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Julgamento iniciado!

Author: MellRibeiro
last update publish date: 2025-12-14 09:31:08
Suzi está com a barriga de gestante enorme e, por ser ninfa, a gestação do bebê é mais rápida que a de Ana, pois a criança tem um pouco mais de poder, então ela apenas aguarda o nascimento, o que pode acontecer em horas ou minutos. Casey está em seu trabalho e apenas espera notícias. Quando Marcelle vem à sua sala para questionar se ele tem alguém para colocar em seu lugar, ela irá lhe dar licença para se afastar, pois Suzi não pode ficar só. Ele sugere que Clara fique em seu lugar; Marcelle ace
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  • JOGUE COMIGO: Encontro perigoso!   O final feliz.

    "Eu disse que nos veríamos!"— Mãe, essas foram as palavras que guardei por séculos. Pensei que teria de morrer para te ver novamente! Ai, que saudade!René corre para abraçar Ana, mas, para ela, aquelas palavras têm um significado maior que a sua própria vida, pois foram as últimas palavras que ouviu de sua mãe antes dela falecer. Marcelle não entende, apenas observa de queixo caído a situação. Então, Josephine se aproxima dela e de Mina. Ela segura a pequena e fala baixinho para Marcelle que devem conversar em outra parte, pois René tem um encontro com a sua mãe neste exato momento.— Vem, Marcelle, vamos deixá-las a sós para conversarem.Marcelle a segue sem perguntar, porém, seu pensamento está em René, pois ela teme que sua esposa se magoe.— Mãe, como isso aconteceu? Como voltou agora e por que desse jeito?René escuta tudo o que ela fala; nem ela mesma sabe explicar, mas a curta explicação chega como uma bala.— René, sei que lhe parece estranho, mas lembro-me de tudo o que acon

  • JOGUE COMIGO: Encontro perigoso!   Reencarnação de Hanna.

    — Não foi como eu imaginei, pensei que a encontraria viva, plena, mas ela não está. O que há com ela?Pergunta Josephine com dúvidas e lágrimas nos olhos, vendo sua amada esposa em sua cama, porém, ela está diferente: sua pele arroxeada e lábios cinzas, a pele pálida com manchas. Ela não sabe o que pode ser, mas olha para suas filhas e elas tampouco entendem o que aconteceu; apenas olham para ela e Marcelle lhe fala.— Mãe, acho que o seu sangue a trouxe de volta, mas não totalmente. Ela apenas entrou e perguntou pela senhora, mas caiu no piso.— Ela desmaiou e não despertou mais. Penso que há algo que possa fazer, não sei. Mordê-la seria uma opção!René grita com ela, discordando. Ela fala que o fato de Ana ter acordado já é um milagre, estar no túmulo com o qual sua mãe se tornou uma vampira também, então devem esperar, já que ela está viva! Josephine se aproxima de Ana vagarosamente, enquanto as duas discutem a vida de Ana. Ela senta na ponta da cama e, olhando ansiosa para ela, seg

  • JOGUE COMIGO: Encontro perigoso!   Ansiedade.

    — Eu sabia que era ela desde o início, sempre estive ali, por perto, de olho nela, em seu crescimento. Sua vida humana dessa vez foi diferente, pois ela agora tinha mais poder.— Antes ela era presa, como eu, vivia um dogma social que colocava qualquer decisão como perigosa! Nosso encontro foi desconcertante, mas pude provar para ela, pela primeira vez, que ela poderia amar além dos preconceitos, que poderíamos viver além dos tempos.— Assim como o Drácula, eu também a esperaria, por todas as vidas possíveis! Ana...O tempo é longo, a morte pareceu eterna; para Josephine, ainda é. Ela observa o nascer do sol, quando o seu corpo começa a formigar, como se uma corrente elétrica passasse por ele. Josephine pode sentir uma mudança no tempo; é como se ele parasse somente para ela, como se não houvesse mais nada em todo o planeta, além dela e dessa energia que ela não sabe de onde vem, mas escuta uma voz familiar sussurrando seu nome e seu coração dispara!René e Marcelle ainda festejam com

  • JOGUE COMIGO: Encontro perigoso!   Sonhos.

    A morte é algo que não se prevê, apenas acontece, apenas se passa, se sente. É um frio, é um escuro sem fim, mas é algo poderoso, mais poderoso que a vida, pois você pode ver o filme da sua vida passar diante dos seus olhos e lhe dá tempo suficiente para analisar cada detalhe. É como se o tempo parasse, e, à medida que o sonho vai avançando, você não sente o tempo passar, mas vê a luz e a escuridão, sempre lá, sempre estão lá.O frio da morte é como um eterno inverno, como se uma ventania gelada passasse pela pele, rasgando. E este é o sentimento de solidão, de calmaria, até que você ouve vozes. Elas te chamam, elas te procuram, elas te buscam, e você vê rostos de pessoas que você conheceu ao longo da vida, pessoas que você amou, de quem teve raiva, com quem brigou, a quem deixou, mas, principalmente, os rostos daqueles que te deixaram e também, rostos mais importantes, das pessoas que te amaram. A melhor parte de ver estes rostos é que você pode falar para eles, mesmo que não te vejam

  • JOGUE COMIGO: Encontro perigoso!   Palavras ao vento!

    Chegou o dia do casamento. Casey e Francis se arrumam na mansão de Josephine. Toda a cerimônia será na mansão, mas as noivas estão em um dia de spa; elas fazem relaxamento e tratamento de pele com as madrinhas. Josephine, porém, ficou em casa com Mina e organizou a festa e os demais detalhes. Ela será a cerimonialista, pois, na qualidade de rainha, como ainda tem o título, e a pedido de Casey e Francis, ela realizará a cerimônia e os casará. Ela está em polvorosa e organiza para eles a festa e tudo o que implica o casamento. Foi um presente, assim como o apartamento que era de Ana para Suzi e Casey. Assim, eles não precisarão procurar casa.Os noivos estão felizes e conversam no quarto de hóspedes. Eles falam de seus desejos, sobre sua vida, que querem cumprir para suas esposas. Casey pede para Francis ser sempre gentil e leal com Clara, pois ela sempre foi uma menina de sonhos e disse sempre querer um esposo que a cuidasse, mas que também a deixasse livre para curtir a sua juventude c

  • JOGUE COMIGO: Encontro perigoso!   Planos.

    Casey terminou seu horário no trabalho e voltou para casa. Chegando cedo, ele encontrou Suzi sozinha, mas ele a observou no terraço, lendo e olhando para o telefone.— Olha o que eu trouxe para nós, meu amor!Suzi olha em direção ao som da voz dele, vindo da porta de vidro da sala para o terraço, e Casey está ali parado, segurando o jantar. Ela sorri e ele balança a sacola de papel imensa com comida japonesa. Há também uma garrafa de vinho tinto. Ela sorri de volta e levanta, vagarosa devido à cirurgia. Ela se aproxima da porta e estende a mão. Ele entrega a garrafa de vinho e a chama para a mesa, onde ela senta e ele coloca dois pratos e talheres. Ela sente que é sortuda por ter um namorado como ele, sente as lágrimas descerem pelos olhos e os lábios se espremerem pelo choro que ela tenta conter.— Amor, por que chora?Suzi olha para ele sorridente; ela diz que a emoção de ter um namorado tão bom é devastadora. Ele sorri para ela, que continua a falar.— Eu sinto como se o meu coração

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