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Luxúria e demora

Author: T.M Tales
last update publish date: 2026-06-07 01:39:27

Desde que chegou à minha casa, tenho observado Kaylee. Dez anos fizeram um ótimo trabalho nela; ela parece adulta e sexy, mas age como se fosse a pessoa mais inocente do mundo.

É incrível como ela acorda de manhã e desce para a cozinha com seu pijama provocante e seu rostinho adorável.

É ainda mais incrível quando percebo o quão inocente minha prima, tão gostosa, é.

Estou adorando essa situação de pegá-la entrando sorrateiramente no meu quarto, e vê-la corada como um tomate só por ler a revista erótica que deixei ali, sabendo que ela ia bisbilhotar.

Ela sempre teve uma personalidade curiosa, uma característica de família, uma característica que quero explorar. Enquanto o pensamento passa pela minha cabeça, lambo os lábios com a ideia. A ideia perversa de corromper a inocência da minha parente.

Aposto que ela nunca transou com um pau antes, e a ideia de ser o primeiro a foder sua buceta virgem faz meu pau pulsar dentro das calças. Droga, se eu não a tiver antes que ela vá embora, posso enlouquecer. Mas, pensando bem, preciso testar minha teoria discretamente.

Entro no quarto e coloco minha bolsa no chão. Ela está um arraso, parada ali com aquele pijama azul-claro irritantemente sexy e sem sutiã. Caramba, os mamilos dela estão duros e marcando, implorando para que eu os chupe.

O short dela é tão curto que, se ela se inclinasse um pouquinho, eu veria a bunda dela sem problema nenhum, e aposto que ela não está usando nada por baixo.

Calma, me repreendo mentalmente. Não quero assustar minha linda presa. Preciso que ela se entregue a mim de livre e espontânea vontade. Sei o que fazer com aquele corpo, ao contrário do padrasto dela. Vi como os olhos dele não paravam de percorrer aquele corpo voluptuoso no dia em que a deixaram aqui.

O coitado parece que teve o paraíso negado um milhão de vezes. Que pena para ele, o que ele não aguenta, eu aguento mais do que ninguém. Meu pensamento obscuro e sujo me faz rir baixinho e Kaylee me olha confusa. "Não é você, primo", digo.

"Continue, leia para mim", a incentivo gentilmente e me sento na minha cadeira gamer com as pernas abertas. Meu pau já está duro e pronto para penetrá-la, mas sei que preciso brincar um pouco mais com ela, preciso ver até onde consigo levá-la antes que ela ceda.

"Você é tímida, prima?", pergunto, e ela balança a cabeça negativamente, seus lindos cachos ruivos balançando com o movimento. "Hum...", ela murmura e vira a página. Eu sorrio para ela, sabendo que a imagem que a espera é um nu frontal meu.

Naquela imagem, eu segurava meu pau na mão para enfatizar a glande e a gota de líquido pré-ejaculatório na ponta.

Kaylee parece prestes a explodir de tanta vermelhidão no rosto. "O que foi, prima?", pergunto em tom de brincadeira, e ela balança a cabeça novamente, virando a página para a anterior e pigarreando.

"Em que página você está? É a revista em que eu apareço?", pergunto, fingindo não saber de nada, enquanto ela me olha como se desejasse que o chão se abrisse e a engolisse. "Você... sim, você... modelo?", ela pergunta, e não consigo conter o sorriso que se abre no meu rosto com a pergunta.

"Sim, comecei há um tempo, tem sido divertido", respondo, observando-a atentamente. Sua linguagem corporal grita sua vontade de liberdade e exploração; sei que ela está louca para saber e ver mais.

"Você não vai ler para nós?" Eu pergunto a ela e ela se senta na minha cama. Ela parece que pertence àquele lugar, como se devesse estar sem roupa e posicionada sob o meu corpo, pele com pele.

“Me use”, eu implorei, ela começa, e eu me inclino para trás na cadeira. “Continue”, digo baixinho, meu pau ficando cada vez mais duro na calça. Merda. “Ele não hesitou… e-ele enfiou aquele pau grosso”, Kaylee lê. Eu presto atenção no corpo dela em vez das palavras.

As coxas dela agora estão pressionadas uma contra a outra, e ela levanta a mão livre para abanar o rosto. “P-pau grosso na minha xoxota encharcada com uma estocada brutal”, a voz dela fica mais baixa enquanto lê. “Hummm”, gemo alto, e ela levanta a cabeça bruscamente.

“Continue, leia”, digo, me ajeitando na cadeira para encontrar uma posição mais confortável para o meu pau. Ouvir ela dizer aquelas palavras sujas com aquele olhar inocente está me fazendo sentir coisas que eu nem sabia que eram possíveis.

Eu nunca imaginei que tivesse uma tara tão forte por corrupção. Ela Ela abre a boca para ler novamente quando ouvimos a voz da minha mãe chamando do lado de fora da porta.

“Kaylee? Michael? Cheguei!” minha mãe chama e Kaylee se levanta num pulo, jogando a revista na cama como se tivesse queimado. “É, preciso ir encontrar a tia Kathy”, ela diz, olhando para o chão enquanto sai correndo do meu quarto.

Enquanto ela sai apressada, meus olhos se fixam na bunda dela. Minha doce prima virgem está tão excitada que seu short está completamente encharcado. Murmuro baixinho e me posiciono melhor para tirar meu pau para fora.

Pego meu pau duro com uma mão e uso a outra para pegar meu frasco de lubrificante pela metade. Destampo e derramo um pouco diretamente no meu pau para imitar o quão molhada ela está.

Fecho meu punho em volta do meu pau e o bombeio lentamente para cima e para baixo como se eu quisesse transar com minha prima… Eu sei que plantei uma semente.

Uma semente para ela.

Vou sentar e observar crescer.

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