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Capítulo 11

Author: Arthur Souza
last update publish date: 2026-07-24 01:33:30

Clara apertou as coxas com força, mas isso só piorou a situação. Um novo latejar de desejo a fez gemer baixinho. Ela nunca havia tido um sonho tão explícito, tão real, tão intenso. E o pior, ou melhor, era que o Julian do sonho falava exatamente como o Julian real falaria. Aquela mistura perigosa de carinho protetor com uma dominância sexual crua.

Ela olhou para o relógio. Eram 07:12 da manhã.

O apartamento estava silencioso. Julian provavelmente ainda dormia no sofá. Clara levantou devagar, se
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    Ela aumentou o ritmo, fazendo sons molhados e obscenos. Saliva escorria pelo queixo, pingando nas coxas. Julian começou a gemer mais alto, os quadris se movendo levemente, fodendo a boca dela com estocadas curtas e controladas.— Se você continuar assim eu vou gozar na sua boca… quer que eu goze na sua garganta, linda? Quer engolir tudo?Clara gemeu afirmativamente, vibrando o pau dele com a voz. Julian apertou o cabelo dela com mais força, mas ainda gentil.— Então mama mais gostoso… isso… porra, que visão… sua boca esticada no meu pau grosso… você é perfeita.Depois de quase dez minutos de boquete intenso, Julian a puxou para cima, beijando-a com fome, sentindo o próprio gosto na língua dela.— Minha vez — rosnou ele.Ele a virou de costas, inclinando-a sobre o braço do sofá. Clara empinou a bunda instintivamente. Julian deu dois tapas firmes nas nádegas, fazendo a carne balançar.— Olha como você está molhada… toda inchada e brilhando pra mim. Essa boceta está pedindo pra ser destr

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    Cinco dias depoisO envelope oficial chegou às mãos de Gustavo por um oficial de justiça às 10h47 da manhã de uma quarta-feira chuvosa. Ele estava de ressaca, vestindo apenas uma cueca boxer, com os olhos inchados e o hematoma no maxilar ainda amarelado.— Gustavo Silva? — perguntou o oficial, sério. — Intimação judicial. Comparecimento obrigatório na 2ª Vara de Família e Sucessões para audiência de divórcio litigioso e medida protetiva. Data: 18 de março, 14h. Ausência implicará em condução coercitiva.Gustavo pegou o envelope como se fosse uma bomba. Leu as primeiras linhas e seu rosto foi se transformando. As veias do pescoço saltaram. Os olhos injetados de sangue se arregalaram.— Isso é alguma piada? — rosnou ele, amassando o papel com força. — Divórcio? Medida protetiva? Essa vadia acha que pode me trocar por aquele palhaço de merda e ainda me chamar pro fórum como se eu fosse o criminoso?!O oficial de justiça deu um passo atrás, já acostumado com reações ruins.— Senhor, o doc

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    Gustavo avançou, o rosto contorcido de fúria. Ele agarrou o braço dela com força, os dedos cravando na carne.— Sua puta desgraçada! Você é minha! Minha! Eu vou te matar antes de te deixar com aquele…— SOLTA ELA AGORA!A voz de Clara saiu como um grito. Ela puxou o braço com toda a força e deu um passo para trás, derrubando a cadeira.— Eu não sou sua. Nunca mais vou ser sua. Acabou, Gustavo. Eu quero o divórcio. Vou procurar um advogado essa tarde mesmo e te aconcelho a fazer o mesmo.Gustavo ficou paralisado por um segundo, como se não acreditasse no que estava ouvindo. Então explodiu.— Divórcio?! Você não vai conseguir merda nenhuma! Eu vou acabar com você! Vou contar pra todo mundo que você é uma vadia traidora! Vou destruir sua carreira, sua imagem, sua família! Você não tem nada sem mim!Ele avançou novamente, mas dessa vez dois colegas seguraram seus braços. Marta já estava ao telefone chamando a polícia.Clara tremia, mas sua voz não vacilou mais.— Pode falar o que quiser.

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    Eles ficaram mais alguns minutos naquela posição íntima, conectados de corpo e olhar. Julian acariciava suas costas com movimentos lentos, quase reverentes, enquanto Clara traçava círculos preguiçosos no peito dele com a ponta dos dedos. O apartamento estava silencioso, exceto pelo som distante de um carro passando na rua e pela respiração ritmada dos dois.— Eu não planejei que fosse assim… na mesa da cozinha — confessou Julian com um sorriso torto, a covinha aparecendo. — Mas também não me arrependo de nada.Clara riu baixinho, um som ainda rouco de tanto gemer.— Eu também não. Foi… intenso. Eu nunca me senti tão desejada na vida.Julian segurou o queixo dela com delicadeza e a beijou, dessa vez um beijo lento, profundo, sem a urgência desesperada de antes. Quando se afastou, seus olhos estavam sérios.— Amanhã você precisa tomar uma decisão, Clara. Não dá mais pra continuar vivendo naquela casa. Não depois do que aconteceu entre a gente. Não depois de você ter gozado no meu pau gr

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    Julian soltou um gemido gutural e obedeceu. Segurou o cabelo dela com a mão livre, puxando sua cabeça para trás enquanto metia com violência controlada. A mesa rangia perigosamente a cada investida.— Então toma. Toma tudo. Sente como eu tô batendo bem no fundinho dessa bocetinha apertada. Eu vou te deixar marcada. Amanhã você vai sentir cada estocada quando sentar.Clara explodiu.O orgasmo foi devastador. Ela gritou o nome dele tão alto que sua voz falhou, o corpo inteiro convulsionando sobre a mesa. Suas paredes internas apertaram o pau de Julian ritmicamente, ordenhando-o com força enquanto ela gozava sem parar, o líquido escorrendo pelas coxas dele.— Isso… isso… aperta meu pau assim, porra! — grunhiu Julian, diminuindo o ritmo apenas o suficiente para sentir cada contração dela. — Que boceta perfeita… tá me espremendo inteiro. Boa menina… muito boa menina.Quando os tremores dela diminuíram, Julian saiu de dentro dela devagar, o pau brilhando com a mistura dos fluidos dos dois.

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    Ele capturou um mamilo com a boca, chupando com força enquanto a mão massageava o outro seio. Clara arqueou as costas, gemendo alto, enfiando os dedos no cabelo dele.— Julian… por favor…Ele tirou a própria camiseta e o short dela num movimento rápido. A calcinha foi arrancada em seguida. Clara ficou completamente nua sobre a mesa. Julian deu um passo para trás por um segundo apenas para admirá-la, os olhos escuros de desejo.— Olha pra você… toda molhada pra mim. Essa boceta está brilhando, linda.Ele ajoelhou entre as pernas dela. Não houve preliminares suaves. Julian simplesmente mergulhou o rosto entre suas coxas, lambendo-a com fome. A língua larga percorreu toda a extensão da boceta encharcada, circulou o clitóris e depois penetrou nela. Dois dedos grossos entraram ao mesmo tempo, curvando-se no ponto G.Clara gritou, segurando a cabeça dele contra si.— Ah, meu Deus… Julian… assim… assim!Ele chupou seu clitóris com força, os dedos metendo rápido e fundo. O som molhado e obsce

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