FAZER LOGINO jantar já estava me deixando um pouco desconfortável, pensando que depois eu teria que acompanhar Mark em seu carro até a casa dele, e teria que dormir em um quarto que não era meu em uma casa que, embora quando nos casássemos também fosse minha, por enquanto era apenas de Mark Harris, e acima de tudo, eu tinha que usar as mesmas roupas no dia seguinte, Eu teria que usar as mesmas roupas no dia seguinte, porque, no meu nervosismo, não me lembrei de levar minhas roupas da casa dos meus pais, mas Harris continuava me olhando com um meio sorriso nos lábios vermelhos e carnudos, como se estivesse adivinhando o que eu estava pensando naquele exato momento.
- Sofia, amanhã, teremos que nos tratar pelo primeiro nome na frente da minha filha, terei que abraçá-la e beijá-la, espero que isso não seja inconveniente para você, porque, como sabe, em dois dias você será minha esposa e isso é natural em um casamento - ele me disse. - Tudo bem, Mark, vejo que você não quer surpresas, mas quer me deixar desconfortável", respondi. Mark soltou uma gargalhada alta enquanto colocava mais vinho em nossas taças. - Não quero incomodá-lo, mas quero ver como minha filha reage ao saber que vai ter uma mãe. Depois que vocês dois estiverem juntos, irei para o meu escritório, pois a reunião que tivemos hoje atrasou meu trabalho. Mark tirou um cartão de crédito da carteira para pagar o jantar, e o garçom veio à nossa mesa para pegá-lo. Assim que o garçom retornou à mesa e o devolveu a Mark, nós dois nos levantamos de nossas cadeiras, Harris colocou a mão em minhas costas como quando entramos no restaurante, indicando a porta de saída do restaurante, vendo quando saímos do restaurante, que o carro de Mark Harris já estava na entrada, onde o motorista já nos aguardava com a porta do veículo para que pudéssemos entrar e sentar, em seguida o motorista fechou a porta, saindo daquele local. Quando o motorista parou o carro e abriu a porta para nós, Mark foi o primeiro a sair, ele me ofereceu sua mão para me ajudar a sair do carro, mas quando senti a mão quente de Mark, olhamos nos olhos um do outro, Percebi em seus olhos o desejo de esticar minha mão para que eu caísse em seus braços, vendo como ele molhava os lábios com a língua, o que me fez perceber o desejo que ele tinha de unir seus lábios aos meus, mas imediatamente retirei minha mão e nós dois entramos naquela linda casa, até onde eu podia ver quando entramos. Mark Harris me deixou andar na frente dele, notando o amplo saguão e uma ampla escadaria branca que levava ao andar superior. Uma vez lá em cima, vi uma grande porta de vidro, onde se podia ver uma bela lareira e dois grandes sofás com uma grande mesa cercada por cadeiras modernas ao fundo. Mark me fez segui-lo até um belo quarto, onde tudo estava arrumado, cortinas, edredom, almofadas e até mesmo o tecido do grande sofá interno. - Esse será o seu quarto até nos casarmos, então você dormirá no meu quarto e na minha cama comigo", disse Harris. - Desculpe-me, mas não tenho roupas para dormir e amanhã terei que usar o mesmo vestido que estou usando hoje, não tive tempo de fazer as malas - eu disse a ele. - Não se preocupe com isso, Adela, minha empregada lhe deixou uma camisola sobre a cama, e posso lhe garantir que nenhuma das minhas conquistas a usou, pode ficar tranquila, amanhã quando acordar terá meu guarda-roupa cheio de roupas, já dei ordem para que logo pela manhã suas roupas estejam em minha casa - disse-me ele. - Você tem tudo planejado, não tem? - perguntei - Boa noite, Sofia, espero que você descanse um pouco, amanhã certamente será um longo dia para nós dois", disse Harris, saindo de repente do quarto. Na manhã seguinte, acordei um pouco assustado ao ouvir Marcos e a pequena Cintia gritando e rindo no corredor. Levantei da cama, fui para o banheiro no mesmo quarto, tirei a roupa e entrei no chuveiro. Assim que terminei, cobri meu corpo com uma das toalhas que estavam dentro do quarto, sentei na cama para me secar quando, de repente, ouvi uma batida na porta. Levantei-me para abrir a porta e ver quem era, mas não tive tempo de chegar até ela e vi uma mulher não muito idosa de cabelos castanhos entrando. - Bom dia senhora, meu nome é Adela e eu presto serviço ao Sr. Harris, trago aqui algumas roupas dele, ele me pediu para deixá-las no sofá, mas vejo que ele já se levantou, se precisar de mais alguma coisa, por