MasukA casa da tia Kathy está tão silenciosa hoje.
Todos saíram para o dia, a tia Kathy foi ao shopping e o Michael saiu com os amigos, me deixando sozinha em casa. Dou uma voltinha, tocando em tudo e espiando os cômodos para conhecer melhor a casa.
Minha casa é simples e pequena, mas esta é gigantesca, com piso de mármore e um design glamoroso. Caminho pelo longo corredor e paro em frente a uma porta com um M escrito nela.
Este deve ser o quarto do meu primo. Desde que cheguei, ele não me deu atenção e isso me preocupa, pois acho que ele pode não gostar de mim. Abro a porta um pouco e espio, curiosa. Fico imaginando como será o quarto do Michael.
Já faz dez anos desde a última vez que visitei a família da minha tia, mas sei que ele tem vinte anos e está na faculdade, o que o torna apenas dois anos mais velho que eu. Não consigo evitar me perguntar o que ele pensa de mim. Sempre que me olha, tem um olhar estranho que me causa um arrepio.
Entro mais no quarto sem fechar a porta, afinal, não tem mais ninguém em casa comigo. A escrivaninha dele está cheia de livros de todos os tipos, o que desperta minha curiosidade. Meu primo tem cara de jogador de futebol americano, mas a mesa dele está coberta de livros. Parece que ser nerd é de família.
Conforme me aproximo da escrivaninha, o cheiro dele fica mais forte, uma mistura fina de madeira e almíscar. Respiro fundo para encher meus pulmões com o aroma, o que me deixa tonta por um instante, e sinto aquela umidade de novo entre as pernas.
O que há de errado comigo?
Levo a mão entre as coxas para sentir a umidade. O líquido que vem de lá é tanto que molha meu shortinho. Olho para a escrivaninha e meu olhar para em uma revista com a foto de uma mulher nua.
Tiro a mão da calça e uso a mão limpa para pegar a revista. Encaro, admirada, a foto da mulher; ela parece tão confiante e tão bonita sentada no chão, com as costas eretas e os seios fartos à mostra.
Seus mamilos estão duros na imagem, o que me dá vontade de tocar os meus. Quero que sejam assim. Coloco a mão por baixo da blusa do pijama para brincar com meus seios, belisco e torço meu mamilo até que fique duro como o da mulher, espalhando a umidade viscosa de lá no meu seio.
A culpa me sobe pela garganta; temo estar fazendo algo errado de novo, mas não quero parar. Coloco a revista sobre a mesa e abro a capa para ver o interior. Na primeira página, há a foto de um homem e uma mulher.
Pisco os olhos para o homem; ele está sentado em uma cadeira com as pernas abertas e estaria completamente nu se não fosse pela minúscula cueca que veste. As coxas dele parecem grossas e, por baixo da cueca, há um volume óbvio, exatamente como o do meu padrasto no dia em que me viu.
"Será que é...?" murmuro para mim mesma e olho mais atentamente para a foto. O homem sentado com o peito musculoso à mostra e as pernas abertas como se convidasse o mundo a sentar entre elas é ninguém menos que meu próprio primo.
"Michael", sussurro seu nome enquanto observo a foto. Ele está lindo sem camisa. Já vi alguns garotos da escola correndo sem camisa em festas, mas nenhum se compara a essa foto do Michael.
Minha vagina pulsa novamente e sinto mais daquele líquido escorregar de mim. Um gemido entrecortado escapa dos meus lábios e tapo a boca com a mão para contê-lo. Por que estou assim? O que está acontecendo com o meu corpo?
Mesmo com essa crise interna, não quero largar as revistas. Em vez disso, viro a página e lá está Michael novamente, seus olhos penetrantes mesmo com o filtro preto e branco, seu abdômen definido com gotas de água no corpo.
Aperto as coxas e engulo a saliva que se acumula na boca. Viro a foto novamente e desta vez há uma mulher sentada no colo de Michael com os seios pressionados contra o peito dele em um abraço apertado, ela olha para a câmera com um olhar presunçoso, como se o corpo de Michael fosse dela.
