Compartir

O Acordo Com o CEO
O Acordo Com o CEO
Autor: DaysyEscritora

1. O Engano

last update Fecha de publicación: 2023-08-12 09:46:48

Pamela percebeu que o dinheiro de sua conta bancária havia desaparecido, que tudo o que ela economizou para pagar o tratamento de sua mãe desapareceu, o pior de tudo é que o histórico revelou que alguém estava fazendo compras. Seu coração parou; além dela, apenas o namorado tinha acesso à conta.

Todo o corpo tremeu, a ansiedade surgia em forma de espiral dentro de si. Não queria ter ideias malucas, mas nada era improvável.

A aula de artes terminava dentro de meia hora, lá ele não podia usar o celular. Então ela não ligou para ele, apenas foi para casa, ela já conversava com ele, mas algo não estava certo. Ela já fazia isso no trabalho, no entanto, ruídos estranhos vindos do segundo andar a alertaram.

Alguém entrou em sua casa?

Pamela parou de verificar o cartão de contato que encontrou na mesinha do hall de entrada que não tinha ideia de por que estava lá, era de uma importante academia de arte. Agora reparava nos sons misteriosos; quase marcou a polícia, se não fosse por aquela risadinha feminina e familiar.

Com discrição subiu os degraus das escadas.

Foi apenas uma questão de subir e olhar para o quarto, a porta permaneceu fechada, e seus olhos se abriram como pratos, diante de uma cena detestável.

- O que achas que estão a fazer?! - exclamou parando os dois, que a olharam com surpresa, com a expressão fantasmagórica em seus rostos.

Ela cerrou os dentes, a fúria corria em suas veias, seu coração imperiosamente batia por causa da raiva que sentia. Bruce, seu namorado, o amor de sua vida, que havia prometido estar por ela nos bons e nos maus momentos, até mesmo esperando por ela até que ela estivesse pronta para dar esse passo para estar com ele, a traiu com aquela mulher. A confiança de Pamela foi quebrada apenas por ver aquele par de mentirosos se beijando, prestes a tirar todas as roupas.

Estaban eles estavam em seu quarto! E só de imaginar o que estava por acontecer, sentia-se destruída.

O descarado de Bruce, ainda exposto como infiel, tentaria estupidamente implorar a Pamela, garantindo que ela era a única em sua vida.

- Querida, não é o que pensas. Deixe-me explicar... - rogou-lhe aproximando-se da jovem, que o olhava com nojo e decepção, e por cima do ombro assassinava Gabriela com seus orbes.

O rosto de vergonha caiu para a morena, ele não conseguia nem olhar nos olhos dela. E é que, as duas tendo cursado a primária até os estudos superiores, tinham mantido uma amizade estreita, ou assim acreditou, já que estava se despedaçando em questão de segundos.

- Não me podes dizer nada tão estúpido! Bruce, como me pedes para te ouvir? No você não tem nenhum direito! - ele apontou com os olhos cheios de lágrimas.

Ele esfregou o queixo em frustração. Eu sabia que ele errou, que não havia mais como voltar atrás. Mas, na verdade, ela nunca se importou de verdade. Era apenas o seu passe de "ouro" para acumular uma fortuna. Pelo menos ele estava ganhando dinheiro às suas custas.

- Pam... - sussurrou a aludida com hesitação, já tinha terminado de subir o jeans.

Ela era mais uma atriz, fingindo pesar.

- Não me chames assim! És uma traidora, Gabriela. Não sei como pude confiar em ti. Has você realmente esteve comigo, enquanto dormia com meu namorado?! - reclamou furiosa, à beira de perder o pouco julgamento que lhe restava. É inaceitável, vocês me dão nojo.

E como se não bastasse, Gabriela já deixava de se ver arrependida e tirava as garras.

- Como lhe chamas traição? Só te fiz um favor, porque Bruce realmente não te ama —ele se atreveu a cuspir, claramente com veneno, o sorriso se deixava ver em seus lábios curvados. Ele não te ama, Pamela, diz-lhe Bruce, acaba com isto de uma vez por todas. Sigues você apenas continua com ela porque ela é ilusória! Porque você está mais interessado em dinheiro. Vamos Vamos lá, não fique quieto!

