Dominic: A virgem e o CEO Bilionário

Dominic: A virgem e o CEO Bilionário

last updateLast Updated : 2026-10-18
By:  Luísa Faruk Gerente Updated just now
Language: Portuguese
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Aos 22 anos, Stella Blake só queria uma chance. Com a mãe doente, as contas se acumulando e um currículo que ninguém queria olhar, ela aceita qualquer emprego que aparecer. Até mesmo uma vaga humilde de assistente em uma gigante de tecnologia. O que ela não esperava era entrar na sala errada, no momento errado... e sair de lá noiva do homem mais odiado e desejado do país. Dominic Scott é tudo o que Stella deveria odiar: herdeiro arrogante, CEO de uma fortuna construída sobre o sangue de seus pais, e famoso por trocar de mulher como troca de camisa. Desde o acidente que matou seus pais, ele se enterrou em contratos, uísque caro e corpos vazios, convencido de que o amor é uma fraqueza que não pode mais pagar para ter. Mas a avó de Dominic está prestes a tirar tudo dele. Ela o força a se casar em seis meses, ou perderá o controle da empresa. Desesperado, ele faz uma proposta absurda para a primeira mulher que vê pela frente: uma aliança falsa em troca de dinheiro, estabilidade... e um apartamento que resolveria a vida de Stella. O que nenhum dos dois esperava era que a farsa começasse a se tornar real. Entre jantares de mentira que parecem íntimos demais, toques ensaiados que provocam arrepios de verdade, e olhares que deveriam ser só atuação, Stella e Dominic descobrem que sentimentos não seguem contratos. Dom jura que não quer amar. Stella jura que não vai cair na armadilha de um homem que a trata como posse. Entre beijos roubados, mentiras que se tornam verdades e a sombra de uma avó que enxerga mais do que devia, essa história é sobre dois feridos aprendendo que, às vezes, quem menos esperamos... é exatamente quem precisamos.

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Chapter 1

1

Capítulo 1

Dominic

Acordei com a sensação desagradável de que meu cérebro estava sendo martelado pelo interior do meu crânio. O culpado? O som insuportável do celular vibrando e tocando freneticamente sobre a madeira da mesa de cabeceira, em um ritmo que parecia projetado por engenheiros para causar dor física.

Resmunguei contra o travesseiro, tateando o móvel às cegas até encontrar o aparelho. Nem me dei ao trabalho de abrir os dois olhos; apenas espiei com a pálpebra esquerda nojenta de sono o nome que brilhava no visor.

Marcelo

Levei o telefone ao ouvido.

— Alô? — minha voz saiu parecendo a de um urso que acabou de ser acordado no meio da hiberdação. Arrancada do fundo do peito.

— Dom? Cadê você, porra?! — a voz de Lucas estalou no meu tímpano, sem um pingo do respeito que um homem de ressaca merece.

— Logo de manhã xingando? O que foi, o café acabou ou a sua vida continua uma lástima?

— Estou falando seríssimo, cara — Dominic soltou um suspiro frustrado do outro lado da linha, e eu pude ouvir claramente o burburinho de passos apressados e o barulho de louça ao fundo. — Sua avó está aqui. Ela chegou faz vinte minutos e já fez dois secretários chorarem e ameaçou demitir o chefe da segurança por causa da gravata dele. Ela está uma fera.

Soltei um grunhido pesado, passando a mão livre pelo rosto para tentar espantar a névoa do álcool da noite anterior.

— Fala pra ela que tive uma emergência corporativa.

— A única emergência que você tem é o seu senso de responsabilidade, que morreu faz dez anos. Vem logo pra cá antes que ela me faça limpar os sapatos dela com a minha própria camisa.

— Já estou indo — resmunguei, desligando antes que ele pudesse começar outro sermão sobre profissionalismo.

Foi só quando joguei o celular de volta no colchão que me dei conta do peso extra ao meu lado. Olhei para a direita e me deparei com uma cascata de cabelos loiros espalhados pelo travesseiro de seda e um par de pernas compridas entrelaçadas nos lençóis bagunçados.

