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last update Petsa ng paglalathala: 2026-09-19 01:43:54

Meu coração está disparado, e minha mão treme levemente. A Vivian está ali, com os braços cruzados.

— Cadê meu marido? — pergunta ela, com a voz carregada de desconfiança. — Por que essa demora toda?

— Estávamos conversando — respondo, com a maior naturalidade possível. — Gaby, vai chamar seu pai. Cadê o Dominic?

— Ele subiu — responde a Vivian, com a voz seca. — Ele veio e subiu as escadas com cara de poucos amigos.

Meu coração afunda. Será que ele ouviu? Subo as escadas rapidamente, e no cam
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  • Dominic: A virgem e o CEO Bilionário    296

    — Agora me conta — pedi, virando-me para o Bruninho. — O que você queria dizer?O menino sorriu, com um brilho de travessura nos olhos.— Sabe, mamãe? Funcionou o perfume do papai.— Como assim? — perguntei, confusa.— Mamãe — ele anunciou, com a maior naturalidade do mundo — eu tô namorando!— O quê?! — sentei-me na cama, arregalando os olhos. Dominic, ao meu lado, começou a rir, sem conseguir se conter.— Hahaha, tá certinho! — disse ele, animado. — Tem que namorar mesmo!— Como assim?! — repeti, olhando de Dominic para Bruninho. — Com quem, meu filho?— Com a Lalinha! — respondeu ele, radiante.— Meu príncipe — tentei explicar, com a voz mais calma — você ainda não tem idade para namorar.— Tem sim, filhão! — interveio Dominic, com um sorriso maroto. — Namora à vontade.— Não incentiva, Dominic! — protestei, dando-lhe um tapa no braço. — Meu amor, você ainda é uma criança. Não é a idade de pensar em namoro. Você tem que aproveitar sua infância, brincar, correr, estudar. Quando cres

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    Eu subi as escadas e fui para o meu quarto. Tirei a roupa suja, coberta de sangue e suor, e entrei no banheiro para tomar um banho.A água quente caiu sobre mim, lavando não só a sujeira, mas também o medo e o cansaço. Fiquei embaixo do chuveiro por um longo tempo, deixando a água relaxar meus músculos doloridos. Quando terminei, me enrolei na toalha, fui ao closet, passei hidratante no corpo e vesti uma calcinha de renda e meu bodybol. Penteei os cabelos, deixando-os soltos.Saí do closet, sentindo o frescor do bodybol contra minha pele, e fui até o quarto. Deitei-me na cama, de peito para cima, os cabelos ainda úmidos espalhados sobre o travesseiro. O cansaço daquele dia infernal finalmente começava a pesar em meus ossos, e uma sonolência gostosa ameaçava me vencer.Foi quando Dominic entrou no quarto. Seus olhos percorreram meu corpo deitado, e um sorriso maroto se formou em seus lábios.— Nossa! — exclamou ele, com um olhar que brilhava de admiração e desejo.— Eita, hahaha! — ri,

  • Dominic: A virgem e o CEO Bilionário    294

    Descemos o morro, passando pelos corpos espalhados, a atmosfera ainda pesada com o cheiro de pólvora e sangue. Lá embaixo, na entrada do morro, vários executivos da Scott Holding comemoravam nossa chegada. Repórteres também estavam lá, com suas câmeras e microfones prontos.Quando viram a gente descendo, começaram a nos filmar. Uma repórter se aproximou e apontou o microfone para nós.— Tivemos informação de que a esposa do diretor da Scott Holding estava no morro, junto com a esposa de outro executivo da Scott Holding, Isso procede?Escondi meu rosto no peito de Dominic.— Saia daqui! — ordenou Dominic, com a voz fria.— Como se chamam? Foi verdade que vocês duas mataram a maioria dos traficantes? — insistiu a repórter.— Mandei sair — repetiu Dominic, com a voz cortante. — É tão difícil assim?— O que tem a dizer sobre isso? — perguntou ela, ignorando a ordem.— Catastrófica por quê? — perguntou Dominic, com um sorriso sarcástico. — Já viu que é o corpo de quem trouxemos? Matamos a

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    Eles caíam um a um. E então, os executivos da Scott Holding desceram de rapel do helicóptero — cerca de cinco homens fortemente armados. Um deles tirou a toca ninja, e reconheci Júlio.— Se eu imaginasse que estavam vindo para cá — disse ele, com um sorriso de alívio — tinha deixado vocês presas dentro de casa.— Nem a gente sabia que estava vindo para cá — respondeu Meggie, com um suspiro.— Fora de brincadeira — disse Júlio, sério. — Vocês estão bem?— Estamos — respondi, com a voz trêmula.— A Stella está ferida — disse Meggie, apontando para meu braço. — Levou um tiro.— Está tudo bem — tentei minimizar.Júlio pegou o rádio e passou a transmissão:— Diretor, na escuta?— Na escuta — respondeu a voz de Dominic.— Já estamos com elas — disse Júlio. — Vamos descer.— Estão bem? — perguntou Dominic, com a voz tensa.— Sim, diretor — respondeu Júlio. — Vamos descer.— Entendido — respondeu Dominic, e o rádio se silenciou.— Deixem do jeito que está preocupado? — provocou Meggie.— Haha

  • Dominic: A virgem e o CEO Bilionário    292

    Quando o barulho cessou, Meggie pegou o rádio de um dos caídos e ouviu a transmissão:— Chefia, elas estão matando todos os soldados! Tem vários mortos! Elas são zica!— Caralho! — respondeu a voz do chefe. — Não acredito que meus soldados estão sendo derrubados por duas vadias! O merdinha do Leandro me garantiu que eram indefesas, que eram apenas mulherzinhas de executivos de merda!— Responde, Stella! — disse Meggie, entregando-me o rádio.— O que eu falo? — perguntei, com a voz hesitante.— Pede para liberarem passagem — ela disse, com a voz firme. — Se não, vamos matar mais. Mete medo.Peguei o rádio, com a voz firme:— Então, o merdinha do Leandro enganou vocês — disse, tentando manter a calma. — Eu sou mulher do diretor da Scott Holding. É o seguinte: liberem a nossa saída, se não vamos matar ainda mais.— Vadias! — respondeu a voz do chefe, com raiva. — Vão sair daqui, mas mortas! Vamos acabar com vocês!Meggie pegou o rádio de mim, com um sorriso desafiador:— Hahaha! Então é

  • Dominic: A virgem e o CEO Bilionário    291

    Conseguimos acesso à porta da rua e saímos correndo novamente.— Ali! — Meggie apontou para uma caçamba de lixo. — Entra!Pulamos dentro da caçamba, mergulhando no lixo que estava na metade. O cheiro era insuportável, mas não havia tempo para frescuras. Ficamos caladas, ouvindo os passos dos traficantes passando perto, as vozes gritando ordens. Depois de alguns minutos, o silêncio voltou.— Acho que já está limpo — sussurrou Meggie. — Podemos sair.— Vamos com cuidado — respondi, empurrando um pouco a tampa.Espiamos com cuidado. O beco estava deserto. Saímos da caçamba, cobertas de sujeira, e começamos a descer o morro com muito cuidado, pegando uma viela estreita. Caminhávamos com atenção redobrada, quando demos de cara com dois traficantes.— Droga! — Meggie tentou correr, mas um deles a pegou pelo cabelo.— Aonde vocês pensam que vão, hein? — gritou ele, puxando-a.Vi a cena em câmera lenta. Meggie se virou num movimento rápido e desferiu um chute nas partes íntimas do homem, que

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