Il ilusória? Isso partiu-lhe o coração, despedaçou-lhe o órgão vital. Além disso, como é que o Bruce estava com ela por Dinheiro? Lutava dia a dia para ganhar o pão, não era milionária. Não dava crédito ao que se passava. O pior é que o mencionado se indignava, como se fosse uma vítima e não o causador de todo esse desastre.

- Podias ficar calado?! Apenas saia daqui-processou ferozmente a terceira em discórdia.

Pamela se conteve para não provocá-la quando passou por ela, agora ela precisava descarregar toda a sua raiva naquele homem. Ele bateu a palma da mão na bochecha, soltando palavrões.

- Por que Gabriela? Resp responde-me infeliz! - começou a bater em seu peito, cheia de raiva e dor. Eu que coloquei minha confiança em você, que só queria ser feliz...

- Pamela, querida, por favor...

- Não me chames assim, imbecil! - cuspiu, soltando —se do seu aperto e voltou a dar-lhe uma bofetada. Eu acho que é a única coisa que você sabe dizer, Você não pode provar sua inocência porque você é culpado. Só espero que a vida te cobre o mal que me fizeste. Vete saia daqui, Pegue suas coisas e vá embora!

- Porque é que tenho de ir? - desafiou mudando de atitude, altaneiro. Este lugar eu paguei também.

- Eu devia ir? - rosnou.

- Não achas que esperei muito? Dos dois anos com você, mas você ainda não está pronto para ficar comigo! A culpa É tua, Pamela —asseverou, sua desculpa barata que o tornava mais miserável.

Embora Pamela não tivesse tido intimidade com Bruce, é porque estava esperando o momento certo, pensava que uma vez casados se entregaria por completo a Ele, nada do que Bruce dissesse, o fazia ter razão.

- És um idiota, Bruce! Por Por que aquela mulher diz que só estás comigo por Dinheiro? Habla fale de uma vez! - exigiu empurrando —o pelo peito, o cara ficou em silêncio. Por Por que você fica quieto?

- O que é suposto eu dizer-te? - bufou.

Ela cobriu os lábios, enfurecida.

- Para tudo isto, Onde está o dinheiro, Bruce? - enfrentou-o. O que fizeste com o dinheiro da mãe?!

—Bem, eu vou embora-declarou sem confessar ainda o que fez com os milhares de dólares que estava economizando com o suor de sua testa, para a melhoria de sua mãe.

- Não pensas em admitir? De certeza que ela também tem a ver com tudo, no não é assim? - exasperou-se, odiava que não fosse capaz de se expressar.

- Se queres que eu te diga que gastei na Gabriela, eu gastei. E se eu estivesse com você todo esse tempo com interesse e não por amor? Sí sim! Nunca te amei, como poderia amar alguém como tu? Pamela, Não tens ideia do Desafio que é estar sob o mesmo teto que uma puritana —cuspiu sem tato e aproximou —se de seu rosto, perfurando-a com seus olhos verdes nos quais uma vez se viu refletida com amor, agora só maldade o habitavam. És muito ingénua, sabias?

- C - como te atreves? - gaguejou com um buraco no peito que se tornava mais profundo com cada palavra viperina —. Por Por que você age como um monstro agora?

- Eu sempre fui uma fera, que você seja inocente não é problema meu. Ah, você é uma excelente pintora, algo bom você tinha que fazer —acrescentou algo que nem ao caso, embora conectando tudo, ficou claro.

Claramente, sua habilidade na arte tinha sido benéfica para Bruce. Já se deixava ver a ponta do iceberg, o suficiente para Pamela concluir que viveu enganada todo esse tempo.

Foi o golpe fatal que a fez cair de joelhos, enquanto aquele idiota saía pela porta grande, sentindo-se vitorioso. Ese aquele cretino se atreveu a usá-la apenas! Eu não podia acreditar. Então as pinturas que ele pintou para ele, ele não as manteve em algum lugar, foram vendidas.