A memória voltou em flashes rápidos: o bar no centro, tequila barata, tequila cara, e uma loira cujo nome eu tinha 80% de certeza de que começava com S.

Samira. É, Samira.

— O que foi, amor? — ela perguntou, a voz embargada de sono, virando-se lentamente na minha direção.

— Tenho que ir para a empresa. A dragão-fêmea que atende pelo nome de minha avó decidiu fazer uma visita surpresa.

— Mas já? — Samira fez um biquinho perfeito, num tom tão absurdamente manhoso que quase me fez rolar os olhos. — Pensei que poderíamos passar a manhã inteira na cama. Pedi para o serviço de quarto trazer panquecas mais tarde.

— Panquecas soam tentadoras, mas a senhora Scott tem o hábito de arrancar cabeças quando fica esperando — respondi, tentando afastar a coberta.

Ela se esticou, movendo-se com aquela lentidão calculada de quem sabe exatamente o efeito que causa. O lençol deslizou pelo seu corpo, revelando os seios fartos, os mamilos rosados ainda rijos do frio do ar-condicionado e as curvas que tínhamos explorado até as três da manhã. Um sorriso malicioso e provocante surgiu em seus lábios.

— Certeza de que você não pode atrasar só vinte minutos? — ela murmura, deslizando a mão pela minha coxa por baixo das cobertas. — Tenho certeza de que você rende muito mais no trabalho se sair daqui descarregado.

Sabia exatamente o que ela estava fazendo. Era o clássico jogo de sedução. As mulheres costumavam achar que poderiam me prender pela cama, mantendo a conversa e o sexo fluindo até que virasse algo mais. Mas eu tinha uma regra rígida: três noites. No máximo. Tempo suficiente para matar a vontade, curto demais para dar espaço para dramalhões, DRs ou falsas expectativas.

Essa era a nossa terceira noite. A saideira. E, francamente? Eu não era idióta a ponto de recusar uma oferta daquelas.

— Vinte minutos — avisei, inclinando a cabeça para trás no travesseiro. — E nem um segundo a mais.

— O suficiente pra te fazer esquecer até seu próprio nome, Scott — ela piscou, descendo pelo colchão.

Samira não perdeu tempo. Com os olhos fixos nos meus, suas mãos ágeis e macias envolveram a base do meu pau, que respondeu quase instantaneamente ao toque aquecido dela. Ela inclinou a cabeça, passando a ponta da língua devagar pela extensão, subindo da base até a cabeça, um movimento torturante de tão lento, feito puramente para me testar.

— Você gosta de provocar, não gosta? — murmurei, dando uma risada rouca enquanto assistia à cena.

Ela não respondeu com palavras. Em vez disso, abriu a boca e envolveu a glande com os lábios carnudos, sugando com uma pressão deliciosa que me fez soltar um palavrão baixinho. A sensação de sua boca quente em contraste com o ar frio do quarto fez meu corpo todo tencionar.

Com uma lentidão exasperante, ela foi descendo mais, engolindo centímetro por centímetro até que minhas paredes abdominais se contraíssem.

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Fabiana Vila
Fabiana Vila
É isso msm? o livro começa de uma forma depois muda radicalmente. Um pouco confuso. Até começa legal o livro, mas depois confunde, achei até que tinha trocado de livro sem querer
2026-08-23 02:56:32
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1
Eron Santana
Eron Santana
Confuso hein, desde o início do livro! Capítulo 34 Stella e Dominic sofrem um acidente vão pro hospital, Sophia e o namorado acompanham eles e simplesmente pula pra outra história?
2026-08-20 01:51:46
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Renilda da Silva
Renilda da Silva
começou quente vamos ver os capítulos seguintes
2026-08-07 19:28:11
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luiiih
luiiih
...️...️...️...️...️...️...️...️...️...️...️...️...️...️...️...️
2026-08-04 17:33:22
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luiiih
luiiih
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2026-08-04 17:33:18
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