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Viajando

Penulis: Romênia
last update Tanggal publikasi: 2026-10-02 12:06:30

Era sábado, um dia de sol maravilhoso, quando seguimos para uma casa de veraneio em Ubatuba, no litoral de São Paulo, para comemorar o aniversário de Rafaela, uma amiga muito próxima da minha esposa. Eu me chamo Lucas, tenho trinta e oito anos, sou alto, tenho pele clara, cabelos castanhos curtos, barba cerrada e olhos verdes. Minha esposa, Ana Maria, tem trinta e quatro anos, cabelos ruivos, longos e ondulados, pele clara, algumas sardas espalhadas pelo rosto e pelo colo e um corpo cheio de cu
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  • Desejo Lascivo   Uma dívida indecente Vendida ao Agiota 26

    Samurai soltou o ar pelo nariz, devagar, e balançou a cabeça.— É, eu sei. Posso imaginar — disse Samurai, olhando para a rua.— Mas bora pra minha casa, pô. Você não precisa ficar comigo, não. Se você quiser dar, eu quero te comer, lógico — continuou ele, rindo com gracinha.— Mas bora lá ficar de boa. Vai lá pegar suas coisas. É sério. Você toma um banho quentinho, fica assistindo uma televisão, faz uma pipoquinha. Se quiser, pede até um lanchinho pra você. Oque você acha?Nayala começou a rir, o achando muito fofo e gentil. Um riso de verdade, quase engasgando com o drink. Virou o rosto para ele e ficou olhando de cima a baixo, desconfiada, com a sobrancelha levantada.— Nossa, tudo isso? Em troca de nada? — perguntou Nayala, debochada.— Hum, sei. Quando a esmola é demais, o santo desconfia, né, gato? Porque você é bonito, mas você é super mal falado, tá ligado? Eu não sou sua fã, não.Ela deu mais um gole, mexendo o canudo no fundo do copo, onde estavam os pedacinhos de morango.

  • Desejo Lascivo   Uma dívida indecente Vendida ao Agiota 25

    O vento estava gelado, Samurai ficou parado ali alguns segundos, olhando para a casa escura, e então se lembrou do copão que tinha deixado no porta-copos do carro. Tinha preparado o drink na adega antes de sair, de morango, do jeito que ele mesmo gostava, dizendo para si mesmo que era só por garantia, caso tivesse coragem de passar lá.Voltou até o carro, abriu a porta, pegou o copão suado de gelo e voltou para o portão.— Nayala! Ô, Nayala! — chamou Samurai, alto, olhando para a janela.Nada aconteceu por um tempo. Um cachorro latiu na casa do lado. Ele ia desistir quando viu a luzinha fraca se mexendo atrás da cortina da sala, tremida, amarelada, como se alguém estivesse carregando uma vela de um cômodo para o outro.A porta da frente se abriu devagar, só uma fresta primeiro, e depois inteira.Nayala apareceu na varanda descalça, com os cabelos longos soltos e meio embaraçados caindo pelos ombros. Estava com um baby doll de cetim rosa clarinho, de shortinho curto com rendinha na bar

  • Desejo Lascivo   Uma dívida indecente Vendida ao Agiota 24

    Nos dias seguintes, Nayala tentou voltar à rotina, acordava cedo, tomava os remédios, trocava o curativo como dava, ficava se olhando no espelho, pensando na vida e saía para a rua procurar qualquer coisa que desse algum dinheiro.O braço ainda doía, o joelho ainda estava roxo e inchado, mas ela não tinha escolha. As contas estavam se acumulando, a geladeira estava quase vazia e a reserva que ela tinha guardado estava zerada.No primeiro dia, uma vizinha da rua de baixo, que revendia produto de limpeza, conseguiu para ela uma caixa de cartelas de Super Cap, para vender na rua. Nayala nem sabia direito como funcionava, mas pegou a caixa, colocou um boné, prendeu o cabelo e foi para a avenida com uma camiseta fazendo propaganda, uma calça legging e o chinelo de dedo.A maioria das pessoas só a ignorava. Uns olhavam para ela de cima a baixo, outros faziam que não com o dedo, outros fingiam mexer no celular. Um motoboy buzinou atrás dela, falando de seu corpo, a cantando com desrespeito .

