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Droga! O CEO é substituto na vida dela!
Droga! O CEO é substituto na vida dela!
Author: Edi Beckert

CAPÍTULO 1

Author: Edi Beckert
last update publish date: 2023-10-13 22:21:19

CAPÍTULO 1

[Ding]

Toca o alerta de mensagens de Anelise.

[Venha ao restaurante da Sete de Setembro, preciso falar com você!] — Anelise saltou do sofá, mal olhou a mensagem e já procurou o sapato.

“Vicente lembrou que hoje é meu aniversário, eu sabia! É claro que preparou uma surpresa!“

Ela saiu depressa, já imaginando que ele deveria ter comprado o bolo que ela adorava.

Quando chegou, estranhou que não viu o carro dele ali.

Ela caminhou devagar e como não viu nada, pegou o celular na bolsa e confirmou se havia visto corretamente, mas então estreitou os olhos quando viu que aquele não era o número dele. “Ué? Como foi que não reparei nisso?" — ela mal pensou e deu um pulo com o susto que levou ao ouvir seu nome logo atrás dela:

— Você que é a Anelise? — um som alarmou atás dela, Anelise virou rapidamente, uma bela jovem está a sua frente.

— Sim! E, você não é a minha cunhada? Irmã de Vicente? — Anelise se aproximou esticando a mão, mas a moça mudou o semblante.

— Não acredito que fiquei fora um pouco mais de um ano, e meu irmão foi se enfiar em uma qualquer como você! — Anelise puxou todo o ar que tinha no peito e também a mão novamente, que ainda estava esticada, esperando que ela apertasse.

— Desculpe, mas acho que você se confundiu, eu sou a namorada dele... — falou com a voz baixa, olhando para os lados com o canto dos olhos.

— Namorada uma ova! Você é apenas a substituta da Alicia para o Vicente! Ou vai me dizer que não sabe? A Alicia está voltando e quero te ver bem longe dele! — Anelise achou aquilo um absurdo, colocou a bolsa sobre uma das mesas e deu de dedo na cara da tal Paola.

— Eu não admito que fale assim, comigo! Você nem me conhece, qual o seu problema, comigo? — Paola se aproximou mais.

— A única cunhada que conheço é Alicia! Você é uma mulherzinha insignificante que come e dorme no apartamento do meu irmão! — Anelise arregalou os olhos e abriu a boca. Vicente comentou que a irmã tinha uma personalidade muito diferente da dele, mas não imaginava que seria tanto.

— É verdade, eu já vi que o teu irmão comprou até um carro, novo pra ela! Vive passeando por aí de roupa, bolsas e calçados de grife! — Anelise virou o rosto imediatamente para ver quem era a safada que estava criando mais confusão, então em seguida se virou para ela.

— Pare de dizer o que não sabe! Eu nunca pedi nada pra ele! — Quando Anelise disse isso, Paola a agarrou por trás, puxando os seus cabelos e tentou bater com a cara de Anelise na mesa.

— Vou te mostrar porque deve ir embora, sua aproveitadora! Eu vou acabar com a tua cara! — Paola falou, porém a situação invertada de repende, Anelise tirou Paola de cima dela e a prendendo em frente da mesa pelos cabelos.

— Eu não vou, embora! Porque não pediu isso ao seu irmão? — Anelise falou com raiva, e então algumas mulheres se aproximaram.

— Me ajudem! O que estão esperando? — Paola disse, e Anelise percebeu que eram muitas mulheres, ela não daria conta de tantas.

Ela soltou a Paola e olhou para os lados, talvez precisasse de ajuda, mas a impressão que teve foi que os donos do estabelecimento já sabiam o que estava acontecendo. “Eles não farão nada!“ — pensou, antes de precisar empurrar a primeira que veio pra cima dela.

— Vamos levá-la pra fora! — uma delas empurrou Anelise, que se apoiou na mesa, mas logo revidou, empurrando com mais força e ela caiu. De repente Anelise pareceu perder o controle, eram muitas mãos empurrando ela, então se defendia, mas percebeu que estavam conseguindo tirar ela para fora.

— Que isso? Me deixem em paz! — aquelas mulheres começaram a rir e empurrar com mais força, ela ia de um lado para outro. Anelise se viu em um problema imenso, começou a levar chutes, e também deu chutes, mas cada vez ficava pior.

Até que alguém lhe acertou no rosto e Anelise ficou furiosa, então pegou uma das mesas, ergueu no alto e ameaçou:

— Saiam de perto de mim! Eu juro que ataco essas mesas em vocês!

— Ela não vai atacar... — uma comentou, com a mão na cintura e um leve sorriso, então Anelise pegou um impulso, mas no segundo passo, algumas foram para trás.

— Tragam a minha bolsa e me deixem em paz, senão eu acerto vocês com isso! — uma delas pegou a bolsa e colocou sobre a mesa.

— Se eu souber que voltou a ir atrás do meu irmão eu vou atrás de você, hein? — Paola falou e empurrou a bolsa de Anelise, fazendo com que caísse no chão, espalhando algumas coisas.

Anelise soltou a mesa com força, encarando Paola e depois as outras, até elas sairam.

Anelise estava trêmula, entrou e ligou o carro e saiu rapidamente daquele lugar, dirigindo sentido ao apartamento, e só parou para respirar quando estacionou no prédio onde mora com Vicente.

Ela olhou para os dedos sobre o volante que tremiam, pelo espelho viu o seu cabelo bagunçado, e havia um corte em sua boca, mas a dor no seu peito era muito maior e ela não sabia como lidar com isso.

A sua cabeça estava uma bagunça, sem querer apertou em algumas teclas no celular e surgiu aquela foto, a imagem que fazia ela se lembrar dos motivos pelos quais aceitava tantas coisas, e uma lágrima teimosa caiu sobre a tela.

Porém logo se despertou com a ligação de Vicente:

— Ane, onde você está?

— Vicente... volta pra casa, por favor! — falou com a voz falha quando ele atendeu, e então desligou...

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Comments (2)
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Edineide Santos
querida quem pode pode né entao deixa ele dar joias pra ela
goodnovel comment avatar
Edineide Santos
si ele nao desse bola pra ela,nao tava ela ne sua vaca
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