로그인Ai, gente, esse capítulo foi muito fofo… Eu amei a interação deles aqui e vocês?
Quando cheguei ao hospital, precisei esperar por minha irmã na sala de espera, já que não permitiram que meu sobrinho entrasse para ver minha mãe. Quando Viviane finalmente apareceu, bastou olhar para a expressão dela para perceber que não estava nada satisfeita.— Por que demorou?— Estava resolvendo algumas coisas — expliquei.Ela se aproximou e praticamente tirou Vini do meu colo com certa brutalidade, deixando claro que estava irritada.— Por que não me contou?Franzi a testa.— O quê?— Que trabalhava para aquele homem.Não precisei perguntar de quem estava falando.— Não vi motivo para contar isso para você.— Ah, não? — ironizou. — Se não me engano, nós brigamos justamente por causa dele.— Você brigou por causa dele, eu não — rebati. — Deixei claro desde o início que não tinha nenhum interesse nele, mas você não quis me ouvir. Preferiu partir para a agressividade.Viviane apertou os lábios e me encarou.— Mesmo assim, poderia ter me contado.— Para quê? Para você fazer exatame
Antes de sair do hospital, perguntei a Renner se sabia onde Júlia estava. Ele me explicou que ela havia levado Vini para um apartamento no centro que pertencia a Dante. Peguei o endereço, chamei um táxi e fui até lá buscar meu sobrinho.Júlia abriu a porta assim que toquei a campainha.— Oi. Vim buscar o Vini.— Ele está ali na sala.Entrei e logo o encontrei distraído, assistindo à televisão.— Como ele se comportou? — É um anjinho. Não deu trabalho nenhum.Sorri aliviada.— Ainda bem. E como estão as coisas na casa? Sabe de alguma coisa?— A polícia ainda está investigando. Pelo que me disseram, há muita bagunça e eles precisam ser minuciosos antes de liberar o local.— Imagino.Só de pensar em voltar para aquela casa depois de tudo o que havia acontecido, senti um desconforto estranho.— Também estão tentando entender exatamente como aqueles homens conseguiram entrar — Júlia continuou.— Renner me contou sobre os seguranças.— Foi assustador, Fabi. Ninguém percebeu nada até eles j
Aquilo me deixou muito preocupada, porque a sensação de vulnerabilidade aumentava ainda mais. Só de pensar que poderia haver alguém rondando a casa, observando os moradores e conhecendo detalhes da rotina de cada um, me causava arrepios.— Isso é assustador, Renner.— Eu sei.— Se sabiam até que Gabriela costumava mandar comida para os seguranças, significa que podem saber muitas outras coisas.Ele assentiu, demonstrando estar tão preocupado quanto eu.— É justamente isso que a polícia está tentando descobrir.Engoli em seco e levei a garrafa de água novamente à boca. Até poucas horas atrás, eu me sentia completamente segura naquela casa. Havia câmeras e seguranças por toda parte. Agora, tudo aquilo parecia não significar absolutamente nada.— E se tentarem voltar?— Depois do que aconteceu hoje, pode ter certeza de que ninguém vai entrar naquela propriedade com a mesma facilidade novamente.Queria acreditar nele, mas ainda era difícil. O medo estava recente demais.— Eles levaram mui
— Meu Deus… Meu Deus…Aproximei-me de Dante, tentando entender em que estado ele estava. Meu coração apertou ao vê-lo daquele jeito, desacordado no chão.— O que fizeram com ele?— Eles bateram nele porque tentou me defender — Gabriela respondeu entre o choro.— Por favor, tentem manter a calma. Precisamos chamar uma ambulância e a polícia.— Sim, Júlia, por favor — implorei, percebendo que ela parecia ser a mais equilibrada entre nós naquele momento.Júlia saiu rapidamente do banheiro, dizendo que utilizaria o telefone fixo, já que os homens haviam levado os celulares delas.— Dante… — chamei assim que ela saiu, aproximando-me ainda mais dele. — Dante, por favor, fala comigo.Eu só conseguia chorar, e Gabriela não estava muito diferente.— A culpa é minha — ela repetia, desesperada. — Fizeram isso com ele por minha culpa. Um daqueles homens queria me levar para o quarto, e meu pai não deixou. Ele foi para cima deles, Fabiane. Mesmo com todos armados, ele tentou me defender.Olhei par
— Titia…A voz do meu sobrinho ecoou no meu subconsciente.— Titia, levanta, tô com fome.Lentamente, abri os olhos, sentindo uma dor enorme na cabeça. Levei alguns segundos para entender onde estava. Eu me encontrava deitada no chão da edícula e, abaixado ao meu lado, estava Vinícius, me olhando com uma expressão confusa.Mexi o corpo com dificuldade e senti dor por toda parte. Minha cabeça latejava de uma maneira terrível e, por alguns segundos, não consegui entender por que estava no chão.O que tinha acontecido?Olhei ao redor, ainda desnorteada, reconhecendo aos poucos a cama, os móveis e o banheiro da edícula. Foi então que tudo voltou de uma vez.Os homens. As armas. O golpe na cabeça. — Dante…Tentei me levantar rapidamente, mas uma dor atravessou minha cabeça e tudo ao meu redor começou a girar. Apoiei uma das mãos na cama e fechei os olhos, respirando fundo enquanto esperava aquela sensação passar.— Titia, tô com fome — Vinícius repetiu.Abri os olhos e olhei para ele. Meu
Não pensei nas armas, nem em quantos eram e muito menos no que poderia acontecer comigo. Só vi aquele desgraçado segurando Gabriela e avancei para cima dele.Consegui alcançá-lo, mas, antes que pudesse fazer qualquer coisa, outros homens vieram para cima de mim. Tentei me soltar, tomado por uma raiva que me fazia ignorar completamente o perigo, mas fui imobilizado. Ainda assim, continuei tentando avançar.— Solte-a, seu filho da puta!— Pai! — ouvi Gabriela gritar.Um golpe me atingiu e senti meu corpo perder o equilíbrio. Mesmo assim, tentei me levantar. Não conseguia aceitar que aquele homem levasse minha filha para dentro do quarto enquanto eu simplesmente obedecia e assistia.— Doutor, para! — Júlia gritou em desespero.Outro golpe veio, depois mais um. Minha visão começou a ficar turva, mas ainda procurei Gabriela. Ela continuava no corredor, completamente paralisada, olhando para mim como se não acreditasse no que estava vendo. Talvez, depois de tudo o que havia acontecido entre