  • Desejo Lascivo   Uma dívida indecente Vendida ao Agiota 23

    Nayala abriu a porta da sala e ficou segurando a maçaneta, com os cabelos soltos bagunçados e os pés descalços no piso frio. Lá fora a rua estava quieta, só se ouvia um cachorro latindo longe e o barulho de uma moto passando. O ar da madrugada entrou gelado pela porta e ela se encolheu um pouco mais dentro da manta.— Valeu pelos remédios — disse Nayala, sem olhar direito para ele.— Coloca na lista da dívida aí, junto com o resto.Samurai parou pela porta, já com a chave do carro na mão, e balançou a cabeça.— Precisa não, pô. A culpa foi minha, que fiquei distraindo você no meio da rua — respondeu Samurai, sério.— Toma os remédios direitinho, na hora certa, tá ligado? E qualquer coisa, me procura na adega.— Tá bom — respondeu Nayala, baixinho, se sentindo inferiorizada.Ele ficou parado mais um pouco, olhando para ela, como se fosse falar mais alguma coisa. Mas não falou. Desceu os dois degraus da varanda, atravessou o quintal, abriu o portão e saiu.Nayala ficou na porta até ouvi

  • Desejo Lascivo   Uma dívida indecente Vendida ao Agiota 22

    Nayala ficou alguns segundos pensando, olhando para a cama, para o braço enfaixado e para ele em pé na frente dela, com a camisinha já colocada. Depois se ajoelhou no colchão com cuidado, apoiando a mão boa na cabeceira de madeira, e deu duas batidinhas no lençol de florzinhas.— Vem, senta aqui perto da cabeceira. Eu fico por cima — disse Nayala, decidida.Samurai subiu na cama, que rangeu com o peso dele, e se sentou no meio, encostado na cabeceira, com as pernas esticadas. Nayala foi montando em cima dele devagar, um joelho de cada lado do quadril, segurando no ombro dele com a mão boa, desviando o joelho machucado.Ele segurou o p.a.u e foi se colocando dentro dela, deslizando lentamente. Entrou com um pouco de dificuldade, por causa da camisinha e porque ela não estava tão molhada quanto antes, e ele foi com calma, esperando, deixando que ela descesse no tempo dela.Nayala ge.meu baixinho quando sentiu ele inteiro dentro de si. Ficou parada um instante, com a boca encostada na pe

  • Desejo Lascivo   Uma dívida indecente Vendida ao Agiota 21

    Nayala olhou para o volume marcado na calça dele, depois para o rosto, e começou a rir baixinho, mordendo o lábio. Samurai também riu, meio sem graça, e tirou a mão do meio das pernas dela devagar, foi desligando o chuveirinho e pendurando-o de volta no suporte. O banheiro estava cheio de vapor, o espelho completamente embaçado, e o cheiro de doce do sabonete tomava conta de tudo.Ela ficou parada dentro do box, molhada, com o braço machucado encostado no corpo, os pingos escorrendo pelos s.e.i.o.s e pela barriga.— Pega a toalha pra mim? Tá ali atrás da porta — pediu Nayala, apontando com um deboche malicioso.Samurai pegou a toalha rosa, já meio desbotada, e a abriu nas mãos. Nayala saiu do box com cuidado, apoiando a mão boa no ombro dele para não escorregar no piso molhado, e ele envolveu o corpo dela, começando a secar devagar. Passou a toalha pelos ombros, pelo colo, pelos braços, tomando cuidado com o braço machucado, desceu pela barriga, pelas coxas, pelas pernas, abaixando-se

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