"Oh, meu Deus..." sussurro quando percebo o que estou vendo, esta é uma foto do meu primo fazendo sexo com uma mulher diante da câmera. A legenda diz:
"Me estique, papai—preencha o buraco que você não deveria"
Enquanto examino a imagem, ouço passos se aproximando e a porta se abre ainda mais, Michael está parado na minha frente com uma mochila no ombro e um sorriso preguiçoso em seu rosto bonito.
“Olá, prima”, ele diz com uma voz tão baixa que sinto uma vibração entre as pernas. Minha reação me faz piscar rapidamente enquanto volto a mim. “E-eu estava… eu só estava…” gaguejo e escondo a revista atrás das costas.
“Relaxa, Kaylee, você pode olhar… você é adulta, certo?”, ele pergunta, inclinando a cabeça para o lado, ainda com aquele sorriso predatório. Eu sei que deveria estar com medo, mas por algum motivo, eu simplesmente sei que preciso disso.
“Kaylee?”, ele pergunta e eu aceno com a cabeça. “Sim… eu sou adulta”, digo, umedecendo meus lábios repentinamente secos. “Ótimo, então. Você gostaria de ler a revista para mim, hmmm?”, Michael pergunta e eu coro intensamente.
“Vamos lá, prima, seria muito divertido”, ele diz.
E eu concordo com a cabeça.
Posso mesmo ler isso em voz alta?
JuliettePassei os três dias entre sessões a rever cada segundo da primeira. Quando chegou a noite de segunda-feira, já estava ansiosa, e a certeza de que queria o que quer que viesse a seguir pesava e era inegável no meu peito.Abriu a porta com a mesma aparência de antes. Entrei sem ter de ser convidada e segui-o até ao escritório. A secretária estava vazia, exceto por uma pilha de apontamentos e pelo manual.“Sente-se”, disse ele, mas quando me movi em direção à cadeira, ele abanou a cabeça. “Aí não.”Sentou-se na grande poltrona de couro atrás da secretária e olhou para mim, expectante. Por um segundo, não percebi. Então, simplesmente deu-lhe uma palmadinha na coxa.“Aqui. O contacto mais próximo melhora a retenção. Ficará aqui até conseguir responder a tudo
JulietteFiquei a olhar para o papel nas minhas mãos durante muito tempo depois de a aula terminar, a tinta vermelha escorrendo pela parte superior da página como uma ferida. Quarenta e dois por cento. Nunca me tinha saído tão mal em nada na minha vida. O resto dos alunos saiu à minha volta, as suas vozes um zumbido grave que eu mal conseguia ouvir, até que o auditório ficou quase vazio e o único som que restava era o clique suave de um portátil a fechar-se em frente à sala.O professor Crowe não levantou os olhos imediatamente. Acabou de guardar as suas notas numa pasta de couro, depois finalmente levantou os olhos e encontrou-me ainda ali sentada como se estivesse colada à cadeira."Miss Lawson", disse ele. "Ainda está aqui."Fiquei de pé com as pernas trémulas e desci os degraus em direção à sua secretária, o teste reprov
A clínica estava às escuras, exceto pela única luz acesa na receção.Empurrei a porta exatamente às sete e entrei. A sala de espera estava vazia. O corredor, silencioso. O meu coração já estava acelerado, tão forte que o sentia entre as pernas. Eu ainda estava cheia do dia anterior; o sémen dele tinha vindo a escorrer lentamente durante todo o dia, e a cada gota quente que sentia, ficava mais molhada.Fui logo para a sala de exames, entrei e fechei a porta atrás de mim.A fechadura fez um clique. Mãos fortes agarraram-me por trás antes mesmo de me conseguir virar.O Dr. Harlan rodopiou-me, empurrou-me contra a porta e apertou-me os seios com as duas mãos. Apertou com força, de forma autoritária e quase punitiva, os dedos cravando-se na carne macia através da minha blusa fina. Ele não disse nada, a princípio. Apenas os massajou, pesados e deliberadamente cheios, os polegares a roçarem-me os mamilos até ficarem arrepiados e doridos.“Passei o dia todo a pensar nisso”, disse, com a voz