favor, me peça - disse a mulher me entregando as roupas que segurava em suas mãos. - Muito obrigada, Adela, meu nome é Sofia e agradeço por ter me trazido minhas roupas, pois eu só tinha o vestido que trouxe ontem à noite - disse a ela. - Se precisar de alguma coisa, não hesite em me dizer", disse ele, saindo imediatamente do quarto. Depois de colocar minha lingerie, peguei o vestido que Adela havia me trazido para vestir, quando, de repente, bateram na porta do quarto. Imediatamente vesti o vestido e fui até a porta para abri-la e vi Mark Harris do outro lado. - Bom dia, Sofia, espero que você tenha tido uma boa noite de sono", disse ele. - Descansei muito bem, obrigado, agora pode me dizer o que estamos fazendo, onde está a pequena Cinzia? - perguntei - Vamos, venha comigo, minha filha está brincando com seus brinquedos na sala de estar", disse Harris, oferecendo-me a mão para que ambos pudéssemos ir até onde a menina estava. Ver Harris vestido casualmente, com jeans apertados marcando o que ele um dia seria para mim e uma camisa polo marcando seu abdômen duro, me fez engolir saliva por um momento, pois com aquela camisa polo justa ao corpo marcando a musculatura daquele homem, seus ombros fortes marcando seus músculos duros, me fez pensar que, como ele me disse, quando queria que eu fosse sua mulher em sua cama, com aquela musculatura ele poderia me forçar se quisesse, já que eu era bem pequena e meus músculos eram macios, ele sabia perfeitamente que eu não teria escapatória com um homem assim. Ver Mark Harris vestido daquele jeito, me deu a impressão de que eu já estava amarrada a um homem do qual eu não sabia absolutamente nada, mas tinha muito claro o que ele queria, apesar de estarmos simplesmente ligados por um contrato de casamento, mas eu tentei não pensar nisso, a única coisa que eu estava ansiosa agora era estar com a minha filha, brincar com ela, para ela me conhecer e eu conhecê-la, já que quando ela nasceu eu nem tive permissão para vê-la, a parteira que me ajudou no parto a levou embora imediatamente, por ordem dos meus pais. Quando entramos no quarto onde minha filha estava, pude ver como Mark tinha um meio sorriso em seus belos lábios olhando para sua filha, e então olhei para os bichinhos de pelúcia no tapete onde minha filhinha estava, sem conseguir tirar os olhos, percebendo como algumas pequenas lágrimas caíam pelo meu rosto. - Cintia, querida, você se lembra da Sofia? - Mark perguntou à filha Mas a menina se divertia com seus bichos de pelúcia. - Você não vai dizer nada a ela? Ela está aqui para brincar com você", disse o pai. A menina levantou o rostinho, levantou-se e correu com suas pernas curtas até o pai, envolvendo seus bracinhos em volta do pescoço dele, enquanto Mark a tomava nos braços e a menina escondia o rostinho no pescoço do pai, como se estivesse envergonhada. - Cintia, querida, ontem você gostou da Sofia, --- disse Mark - Sim, e ela é muito bonita e simpática, papai", disse a menina em voz baixa para o pai. - Cintia meu amor, quer brincar comigo, eu vim te ver, e brincar com você, você sabe que é muito linda, sabia? - Eu disse tentando ter um pouco de relacionamento com minha filhinha. - Você quer brincar comigo ali? - perguntou a menina, apontando para o carpete com o dedo mindinho. -- O que você quer que a gente toque? - Eu perguntei - Vamos trocar meus ursos, eles estão com fome", disse ele, A pequena Cintia levantou os bracinhos, incentivando-me a tirá-la dos braços do pai, e nós dois nos sentamos no grande tapete onde ela tinha todos os seus brinquedos. Cintia começou a sorrir e a me dar algumas de suas bonecas, bem como os copinhos e fraldas que estavam ali, fazendo-me sentir a emoção de ver uma menina tão doce e meiga absorta em seus brinquedos, oferecendo alguns deles, fazendo-me sentir que, embora eu a tivesse dado para adoção quando ela nasceu, eu queria e sentia que ela deveria estar na vida de minha filha, já que eu estava começando a senti-la como o que ela era, absolutamente minha. Olhei para Harris e vi em seus olhos o quanto ele estava apaixonado por sua filhinha. Ele foi até onde eu estava e gentilmente pegou meu queixo para olhar para ele e me deu um pequeno beijo nos lábios. Levantei-me do tapete surpresa com o gesto de Harris, sentindo então suas mãos em minha cintura e depois em meus braços pressionando meu corpo contra seu peito, dando-me vários