahi dan baca novel bagus secara gratis
Akses gratis ke berbagai novel bagus di aplikasi GoodNovel. Unduh buku yang kamu suka dan baca di mana saja & kapan saja.
Baca buku gratis di Aplikasi
Pindai kode untuk membaca di Aplikasi
DMCA.com Protection Status