LOGIN**PONTO DE VISTA DA KITTEN**
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Determinada, fiz a ele uma pergunta difícil, embora houvesse a possibilidade de ele saber a resposta. Especialmente por ser um gênio em matemática, eu tinha ficado sem ideias no momento.
— Não sei — disse ele depois de segurar o queixo para pensar por um breve momento. Fiquei internamente surpresa com a resposta, mas não deixei transparecer no rosto. Em vez disso, fiz uma expressão presunçosa, como se estivesse apenas esperando que ele perdesse.
Ele desabotoou a calça, e eu nem me dei ao trabalho de desviar o olhar, pois tinha certeza de que ele estava usando cueca. Mas, assim como no incidente daquele dia no banheiro, eu estava errada de novo.
No momento em que ele puxou a calça para baixo, me deparei com o membro enorme dele, totalmente ereto.
— AAAHHH! — gritei e desviei o olhar, lamentando internamente por ter perdido essa chance. — Por que você não tá de cueca? — dei uma bronca sem olhar para ele.
Em vez de responder, ele caminhou na minha direção e, mais uma vez, pude ver o membro dele; dessa vez, bem de perto!
Engoli em seco e senti minhas bochechas esquentarem mais do que o normal, além de sentir aquela necessidade faminta lá embaixo — a vontade de ser preenchida pelo pau dele!
— Por que você ainda não se vestiu? Cai fora! — esbravejei, me forçando a desviar o olhar. Inesperadamente, ele segurou meu queixo e me forçou a encarar aquela visão proibida mais uma vez.
— Você gosta do que vê, mana? — ele me perguntou.
— O-quê? — gaguejei. Por que ele estava dizendo aquilo com uma voz tão sedutora? Ele tinha noção de que isso me deixava ainda mais excitada?
— Você gosta do seu pirulito particular? — questionou ele novamente.
Concordei com a cabeça no início, mas em seguida me obriguei a balançar negativamente, ao contrário do que meu coração pedia.
— Kitten, você é uma péssima mentirosa. Posso ver nos seus olhos — o tesão puro que você tá tentando reprimir.
— E-eu não tô com tesão em você! — me levantei imediatamente, e ele logo colocou as mãos nos meus ombros.
— Desde o momento em que você sugeriu o jogo do striptease, eu sabia que você sentia algo por mim. Nós somos iguais, e foi por isso que eu aceitei — revelou ele, e não consegui conter o arfar que escapou dos meus lábios.
— Kitten — ele caminhou até a cama e se sentou na borda, segurando o membro ainda rígido. — Ele é todo seu. Não seja tímida — ele me chamou em um tom sexy que eu simplesmente não podia ignorar.
Inconscientemente, comecei a andar na direção dele até alcançar a cama. Então me ajoelhei, encarando com sede o pau dele e depois olhando para ele.
— Vai em frente, minha querida kitten — ele incentivou, sorrindo.
Encorajada, segurei a masculinidade dele com as duas mãos. Senti o membro pulsar e soltei um suspiro, abrindo bem os olhos enquanto o soltava por um instante. Ele deu uma risadinha da minha reação.
— Não tenha medo. Ele é todo seu para domar — disse ele novamente, e eu criei coragem para segurar aquela joia. Comecei a dar prazer a ele devagar, plantando beijos ocasionais ao longo do membro enquanto ele acariciava meu cabelo com carinho.
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**PONTO DE VISTA DO WILLIAM**
Quando ela começou a me dar prazer com aquelas mãos mágicas e com os beijos que plantava especialmente na cabeça do meu pau, não tive escolha a não ser segurar o gemido que ameaçava escapar da minha garganta. Não, eu não podia gemer!
Mas, sem nenhum aviso prévio, ela de repente colocou meu membro inteiro na boca, tentando acomodá-lo o máximo possível.
Naquele instante, meu rosto se contorceu e soltei um gemido, sem o menor remorso por isso. Pelo contrário, fiquei ainda mais tomado pelo tesão.
— Chupa, Kitten — pedi tomado pelo desejo, agarrando os cabelos dela para incentivá-la a fazer o que eu queria. E ela não me decepcionou: começou a chupar meu pau, e o som dos tragos me deixava com ainda mais fome. Eu amava aquela sensação e não queria que aquilo terminasse.
A certa altura, fiquei de pé e comecei a me meter rápido na boca dela, e ela não resistiu. Depois de dar várias estocadas, retirei o membro da boca dela ao sentir que ia gozar.
Ela engoliu tudo com sede e ainda lambeu meu pau até deixá-lo completamente limpo.
— William, você é tão gostoso — disse ela com um olhar puro de tesão.