beijos doces nos lábios, os quais não pude recusar, pois o calor que sentia de Harris, me dizia que esse homem tinha muito amor para dar.Harris continuou beijando meus lábios com um carinho e compreensão calorosos, embora a intensidade de nossos beijos estivesse crescendo pouco a pouco, retirando-me de seu corpo de repente, sentindo minhas bochechas queimarem por causa da vergonha que eu acabara de passar. - Fosia, meu ursinho está com fome, você pode me ajudar a alimentá-lo? - perguntou Cintia, fazendo seu pai e eu rirmos. - Querida, quer que mostremos seu quarto à Sofia? - perguntou Harris, Cinzia balançou a cabeça afirmativamente, levantou-se do tapete, pegou a mão do pai e conduziu Harris e eu para fora da confortável sala de estar até uma das portas fechadas no corredor. Mark abriu a porta, emocionando-me quando entramos e eu a vi. Havia várias fotos de minha filha e rabiscos que ela havia feito pendurados na parede, bonecas sobre sua cama, em cima de prateleiras e poltronas, móveis modernos demais para uma menina tão pequena, estrelas e luzes que Harris me disse que brilhavam no teto à noite com as luzes apagadas, prateleiras cheias de histórias infantis e todos os tipos de acessórios para uma criança tão pequena quanto a pequena Cinzia. De repente e sem que eu ou seu pai esperássemos, Cintia soltou a mão de Mark e correu pelo corredor em direção a um quarto que eu ainda não tinha visto. Mark e eu corremos atrás da menina e entramos no quarto, observando como a menina tentava subir na cama que estava lá, fazendo-a sorrir mais por ver o grande esforço que estava fazendo, até que seu pai a pegou e a deixou em cima daquela cama enorme. - Tosia, este é o meu pai", disse ele, fazendo-me corar. Cinzia se levantou da cama para pular, mas o pai imediatamente a pegou nos braços, observando o rosto da menina enquanto ela fazia beicinho de raiva. - Cinzia, você não pode fazer isso, pode cair no chão e se machucar, meu amor", disse Mark, com uma voz doce. Mark colocou a menina no chão, observei enquanto ela pegava uma foto de cima de uma das mesas, mostrando-a para mim, sentei-me com a menina na cama, peguei a foto e vi um Mark Harris sorridente com uma linda menina nos braços. - Essa é você? - perguntei, apontando para o bebê com o dedo, enquanto a garotinha com o dedo na boca dizia sim com sua linda cabecinha, o que me deu uma sensação que pensei que nunca teria ao acariciar uma de suas bochechas, dando-lhe um beijo suave em seguida. Aquele dia estava sendo realmente muito especial para mim, eu estava com minha filha de verdade, Mark Harris, um homem incrivelmente bonito, me beijou e me abraçou como se fôssemos realmente um casal, eu podia ver fotos incríveis da minha filhinha e eu ainda não tinha terminado aquele dia delicioso e incrível.Acordar em Paris e com o homem que eu amava foi uma das experiências mais majestosas que a vida me proporcionou, porque depois do aniversário de minha filha Cinzia, meus pais ficaram alguns dias em nossa casa com as crianças, para que meu marido pudesse me fazer essa magnífica surpresa. Acordei na suíte nupcial daquele hotel, acariciando meu rosto com os raios de sol que entravam pelo pequeno terraço do quarto e nos braços de meu marido. Eu queria sair da cama quando os braços de Mark envolveram meu corpo, sentindo sua respiração quente em meu pescoço.- Bom dia, Sra. Harris", disse ele, vendo um lindo sorriso em seus belos lábios, fazendo-me rir como um tolo.- Bom dia, Sr. Harris - respondi, aproximando meus lábios de seus lábios perfeitos.-- Você quer dar uma volta ou prefere ficar no quarto o dia todo? - perguntei, colocando seu corpo sobre o meu, ambos nus.- Não, eu quero conhecer a cidade do amor", eu disse sorrindo.- Então, seus desejos são minhas ordens, minha querida espos
Depois daquela noite em que meu marido se embriagou e vomitou no banheiro, batendo a cabeça e ficando com uma ferida profunda que demorou muito tempo para parar de sangrar, nossa vida mudou muito, Mark ficava mais em casa, saíamos para jantar sozinhos, fazíamos longas caminhadas por Nova York, nos abraçávamos, nos amávamos na cama, com desejo e paixão, Eu não podia mais amamentar meu filho, pois entre a febre alta e toda a medicação que nosso médico me receitou, tive que trocar a amamentação do meu filho pela mamadeira, o que, quando me recuperei, me deu um pouco mais de tempo livre, pois comecei a trabalhar no escritório de advocacia, mas sempre com um horário em que conciliava meu trabalho com o do meu marido e o dos meus filhos. No aniversário de quatro anos da minha filha, Mark e eu tiramos alguns dias de folga para preparar a festa de aniversário da nossa pequena Cintia. Junto com a Violeta, preparamos todo o jardim com balões, piscina de bolinhas, colchões infláveis para as cri
