MasukEstou me tocando de novo.
Desde o dia em que Michael me pegou no quarto dele, meu corpo perdeu o controle. Uma sensação estranha e quente domina minha barriga toda vez que vejo meu primo pela casa.
E como se soubesse, Michael me olha com um sorriso de canto e passa por mim sem dizer uma palavra. Preciso saber mais, o que é essa sensação no meu corpo toda vez que me lembro daquelas fotos do Michael na revista?
Deslizo um dedo na minha intimidade úmida e o retiro para fazer movimentos circulares. Uma das revistas online que vi diz para fazer assim. Estremeço com a sensação intensa e mais daquela umidade escorre de mim.
Antes, eu estava em uma chamada com minha colega Hannah. Ela sabe muito sobre sexo e me disse: "Amor! Você está ovulando, meu Deus!". Mordo o lábio para abafar meus gemidos.
"Use os dedos, Kaylee, é bom demais", ela me aconselhou e me mandou o link da revista. Me tocando, eu gemo baixinho; a sensação é boa, mas não o suficiente.
Me toco mais um pouco até me cansar, e a curiosidade, mais uma vez, me guia até que eu esteja parada em frente à porta do Michael.
"Michael..." Chamo seu nome sem fôlego e abro a porta. Sei que ele teria as respostas para a minha pergunta. Sinto tanto calor que não consigo esperar por uma resposta enquanto entro no quarto. Meu primo está deitado na cama com as pernas cruzadas.
"Venha se juntar a mim", ele dá um tapinha no espaço vazio da cama, e eu me deito devagar. Conforme a cama afunda com o meu peso, o ar no quarto fica denso com algo que não consigo nomear, mas que sinto intensamente no meu corpo...
"Michael, como é a sensação de sexo?", pergunto. "Ah, você quer dizer transar?", ele responde, e o uso da palavra vulgar me faz corar profundamente e apertar as coxas.
"Não fale palavrões", sussurro timidamente. "Tudo bem, somos só nós dois, gatinha", ele sussurra de volta, e as palavras me fazem gemer baixinho.
"Gatinha?", pergunto, e ele acena com a cabeça.
"Sim, você é minha gatinha linda, inocente e gostosa", responde Michael. "Você acha que eu sou gostosa?", pergunto, sentindo-me cada vez mais excitada com suas palavras.
"Claro, a garota mais gostosa do mundo", diz meu primo. Encorajada, não consigo resistir a me tocar por cima do short. "Sexo é incrível, sabia? Quando as pessoas transam, é como ir para outro nível...", diz Michael, com a voz rouca, e a cada palavra que ele diz, minha respiração fica mais pesada com o meu toque.
Espero que ele não saiba... o quarto está com luz baixa o suficiente para me esconder... né?
"Ter um pau na sua buceta seria tão bom", ele diz, sua voz tão profunda e charmosa que, enquanto fala, sinto meu corpo vibrar novamente... lá embaixo... na minha buceta.
"M-minha buceta?", repito a palavra obscena e enfio meu dedo pela lateral do meu short. "Sim, sua linda bucetinha. Eu sei o que você está fazendo." Michael sorri maliciosamente para mim e eu solto um suspiro.
"Hmmm", gemo alto e ele se inclina mais perto de mim. "Está gostoso?", pergunta, seu hálito fresco de menta acariciando meu rosto e aumentando o calor do meu corpo.
"Sim", suspiro e empurro meu dedo mais fundo. "Quer sentir ainda melhor?" Ele pergunta e eu resmungo: "Mas não deveríamos... somos primos", digo, e ele se senta entre minhas pernas com um olhar gentil no rosto.
"Somos só nós, gatinha. Posso te ensinar a fazer isso direito", diz meu primo, lambendo os lábios. Esse pequeno gesto me excita e minhas pernas se abrem para que ele me possua.
"Boa gatinha", ele sussurra, e meus quadris se erguem com as palavras. Meu short está completamente encharcado. Michael pressiona um dedo contra minha vagina por cima da roupa e eu arfo: "Michael...", gemo.
"Nossa, olha só isso", ele diz, deslizando o dedo para cima e para baixo na minha vagina, aplicando pouca pressão a cada movimento. "Ninguém nunca te tocou aqui antes, né?" Ele pergunta e pressiona o dedo com mais força, e eu gemo.
