로그인Não havia relação biológica entre Eli e Chase.Riana soltou uma longa respiração. A tensão que pesava sobre seus ombros havia dias finalmente se aliviou, ainda que apenas um pouco.Antes que pudesse fechar a tela, outra notificação apareceu.Selena Ward foi levada sob custódia policial.Não apenas isso. Noel também havia sido levado para prestar esclarecimentos pouco depois de entregar os documentos originais do DNA. Sua declaração agora era sustentada por provas adicionais que confirmavam a autenticidade dos verdadeiros resultados do exame.Riana ficou encarando a tela por um longo momento.Então era disso que Cale estava falando.Era por isso que seu filho havia insistido para que ninguém da família, principalmente as crianças, assistisse às notícias?Ela ergueu o olhar para a sala da família.Josh ainda estava concentrado na aula. Grace mantinha a mãozinha erguida em direção à tela, ansiosa para responder alguma coisa. Eli continuava praticando com seriedade, seguindo as or
— Sobre o que vocês estavam conversando? — Perguntou Riana assim que se sentou ao lado de Althea.Althea se virou para ela, confusa. Suas sobrancelhas se juntaram levemente, sem entender a pergunta.— Como assim, mãe?— Sua conversa com Selena. O que mais seria? — Respondeu Riana. — Gostaria de saber, porque mais cedo eu a deixei falando sem parar sobre uma coisa atrás da outra.Aquilo fez Althea rir.— Nós três tivemos a mesma experiência.Naquela tarde, a residência Miller seguia em um ritmo mais estável do que o habitual, embora uma sensação discreta de movimento ainda pairasse por todos os cantos da casa.Depois do café da manhã, Lydia foi a primeira a sair. Usava um terno formal em tom suave, e o cabelo estava arrumado com um ar profissional. Antes de ir, passou pela sala da família, onde todos estavam reunidos.Inclusive Josh e Grace, que já estavam ocupados com suas atividades escolares.— Tenho uma reunião com um cliente no escritório de advocacia esta manhã. — Disse e
A dor já não importava.Havia apenas um pensamento em sua mente.Sair dali.Ser livre.Por fim, Harold chegou à porta. Sua mão trêmula alcançou a maçaneta. Ele a puxou com toda a força que ainda lhe restava.A porta se abriu.Nenhum guarda bloqueava o caminho.Nenhum.Do outro lado, o corredor estava vazio.Harold parou.Algo parecia errado.Normalmente, cada canto era vigiado. Cada movimento, monitorado.Mas agora...Ninguém.A suspeita passou por ele como um lampejo, mas o desejo de liberdade era mais forte. Harold saiu. Seu ritmo aumentou, e os outros vieram logo atrás. Avançaram pelo longo corredor, virando nos cruzamentos, passando por várias salas vazias.Nenhum guarda.Nenhum ruído de rádio.Nenhum aviso.— Andem. — Ordenou Harold.Eles se forçaram a ir mais rápido, mesmo com alguns cambaleando por causa dos ferimentos. A respiração de todos ficou irregular, mas ninguém parou.Por fim, chegaram à saída principal do prédio.A porta não estava trancada.No in
Do outro lado de SunCity, no lugar onde Harold havia sido deixado com os homens envolvidos em seus negócios.A sala de concreto ficou muito mais silenciosa depois que a porta de ferro se fechou atrás de Cale e Chris.O refletor pendurado no teto ainda ardia com força, lançando sombras duras sobre o chão frio. O ar era úmido e pesado, carregado pelo cheiro persistente de sangue seco e suor.Harold continuava preso a uma cadeira de metal.— Droga. — Murmurou.Seu rosto estava coberto de hematomas. O canto de seu lábio estava rasgado. Sangue seco grudava em seu queixo. Um dos olhos estava tão inchado que mal conseguia se abrir. Cada respiração enviava uma dor aguda por suas costelas e pelas costas.Mas seu olhar não havia mudado.Duro.Afiado.Incapaz de admitir a derrota.No canto da sala, dois guardas permaneciam a certa distância. Diferente de antes, já não pareciam em alerta total. Um deles estava encostado casualmente na parede. O outro mantinha os braços cruzados, sem sequ
Aos poucos, vários conselheiros começaram a assentir. A dúvida não havia desaparecido completamente, mas, pela primeira vez naquela manhã, eles já não estavam olhando para uma empresa em crise.Estavam olhando para uma liderança.A voz de Daven não se elevou, mas carregava uma certeza silenciosa.— Não vou permitir que uma única pessoa destrua tudo pelo que trabalhamos. Vamos superar isso mais fortes do que antes.O silêncio que se seguiu foi diferente desta vez. Não era tenso, mas firme, enquanto a confiança começava a retornar pouco a pouco.Depois de mais algumas perguntas e discussões complementares, a reunião finalmente foi encerrada.Quase duas horas depois de debates estratégicos e decisões importantes, os conselheiros deixaram a sala um por um. A tensão não havia sumido por completo, mas agora havia um caminho claro.E, pela primeira vez desde o início da crise, Daven sentiu que o Callister estava de volta ao rumo certo.Enquanto isso, no escritório particular de Daven,
Cale não negou.— Não apenas pública. — Disse ele. — Quero que aconteça em um momento que ele não possa controlar.O silêncio permaneceu entre eles por alguns segundos.Por fim, Arron assentiu.— Está bem. Vamos ajustar a operação conforme o seu cenário.Cale voltou sua atenção para a tela, que agora reprisava a coletiva de Noel. Pouco depois do fim da transmissão, Noel havia sido escoltado para fora sob proteção policial. Dois policiais caminhavam ao lado dele enquanto ele passava pelas portas da sala de controle.E, além dali, ele ainda teria de enfrentar a tempestade: repórteres gritando acusações, câmeras disparando flashes sem parar.Sem contar a onda de reações brutais que já inundava as redes sociais em resposta à sua confissão.Ah... Cale deveria ter avisado Noel sobre o que aconteceria depois que ele entrasse no ar.Selena já estava sob custódia policial. A mídia se movia exatamente como Cale pretendia.A opinião pública havia mudado.Restava apenas uma pessoa.— U