Quando fui encurralada pelo meu marido, olhei fixamente para seus belos olhos verdes, temendo o que aconteceria em seguida, Mark pegou minhas mãos, colocando meus braços atrás do meu corpo, segurando meus braços com apenas uma mão, ele colocou a outra mão através do corte do meu vestido, tirando-os, acariciando meu sexo com seus dedos, fazendo-me gemer, "Sinto muito", disse ele.- Você é minha, entendeu? somente eu e nada mais além de mim pode tocar seu corpo", disse ele, "Ssofia, diga-me de quem você é? vamos, diga, a quem você pertence", disse ele enquanto continuava a acariciar meu sexo.- Mark, eu sou sua, você sabe disso, mas me solte", implorei. Mark não deu atenção à minha súplica, colocou as mãos em minhas nádegas, levantando-me alguns centímetros do chão, sentindo a cabeça de seu membro na entrada de meu sexo, quando abriu o zíper de sua calça? a verdade é que não sei. Ele rasgou a fita do meu vestido que cruzava meu peito, deixando-me com os seios nus e à mercê de meu marid
A noite passou quase voando, comemos, conversamos e conhecemos mais pessoas, pelo menos eu, que raramente tinha ido a um evento com Mark. Quando estávamos com outras pessoas, levantei os olhos procurando meu marido, nós dois cruzamos nossos olhares, eu lhe soprei um beijo enquanto ele sorria para mim com seu lindo sorriso, logo depois meu marido veio até onde eu estava, envolvendo seus braços ao redor da minha cintura e me beijou no meu ombro nu ou na minha bochecha. Embora de vez em quando eu notasse como essa mulher, Ava, tocava o braço de William, o homem inclinava a cabeça para ouvir o que ela estava sussurrando em seu ouvido lá fora, com uma expressão indulgente no rosto. William se aproximou de nós com sua esposa logo depois, para nos dizer que eles estavam nos esperando para almoçar no dia seguinte, embora Mark já tivesse dito a ele para esperá-lo em sua empresa, eu pensei que era gratidão que eles estavam tentando nos mostrar, mas eu não podia deixar meu bebê sozinho por muito
Mark continuou a massagear minhas nádegas e meu buraquinho, inserindo um dedo primeiro, fazendo-me sentir um pouco de dor, depois inseriu um segundo dedo enquanto beliscava e esticava meu mamilo dolorido, agarrando meu braço e colocando minha mão sobre meu sexo.-- Vamos, faça isso - ele sussurrou em meu ouvido.Quando comecei a acariciar meu sexo, senti meu marido lentamente e pouco a pouco, ele estava inserindo seu membro, depois retirando-o, depois inserindo-o novamente até que, no final, eu gritei, sentindo todo o seu comprimento dentro de mim, meu marido se movendo cada vez mais forte, segurando meus quadris com as mãos para ajudá-lo a empurrar, enquanto ele entrava e saía de mim com cada vez mais força, puxando minhas costas contra seu peito, beijando e lambendo meu pescoço, enquanto seus dedos brincavam com meus mamilos, cobrindo minha boca com a sua, enquanto nós dois chegávamos ao clímax, depois nos deitamos na cama, exaustos e sem fôlego, meu marido embalando meu corpo em se
Fiquei olhando para o chão, com os braços apertados contra o peito, enquanto sentia que a descoberta de Mark sobre mim me deixava vulnerável e constrangida, embora eu não quisesse ou desejasse fazer sexo com meu marido por causa do que aconteceu em seu escritório com Melissa.- Sinto muito, Mark", disse em voz baixa, sem ousar olhar para meu marido.- Então não me tome por idiota novamente, por favor", exigiu meu marido.Assenti com a cabeça, sem ousar falar com meu marido.-- Felizmente, Sofia, há muitas coisas que podemos fazer sem medo de que você engravide", disse ele como se estivesse rindo de mim, pois eu podia ver um sorriso malicioso em seus lábios.Encostei-me na cama, enquanto Mark e eu olhávamos nos olhos um do outro.- Vamos, Sofia, querida, é uma brincadeira", disse Mark, aproximando-se de mim e abraçando meu corpo.- Não é engraçado, Mark - eu disse-- Ok, querida, me desculpe", disse ele, colocando os dedos no meu queixo, levantando meu rosto para olhar para ele.- Entã







