เข้าสู่ระบบCapítulo 194 — Por que ela? William RobinsonAdrian travou o maxilar, abrindo a boca para retrucar, mas a menção ao ciúme que ele mesmo nutria pela Vic o pegou de surpresa. O bilionário apenas respirou fundo, passando a mão pela nuca e balançando a cabeça em silêncio.Augustus interveio de imediato, a postura rígida, a voz saindo baixa e controlada, mas com aquele tom definitivo de quem encerrava qualquer debate.— Adrian, Karen... peço desculpas pela situação. Nós encerramos os detalhes da transição amanhã pela manhã. — Ele se virou para mim, pegando a pasta de couro sobre a mesa lateral e segurando o meu antebraço com firmeza inabalável. — Nós vamos para casa agora, William.— Eu não terminei de... — tentei soltar o braço, mas Augustus não deu brecha.— Nós vamos embora agora — ele repetiu, o olhar azul cravado no meu com uma seriedade que não admitia réplicas.Ele me conduziu para fora da sala sem olhar para trás. Karen permaneceu estática ao lado da mesa do Adrian, com o rosto pá
Capítulo 193 — O Fantasma de EsmeraldaWilliam RobinsonO sangue subiu para a minha cabeça com a força de um maremoto.O meu coração martelava na garganta, misturando raiva, humilhação e uma dor cortante que eu nunca esperei sentir dentro daquela empresa. A visão da mão perfeitamente esmaltada daquela mulher repousando no braço do meu homem, e o som daquele “Gu” saindo dos lábios dela com tanta intimidade, apagaram qualquer resquício de diplomacia que eu pudesse ter acumulado ao longo da vida.Empurrei a porta de carvalho com as duas mãos. A madeira pesada bateu contra o batente com um estrondo seco que ecoou por todo o quadragésimo andar.Adrian ergueu a cabeça da papelada no mesmo segundo, com a caneta suspensa no ar e as sobrancelhas franzidas em alerta. Karen recolheu a mão do braço de Augustus em um sobressalto, virando-se para a entrada com uma expressão de espanto polido. E Augustus... Augustus travou a mandíbula, os olhos azuis faiscando de surpresa ao me ver parado ali, com
Capítulo 192 — Coincidência William Robinson — Algum problema com o fluxo das minutas contratuais por aqui, senhor Weber? — soltei a voz em um tom melodioso, mas afiado como lâmina cirúrgica. — Porque até onde a minha memória de diretor administrativo me permite lembrar, reuniões de comitê não acontecem encostadas no balcão da minha secretária executiva.Luka se endireitou devagar, piscando com um falso desdém.— Senhor Robinson. Estava apenas propondo um alinhamento durante o intervalo.— Pois “desproponha” imediatamente, querido. — sorri com todos os dentes, sem nenhum pingo de calor nos olhos. — A senhorita Olsen tem a agenda do almoço absolutamente bloqueada comigo e com a alta cúpula da família Foley. E, para o seu próprio bem e para a integridade física dos seus dentes perfeitos, sugiro que qualquer convite futuro passe formalmente pela minha aprovação antes de chegar a esta bancada. O consórcio alemão foi contratado para analisar navios e fretes, não para praticar insistência
Capítulo 191 — Algum problema? WilliamA luz suave da manhã filtrava pelas cortinas de linho cru da suíte principal, desenhando listras douradas sobre o lençol de fios egípcios. Abri os olhos devagar, espreguiçando-me com a calma de quem valoriza o sono de beleza como um rito sagrado. Ao meu lado, o espaço na cama já estava vazio e arrumado com uma precisão cirúrgica de dar inveja a qualquer camareira de hotel cinco estrelas.Augustus era incapaz de acordar sem esticar cada centímetro do edredom. Aquele homem funcionava em uma disciplina incompreensível para meros mortais como eu, mas era exatamente essa pose austera que me fazia suspirar todos os dias.Estendi o braço preguiçoso até a mesa de cabeceira e puxei o celular. Quando desbloqueei a tela, o visor quase caiu no meu nariz: havia nada menos que oitenta e sete notificações acumuladas no grupo “Meninas de Ouro & William”, todas disparadas a partir das seis da manhã.Abri o aplicativo piscando contra a claridade e rolei até a pr
Capítulo 190 — Duas Linhas e um DestinoSara OlsenDepois de uma noite em que a nossa cama parecia ter se transformado em um campo de batalha e de redenção ao mesmo tempo, eu tinha certeza absoluta de que nada no mundo seria capaz de abalar o que eu sentia por esse homem.Henry era intenso, turrão, possessivo até o limite da sanidade quando o ciúme o cegava, mas a verdade mais pura da minha existência era que eu o amava com cada célula do meu corpo. Amar Henry Reeves não era uma escolha racional; era uma força da natureza. A forma como ele tinha me despido de cada receio, a entrega dele, o pedido sincero de perdão e a promessa de se policiar para não me sufocar provavam a sua devoção por mim.O coração dele era inteiramente meu, assim como o meu era dele. Depois do nosso momento, tomamos um banho juntos sob a água morna, rindo, trocando carícias lentas e cúmplices, até ele insistir em pedir o nosso jantar para comemorar a nossa trégua.O problema é que o meu estômago parecia ter outr
Capítulo 189 — PromessasHenry ReevesDeslizei as mãos pela barra da camiseta de algodão dela, puxando o tecido por cima da cabeça e jogando-o no chão escuro. Meus olhos devoraram a visão dos seios fartos e empinados, os bicos rígidos pelo frio do quarto e pela quentura que subia entre nós. Acariciei a curva das suas costelas antes de descer as calças do pijama junto com a calcinha de renda, livrando-a de qualquer barreira.Sara gemeu alto quando a minha boca encontrou um dos seus mamilos, sugando com firmeza enquanto a minha mão direita descia pelas suas coxas macias até se enfiar no calor molhado e escorregadio do seu centro. Ela estava pronta para mim, ensopada de desejo. Massageei seu clitóris com o polegar enquanto dois dedos deslizavam para dentro, tirando dela um suspiro manhoso que ecoou pelas paredes do quarto.Me livrei da minha cueca em um movimento rápido e impaciente. Posicionei meu quadril entre as pernas abertas dela, segurando suas coxas com força e encarando os olhos