"Não", eu digo. "Eu serei o primeiro", diz Michael, e eu aceno com a cabeça rapidamente, satisfeita por deixá-lo saber que ele é o primeiro. "Sim", consigo sussurrar, e ele tira meu short, me deixando nua da cintura para baixo.
Ele roça os dedos na minha entrada úmida novamente, e eu tapo a boca para me manter em silêncio. O toque dele, sem a barreira da minha calça, é cem vezes melhor do que o meu próprio toque.
"Você pode gritar o quanto quiser, amor", Michael incentiva e empurra os dedos mais fundo. "Oh", eu gemo enquanto ele move os dedos com uma habilidade que faz meus seios parecerem mais pesados.
Enquanto ele continua movendo o dedo para dentro e para fora, meu estômago se contrai e minhas pernas começam a tremer. "Michael... algo está..." Eu arfo e seguro seu braço para diminuir a intensidade dos seus dedos. "O que você está sentindo?" Ele me pergunta: "Diga..." e aumenta a velocidade dos dedos.
"Minha vagina está... argh... seus dedos... me f-fodendo", gaguejo as palavras obscenas enquanto a sensação no meu estômago se intensifica. "Boa garota... goze para mim", ele diz, e eu jogo a cabeça para trás, sentindo uma estranha onda de calor percorrer todo o meu corpo.
"Ai, meu Deus!", grito enquanto meus músculos se contraem. Me sinto melhor do que nunca em toda a minha vida, e meu primo é o responsável por essa sensação. Enquanto recupero o fôlego, Michael leva os dedos à boca e se inclina para mim. "Se saboreie, gatinha", ele diz, enfiando a língua na minha vagina.
Minha boca.
"É tão... doce", digo sem fôlego. É esse o meu gosto? Não tenho tempo para pensar nisso antes que ele me beije com a língua na minha boca, me beijando desajeitadamente para me dar meu próprio suco.
"Kaylee, você quer sentir mais?", ele pergunta, e eu aceno com a cabeça. Preciso saber mais...
Preciso que meu primo seja quem me faça sentir mais...
JuliettePassei os três dias entre sessões a rever cada segundo da primeira. Quando chegou a noite de segunda-feira, já estava ansiosa, e a certeza de que queria o que quer que viesse a seguir pesava e era inegável no meu peito.Abriu a porta com a mesma aparência de antes. Entrei sem ter de ser convidada e segui-o até ao escritório. A secretária estava vazia, exceto por uma pilha de apontamentos e pelo manual.“Sente-se”, disse ele, mas quando me movi em direção à cadeira, ele abanou a cabeça. “Aí não.”Sentou-se na grande poltrona de couro atrás da secretária e olhou para mim, expectante. Por um segundo, não percebi. Então, simplesmente deu-lhe uma palmadinha na coxa.“Aqui. O contacto mais próximo melhora a retenção. Ficará aqui até conseguir responder a tudo
JulietteFiquei a olhar para o papel nas minhas mãos durante muito tempo depois de a aula terminar, a tinta vermelha escorrendo pela parte superior da página como uma ferida. Quarenta e dois por cento. Nunca me tinha saído tão mal em nada na minha vida. O resto dos alunos saiu à minha volta, as suas vozes um zumbido grave que eu mal conseguia ouvir, até que o auditório ficou quase vazio e o único som que restava era o clique suave de um portátil a fechar-se em frente à sala.O professor Crowe não levantou os olhos imediatamente. Acabou de guardar as suas notas numa pasta de couro, depois finalmente levantou os olhos e encontrou-me ainda ali sentada como se estivesse colada à cadeira."Miss Lawson", disse ele. "Ainda está aqui."Fiquei de pé com as pernas trémulas e desci os degraus em direção à sua secretária, o teste reprov
A clínica estava às escuras, exceto pela única luz acesa na receção.Empurrei a porta exatamente às sete e entrei. A sala de espera estava vazia. O corredor, silencioso. O meu coração já estava acelerado, tão forte que o sentia entre as pernas. Eu ainda estava cheia do dia anterior; o sémen dele tinha vindo a escorrer lentamente durante todo o dia, e a cada gota quente que sentia, ficava mais molhada.Fui logo para a sala de exames, entrei e fechei a porta atrás de mim.A fechadura fez um clique. Mãos fortes agarraram-me por trás antes mesmo de me conseguir virar.O Dr. Harlan rodopiou-me, empurrou-me contra a porta e apertou-me os seios com as duas mãos. Apertou com força, de forma autoritária e quase punitiva, os dedos cravando-se na carne macia através da minha blusa fina. Ele não disse nada, a princípio. Apenas os massajou, pesados e deliberadamente cheios, os polegares a roçarem-me os mamilos até ficarem arrepiados e doridos.“Passei o dia todo a pensar nisso”, disse, com a voz