Delphina caiu miseravelmente no chão depois que uma força a empurrou para fora do portal. Com um gemido, ela se colocou de pé. Ao erguer a cabeça, contemplou a floresta de aspecto sinistro. O Reino dos Elfos e o Reino dos Tigres compartilhavam a mesma floresta.Eles a haviam deixado no meio do nada, no denso matagal, e ela não tinha a menor ideia de para onde ir, pois não possuía um mapa nem qualquer outra coisa que pudesse lhe mostrar o caminho até as frutas que sua madrasta e sua meia-irmã exigiam. Com uma profunda expiração, ela se preparou para a sua empreitada e rezou à Deusa para que a protegesse.Delphina vacilou para a frente, enquanto suas pernas tremiam debaixo de si. Ela não tinha nenhuma forma de proteção, nenhum equipamento, apenas um pequeno pedaço de pau. Não tinha ideia de como iria colher as duas frutas, mesmo que se deparasse com elas. Parecia que as árvores se estreitavam ao seu redor, enquanto as sombras desciam em uma escuridão sinistra.Ela se forçou a continuar
Delphina apenas soluçava enquanto suportava a vergonha e a dor que a invadiam com extrema rapidez. "Por que você fez isso comigo?", murmurou ela com dificuldade."Engula isso antes que eu perca a paciência", alertou Aaronio.Fungando, ela engoliu ambas as pílulas e se levantou ao sentir que a maior parte da dor havia passado."A retribuição não está longe de você", disse ela cheia de amargura, começando a caminhar lentamente com passos trêmulos em direção à porta.Mas, em questão de segundos, seu meio-irmão já estava diante dela. Ele a agarrou pela garganta. "O que você disse?"Ela segurou a mão dele, na esperança desesperada de que ele a soltasse, pois o ar lhe faltava. Ele fez o que ela queria; ele a soltou.Mas era cedo demais para sentir alívio. Sem aviso, ele avançou sobre Delphina, desferindo-lhe golpes precisos e brutais. Delphina gritava de dor e implorava por misericórdia, mas Aaronio apenas dava risadinhas, enquanto seus olhos transbordavam de uma crueldade sádica.Finalment
Nota do autor: Apenas para que vocês saibam, pessoal. Neste capítulo há uma cena angustiante de sexo sem consentimento. Mas não se preocupem, esta é uma história sobre vingança.. . .Os dedos esguios de Delphina tremiam enquanto ela despejava cuidadosamente a água quente na frágil xícara de chá de porcelana, mantendo os olhos fixos na alça fina para evitar qualquer toque não intencional.Kaylina, sua madrasta, estava sentada elegantemente com as pernas cruzadas em uma cadeira à mesa, tomando seu chá e observando Delphina atentamente com seus olhos azuis penetrantes. Delphina sentiu o coração cair pela culatra e encolheu os ombros sob o olhar pesado de sua madrasta. O desprezo de Kaylina a fazia se sentir tão frágil quanto uma folha sendo pisada. Gordon Levitt, seu pai, estava sentado na cabeceira da mesa, imerso no jornal da manhã, e parecia não notar em nada a tensão entre sua filha e sua nova esposa.Seus pensamentos voavam para sua mãe Dalia, cujo sorriso confortador e toque suave
Layla entregou ao seu marido o maravilhoso, porém falso, relatório de gravidez, e o homem entusiasmado deu uma pequena festa. Ele até convidou Ronald; queria agradecer-lhe por ter transformado sua esposa, antes estéril, em uma futura mãe.Rose na verdade sabia que Layla fodia com Ronald; de fato, ela havia deixado os dois sozinhos de propósito desde o dia da primeira consulta. Layla também a tinha pago bem o suficiente para que ela mantivesse a boca fechada para sempre.Enquanto a pequena comemoração acontecia, Layla se desculpou e se retirou da festa, dizendo ao marido que não estava se sentindo muito bem. O homem radiante de felicidade não percebeu que Ronald já havia deixado a festa alguns minutos antes do pedido de licença dela. Ele e alguns outros parceiros de negócios estavam imersos em outros assuntos importantes. As festas dos ricos não serviam apenas para comemorar. Serviam para fazer contatos, fechar negócios e assim por diante.Eles finalmente se encontraram no quarto dela
A meia-irmã de William, Maria, que era duas décadas mais jovem que ele, veio visitá-los após sua viagem por mais de dez países. Layla fez tudo o que podia para agradá-la, mas esta nunca deixava de lembrá-la de que ela era estéril. Layla a suportou, levando em consideração que Maria iria embora no dia seguinte.Naquela noite, ela buscou consolo rebolando no pau de Carle depois de mandá-lo ir para o seu quarto. A porta não estava trancada; eles estavam apaixonados demais enquanto fodiam e simplesmente se esqueceram. Além disso, ninguém se atrevia a entrar no quarto dela sem permissão, e seu marido ou estava ocupado demais com o trabalho ou dormia num sono profundo.Enquanto ela quicava com avidez para cima e para baixo no membro, nenhum dos dois percebeu quando a meia-irmã de William entrou e os observou com interesse. Quando ambos caíram trêmulos do seu ápice e gozaram, ela bateu palmas, o que assustou os dois profundamente."Que belo show", observou ela com uma risadinha.Layla desceu
Era de manhã. Layla tinha saído sozinha para comprar algumas coisas que queria. Ela havia instruído Carle a ficar ali e arrumar as malas. A última noite eles tinham passado com suas partes íntimas entrelaçadas, enquanto a cama rangia como louca. Até mesmo hoje de manhã no banheiro, quando tomaram banho juntos, eles se divertiram um pouco na banheira.Carle estava sentado na cama naquele momento, depois de ter guardado tudo organizadamente. Ele assistia às notícias e viu uma reportagem sobre uma mulher negra que fora homenageada por salvar a vida do único filho de sua vizinha racista, que quase fora atropelado por um carro. O menino era secretamente amigo da filha da mulher, que também era manca.Carle sorriu. "Todos os seres humanos são iguais. Pelo menos essa racista vai mudar de ideia agora – embora eu a ache bastante estúpida por odiar as pessoas por causa da cor da pele. Não é de senso comum que até a terra não tem apenas uma cor, e mesmo assim é possível construir uma casa com tu