Recordou o cartão no Hall, o daquela academia. Foi outro golpe batendo em seu coração.

Pamela enterrou a cabeça nas mãos, furiosa e chorando aos mares. Tudo era tão patético. Mas voltando os olhos para a frente, ele encontrou o motivo para se levantar e seguir em frente. Embora o caos já estivesse desatado e o perfume nojento daquela mulher continuasse cravado em seu nariz: ela se vingaria como de lugar.

E Bruce não merecia uma única de suas lágrimas. Ele secou os olhos bruscamente e ficou em pé.

Mas ele desmoronou novamente ao lembrar que não sabia o que fazer para reunir todo o dinheiro perdido por sua culpa.

Sua mãe estava cada vez pior, já a poucos dias de começar o tratamento contra o câncer, que sendo já avançado, custear era uma questão difícil. E voltava ao ponto de partida, sem um tostão para cobrir as despesas.

- Odio odeio-te, Bruce, detesto-te com todo o meu ser! - gritou mexendo o lugar, destruindo o quanto podia. Ele gritou até que sua garganta doeu e desabafou o que pôde.

Ela ainda não terminou, ela ainda estava cheia de ressentimento e desejou o pior para aquele cara que apenas zombou dela.

Aos dias teria que voltar para Buckland Company, seu local de trabalho, porém não tinha vontade. Tinha sido demais para ela. Não conseguia sequer pensar em trabalhar, embora não tivesse escolha. Na sexta-feira faltou à Universidade, combinar estudos e trabalho não era fácil, mas tentava.

Confirmar que dez obras suas foram compradas por um negociante de arte, embora todas as tenha dado a Bruce, não deixava de ser um roubo para ela. Não só ele gastou seu dinheiro com seu amante, ele também jogou fora o cuidado e tempo que ele colocou nas pinturas, acima de tudo, ele esmagou o valor sentimental importando-o mal.

Ele estava há horas sem comer bem, não dormia o suficiente e mergulhou na tristeza. O despeito estava devorando-a. Em vez de continuar chorando para um cara que não a merecia, ela quebrou a corda que a prendia com uma saída repentina para o bar noturno da cidade.

Ele estava bebendo sem parar, dançando ao ritmo pegajoso da música. Até sentir a respiração de vodka e Gin em seu ouvido, aquela respiração masculina acompanhada do leve toque em sua cintura. Eu não fugiria, por por que fazê-lo se não estivesse errado? Ele apenas fechou os olhos e se deixou levar.

- Diverte-te?

- Acho que sim-mordeu o lábio, ele a virou. A primeira coisa que adornou seu campo visual, foram seus olhos de safira brilhando em meio à escuridão pulsante. Ficou sem palavras, raptada por sua beleza descomunal. Ele era um cara tão bonito e sexy, que eu não podia acreditar que ele estava lá a poucos centímetros e era real —. Agora eu me divirto melhor.

Pela maneira como arrastava as palavras, Oliver sabia que estava mais bêbada do que pensava. Ela parecia tão desorientada e terna ao mesmo tempo.

- Vieste sozinha? - ele quis saber.

Ela fez beicinho.

- Que tipo de pergunta é essa? - ele disse sem jeito. Não posso ficar sozinha por ser uma rapariga?

- Não disse isso —deslizou um sorriso que lhe derreteu o coração. Eu vim sozinho também, sabes, queria desestressar-me, e tu?

Serio a sério era necessário contar-lhe o motivo vergonhoso da sua visita lá?

- Só queria fazer algo diferente-assegurou subindo os ombros.

O homem assentiu, embora pressentisse que escondia a verdadeira razão.

- Façamos algo diferente, então-pronunciou aproximando-se mais de seu corpo, Pamela em algum ponto sentiu-o muito rápido e se afastou.

- Espera, não te conheço. Cómo qual o teu nome?

- Ah, esse é o problema? Sou O Oliver.

- Oliver-repetiu como tola -. Um prazer Oliver, sou a Pamela. Podes dizer-me Pam.

- É um nome lindo, como tu, Pam.

Ele até corou com esse elogio.