Quase não consegui sair do carro.As minhas mãos ainda tremiam no volante quando finalmente me obriguei a entrar na clínica.A recordação da sua língua e daqueles instrumentos grossos da última consulta vivia entre as minhas pernas como um segundo bater do coração. Tinha acordado encharcada. Tinha conduzido até aqui encharcada.E eu sabia, de alguma forma já sabia, que hoje ele ia colocar mais do que dedos e metal dentro de mim.A enfermeira nem me fez esperar. Ela apenas acenou com a cabeça em direção ao corredor e disse: "Ele está pronto para ti".A porta da sala de exames já estava aberta. Sem avental na mesa desta vez. Apenas os estribos, a luz forte e o papel que seria em breve arruinado.Tirei a roupa da cintura para baixo com os dedos trémulos, subi e deslizei para a frente até que o meu rabo ficou pendurado na borda. Os meus pés encontraram os apoios de metal frio. Deixei cair os joelhos. O ar tocou na minha vagina molhada e estremeci.O Dr. Harlan entrou e trancou a porta atr
Quase virei o carro duas vezes no caminho para a clínica.As minhas mãos tremiam no volante. A recordação da última visita ainda vivia entre as minhas pernas; os seus dedos nus, a sua língua, a forma como eu encharquei a mesa enquanto o Mark me segurava a mão e não fazia ideia.Disse a mim mesmo que só voltaria porque o médico disse que o exame estava incompleto. Que era médico e necessário.A sala de espera estava silenciosa. Quando a enfermeira chamou pelo meu nome, disse simplesmente: "O Dr. Harlan está pronto para o atender. Pode voltar imediatamente."A sala de exame parecia mais fria. Tirei a roupa da cintura para baixo exatamente como as instruções e marquei na mesa. O papel enrugou-se debaixo de mim novamente. Deslizei até as minhas anc
O papel na mesa de exame amassou-se sob o meu traseiro nu no instante em que me sentei.O meu coração já estava a bater muito rápido. Tinha repetido para mim mesma cem vezes que era apenas um exame de rotina. Uma consulta normal. Nada para ficar nervosa.O meu marido, Mark, sentou-se na cadeira mesmo ao meu lado, exatamente onde a enfermeira tinha indicado. Pegou na minha mão e apertou-a levemente."Estás bem, amor?"Forcei um sorriso. "Sim. Só... está frio aqui."A porta abriu-se. O Dr. Harlan entrou como se fosse o dono da sala. Era alto, vestia uma bata branca e tinha um olhar calmo. Olhou para a ficha, depois para mim e, de seguida, para os estribos."Sra. Cole. Pés nos apoios, por favor. Deslize para baixo at&eacut
Mantenho os olhos fechados e deixo meu primo me beijar novamente. O sabor doce dos meus lábios úmidos é apenas um gosto residual agora, mas o beijo me deixa ainda mais molhada.Michael se afasta e desabotoa a parte de cima do meu pijama, botão por botão, até que meus seios pesados estejam complet
Desde que chegou à minha casa, tenho observado Kaylee. Dez anos fizeram um ótimo trabalho nela; ela parece adulta e sexy, mas age como se fosse a pessoa mais inocente do mundo.É incrível como ela acorda de manhã e desce para a cozinha com seu pijama provocante e seu rostinho adorável.É ainda mais
A casa da tia Kathy está tão silenciosa hoje.Todos saíram para o dia, a tia Kathy foi ao shopping e o Michael saiu com os amigos, me deixando sozinha em casa. Dou uma voltinha, tocando em tudo e espiando os cômodos para conhecer melhor a casa.Minha casa é simples e pequena, mas esta é gigantesca,
“Ah…”Então é assim que se sente?O sexo de que minhas colegas não param de falar. Apoio meu celular na mesa, abro as pernas para facilitar e um gemido suave escapa dos meus lábios.Nunca fiz isso antes, mas ouço minhas colegas dizerem que é bom, e realmente é. Meus próprios sons suaves preenchem o