Quase não consegui sair do carro.As minhas mãos ainda tremiam no volante quando finalmente me obriguei a entrar na clínica.A recordação da sua língua e daqueles instrumentos grossos da última consulta vivia entre as minhas pernas como um segundo bater do coração. Tinha acordado encharcada. Tinha conduzido até aqui encharcada.E eu sabia, de alguma forma já sabia, que hoje ele ia colocar mais do que dedos e metal dentro de mim.A enfermeira nem me fez esperar. Ela apenas acenou com a cabeça em direção ao corredor e disse: "Ele está pronto para ti".A porta da sala de exames já estava aberta. Sem avental na mesa desta vez. Apenas os estribos, a luz forte e o papel que seria em breve arruinado.Tirei a roupa da cintura para baixo com os dedos trémulos, subi e deslizei para a frente até que o meu rabo ficou pendurado na borda. Os meus pés encontraram os apoios de metal frio. Deixei cair os joelhos. O ar tocou na minha vagina molhada e estremeci.O Dr. Harlan entrou e trancou a porta atr
Quase virei o carro duas vezes no caminho para a clínica.As minhas mãos tremiam no volante. A recordação da última visita ainda vivia entre as minhas pernas; os seus dedos nus, a sua língua, a forma como eu encharquei a mesa enquanto o Mark me segurava a mão e não fazia ideia.Disse a mim mesmo que só voltaria porque o médico disse que o exame estava incompleto. Que era médico e necessário.A sala de espera estava silenciosa. Quando a enfermeira chamou pelo meu nome, disse simplesmente: "O Dr. Harlan está pronto para o atender. Pode voltar imediatamente."A sala de exame parecia mais fria. Tirei a roupa da cintura para baixo exatamente como as instruções e marquei na mesa. O papel enrugou-se debaixo de mim novamente. Deslizei até as minhas anc
O papel na mesa de exame amassou-se sob o meu traseiro nu no instante em que me sentei.O meu coração já estava a bater muito rápido. Tinha repetido para mim mesma cem vezes que era apenas um exame de rotina. Uma consulta normal. Nada para ficar nervosa.O meu marido, Mark, sentou-se na cadeira mesmo ao meu lado, exatamente onde a enfermeira tinha indicado. Pegou na minha mão e apertou-a levemente."Estás bem, amor?"Forcei um sorriso. "Sim. Só... está frio aqui."A porta abriu-se. O Dr. Harlan entrou como se fosse o dono da sala. Era alto, vestia uma bata branca e tinha um olhar calmo. Olhou para a ficha, depois para mim e, de seguida, para os estribos."Sra. Cole. Pés nos apoios, por favor. Deslize para baixo at&eacut
Mantenho os olhos fechados e deixo meu primo me beijar novamente. O sabor doce dos meus lábios úmidos é apenas um gosto residual agora, mas o beijo me deixa ainda mais molhada.Michael se afasta e desabotoa a parte de cima do meu pijama, botão por botão, até que meus seios pesados estejam complet
Estou me tocando de novo.Desde o dia em que Michael me pegou no quarto dele, meu corpo perdeu o controle. Uma sensação estranha e quente domina minha barriga toda vez que vejo meu primo pela casa.E como se soubesse, Michael me olha com um sorriso de canto e passa por mim sem dizer uma palavra. Pr
Desde que chegou à minha casa, tenho observado Kaylee. Dez anos fizeram um ótimo trabalho nela; ela parece adulta e sexy, mas age como se fosse a pessoa mais inocente do mundo.É incrível como ela acorda de manhã e desce para a cozinha com seu pijama provocante e seu rostinho adorável.É ainda mais
“Ah…”Então é assim que se sente?O sexo de que minhas colegas não param de falar. Apoio meu celular na mesa, abro as pernas para facilitar e um gemido suave escapa dos meus lábios.Nunca fiz isso antes, mas ouço minhas colegas dizerem que é bom, e realmente é. Meus próprios sons suaves preenchem o