- Por que não vamos beber? - limpou a garganta.

- Ainda podes continuar a beber? - levantou as sobrancelhas.

- Estás a subestimar-me? Vamos lá, ainda posso-assegurou tomando-o pela mão.

Juntos no bar eles pediram bebidas. Oliver se divertia muito com ela, riram, conversaram bobas; depois de um tempo Pamela se sentia péssima.

- Sabes o quê? A vida não é justa para todos, Eu não tive um único dia perfeito.

- Aconteceu-Te algo de mau? Meus dias também não são tão diferentes dos seus.

- Ah não? - olhou para ele. Eu não acho que você está lidando com um rompimento ou com a doença de um membro da família. Esse é o meu caso, acabei com meu parceiro, ele era um idiota completo, ele é.

- Sinto muito ,por que alguém faria mal a uma mulher tão bonita e perfeita como tu? Não compreendo.

Ela sorriu com tristeza.

—Você não deve garantir coisas sem me conhecer, e ninguém é perfeito —ele voltou a dar um gole em sua bebida, ele a parou

Continúa leyendo este libro gratis
Escanea el código para descargar la App

Último capítulo

  • O Acordo Com o CEO   Capítulo Especial "Mar"

    A primeira vez que tocou o solo italiano sentiu-se perdida, como se nunca pudesse caber em um lugar diferente daquele que conhecera, certamente, perdeu o que sabia antes de acabar trancada naquele sanatório, agora teve a oportunidade de viver novamente, de recuperar o que perdeu em um estalar de dedos injustamente, finalmente viu os raios de luz, observou o nascer do sol e contemplou o pôr do sol junto com duas pessoas que lhe ofereceram proteção e carinho, exatamente o que idealizou em sua imaginação e acreditava que nunca viveria. Mar, ela era uma jovem animada por poder estar ao lado dos dois. O quarto que lhe fora apresentado como seu pela primeira vez, estudá-lo a deixou perplexa, não faltava nada naquele quarto que se tornasse sonhador. Aos poucos, ao longo desses meses, ela começou a se sentir confortável e familiarizada com o que tinha em seu presente adornado de cores e longe do preto e branco que sempre o ofuscava. Ele sabia de antemão que os dias brilhantes à frente ser

  • O Acordo Com o CEO   Epílogo

    Sardenha, Itália. Era Maio, o verão quente com a família. Pamela teve inspiração suficiente lá para recarregar as energias e depois pintar um quadro lindo que refletisse, que ótimo momento ela estava tendo durante a lua de mel. As crianças também ficaram felizes em estar com ela. Havia uma necessidade incrível de pintar o que ele estava vivendo lá, de guardá-lo para sempre dentro de suas memórias. Finalmente pude respirar o ar marítimo e estar na Itália. Um lugar mágico e lindo, eu já tinha a galeria cheia de fotografias. - Espero que você esteja se divertindo, você deveria posar e me deixar tirar uma foto sua com a vista ao fundo. OK? - Não, Não acho necessário Oliver. Além disso, olhe para todas aquelas pessoas nos observando-resmungou. Oliver acariciou sua bochecha. - Eu acho que você ainda é uma garota tímida, oh vamos lá, apenas posar para a foto - ele a encorajou. Finalmente Pamela concordou e de bom grado capturou o momento. Depois disso eles voltaram para o hotel, uma

  • O Acordo Com o CEO   94. Final: "Sim, Aceito"

    O dia especial havia chegado, Pamela estava animada e sentiu que poderia começar a chorar quando estivesse prestes a alcançar Oliver e pegar sua mão. A menina além de ser um feixe de nervos, também foi invadida pela tristeza, pois sua mãe não poderia estar com ela de forma alguma naquele momento especial, os tempos não haviam coincidido... mas ele ficou com a ideia de que a estava mantendo viva em suas memórias e em seu coração. Percy Miou aparecendo no quarto que estava sendo ocupado por ela. A equipe que se encarregaria de penteá-lo, consertá-lo e tudo relacionado à sua preparação ainda não havia chegado. É por isso que durante esses minutos eu ainda estava em um estado de reflexão pensando em tudo o que aconteceria a partir de agora. Ele acariciou a gata, foi bem estranho que só de tocá-la um pouquinho, ele reduziu toda aquela ansiedade que se espalhava pelo seu ser. Caroline logo apareceu. Ela também precisava se preparar. Ana estava ao lado das crianças, que ficaram entretid

  • O Acordo Com o CEO   93. "Alcançando Metas"

    Oliver, encontrou-a absorta naquela folha caída, imediatamente a pegou e fez uma bola de papel, antes de jogá-la na lata de lixo. Depois disso, ele se sentou ao lado dela e a abraçou nos ombros. - Você está bem? Ele só podia acenar com a cabeça. - Diana só pode pedir perdão a Deus, Ele é o único que poderá ter pena dela, por todo o estrago que ela causou. - Acho o mesmo. Talvez eu não devesse ter te dado aquela carta, querida. - Não, Não precisa se preocupar, estou bem. O que devo fazer para o jantar? - ele mudou de assunto, não querendo continuar naquele curso que não chegaria a lugar nenhum e não valia a pena andar. - Não prepare nada hoje, vou pedir uma entrega. Ah, meus pais me ligaram há um momento para dizer que estão chegando — avisou ela mudando a expressão. - Ótimo! Então jantamos todos juntos-emitiu mais sorridente. ...Seus sogros chegaram cedo, Caroline com a ideia de ajudá-la na cozinha para que ela não tivesse que cuidar de tudo sozinha. Ela já estava cortando al

  • O Acordo Com o CEO   92. "A Carta"

    Asthon e Olívia já haviam adormecido, novamente juntos no berço. Pamela estava olhando para eles daquele ângulo e não pôde deixar de pegar o celular para tirar uma foto dos dois, ela também faria o lembrete para Oliver comprar um berço para que eles pudessem descansar mais confortavelmente ali. - Boo! Ela deu início a ser levada pela cintura de repente pelo aludido, ela olhou para suas safiras. - Oliver, eu pensei que você ainda estava cuidando de tudo sobre a empresa. -Consegui terminar bem a tempo graças ao Tomas, disse a ele que tinha coisas para fazer e ele não demorou muito para me ajudar. Ei, devemos comemorar o fato de que você vai trabalhar com Lincoln", disse ele malandro e ela corou até o âmago. Eu sabia o que ele queria dizer. Ela passou os braços em volta do pescoço dele e sorriu corajosamente. - Não me diga... Pensei que íamos almoçar, até pensei que você fosse me levar para a Itália. Não seria um belo presente para mim? - É suposto irmos lá para a nossa lua-de-me

  • O Acordo Com o CEO   91."O Vestido De Noiva"

    Caroline ficou surpresa ao vê-la modelando aquele vestido de noiva que, em sua opinião, se encaixava perfeitamente nela. Embora ainda houvesse uma infinidade de opções que poderiam ser tentadas.- Todos os vestidos foram feitos para caber lindamente nela? - questionou a vendedora, como elogio. - Não, de jeito nenhum... Eu diria apenas bem-negou a aludida um pouco envergonhada, e começava a sentir as bochechas quentes. Ele sabia que ainda havia um longo caminho a percorrer para decidir sobre um e nunca se arrepender. Afinal seria um dia especial e tudo tinha que correr perfeito. - Oh Pamela, não seja muito humilde, a vendedora está absolutamente certa, você tem uma figura tão linda que o que quer que você vista você se sente maravilhosa... Tenho certeza que meu filho vai cair só de te ver. Você é uma verdadeira princesa! Eu ia falar outra coisa, quando a Ana apareceu, ela parecia um pouco agitada e depois explicou que tinha corrido para não perder o momento. - O importante é que v

Más capítulos
Explora y lee buenas novelas gratis
Acceso gratuito a una gran cantidad de buenas novelas en la app GoodNovel. Descarga los libros que te gusten y léelos donde y cuando quieras.
Lee libros gratis en la app
ESCANEA EL CÓDIGO PARA LEER EN LA APP
DMCA.com Protection Status