เข้าสู่ระบบCapítulo 178 Sofia Kim Ampliei uma das imagens. O aparelho sobrevoava uma estrada, identificando veículos e comparando placas com os registros enviados por Nazar. Outro analisava uma região próxima a algumas propriedades afastadas. As informações eram compartilhadas automaticamente. Na tela principal, um mapa tridimensional começava a se formar. — Eles estão construindo esse mapa sozinhos? — Richard perguntou. — Sim. Cada aparelho coleta informações e envia ao sistema central. Quanto mais dados recebem, mais preciso fica o reconhecimento da região. Richard passou a mão pelo rosto. — E pensar que eu estava preocupado em você se envolver numa operação... Olhei para ele. — Meu amor, posso fazer muita coisa sem sair desta cadeira. Ele soltou uma gargalhada. — Disso eu nunca duvidei. Olhei para ele e arqueei uma sobrancelha. — Está bem, talvez eu tenha duvidado no começo. Mas aprendi a lição. Voltei minha atenção ao computador. Durante vários minutos, os
Capítulo 177 Sofia Kim Um dia depois. O telefone tocou enquanto eu terminava de amamentar Logan. Ao ver o nome de Richard na tela, atendi imediatamente. — Oi, meu amor. Está tudo bem? — Sofia, estou voltando para a Nova Zelândia. — Aconteceu alguma coisa? — Fizemos uma varredura por Miami, mas não encontramos Lacoste nem Volkov. Entretanto, conseguimos uma pista de que eles podem ter ido para aí. Olhei para meu filho, que começava a adormecer em meus braços. — Tem certeza? — Ainda não. Mas não vou correr o risco de deixar vocês desprotegidos. Estamos indo imediatamente. — Certo. Vou conversar com meu pai e reforçar a segurança da propriedade. — Não quero você se envolvendo em nenhuma operação, Sofia. Acabou de passar por um parto. Revirei os olhos. — Richard, estou sentada numa poltrona, amamentando nosso filho. Não pretendo sair correndo atrás de ninguém. — Conhecendo minha esposa, é melhor deixar isso bem claro. Soltei uma risada. — Pode ficar tra
Capítulo 176 Richard Brown Viktor. Seria ele? — Filho da puta! — rosnei. — Meu irmão descobriu tudo isso pouco antes de morrer. Não sei até onde aquele homem conseguiu executar seus planos, mas sei que continua sendo perigoso. Estendi a mão. — Entregue os arquivos. Ele colocou o dispositivo na minha palma. — Está tudo aí. Inclusive as etapas das alterações feitas nas fotografias. Seu especialista poderá verificar. Também há um cheque para ressarcir o valor que você gastou. Guardei o dispositivo no bolso interno do paletó e recusei o cheque. — Quanto você quer? O homem pareceu surpreso. — Não quero dinheiro. — Todo mundo quer alguma coisa. — Eu quero continuar vivo, senhor Brown. E quero que minha família também continue. Fiquei em silêncio. — Se algum dia esse homem descobrir quem sou, só peço que não permita que ele nos encontre. Assenti. — Você tem minha palavra. Se precisar de proteção, terá. E pode ter certeza de que vou encontrar aquele de
Capítulo 175 Richard Brown Saí daquela propriedade com a sensação de que ainda havia muita coisa para resolver. Eu ainda não sabia quem estava por trás das fotografias enviadas à minha esposa e havia algum cúmplice de Gerald por aí. Meu pai estava sentado ao meu lado, enquanto Nazar ocupava o banco da frente. Viktor dirigia. — Quero os nomes daqueles dois soldados ainda hoje — ordenei. — Já estou verificando as imagens das câmeras — Nazar respondeu. — Assim que identificar os desgraçados, vou descobrir para quem trabalham. Meu celular começou a tocar. Era um número desconhecido. Atendi. — Richard Brown? — Quem está falando? — Tenho uma informação muito importante para você. E precisamos conversar agora. Franzi a testa. — Quem está falando? — Meu nome não importa. O que tenho para lhe entregar é do seu interesse. Principalmente porque envolve as fotografias da sua esposa que você vem recebendo. Endireitei-me imediatamente. Aquilo estava estranho. — Vo
Capítulo 174 Richard Brown Meu pai permaneceu imóvel, tentando recuperar o fôlego. Depois, virou-se para mim. Gerald acompanhara tudo, mas já não sorria. — Vocês enlouqueceram? Fazemos parte da mesma organização! Soltei uma risada. — Loucos? Agarrei sua camisa e o arrastei até uma cadeira. — Você ainda não viu nada. Empurrei-o contra o assento. — Viktor, segure esse desgraçado. Meu segurança obedeceu. Gerald tentou se levantar, mas os ferimentos não permitiram. Meu pai se aproximou, ainda armado. — Saia da frente, Richard. Vou acabar com isso. Ergui a mão. — Não. — Filho... — Esse aqui eu quero matar com as próprias mãos. Meu pai me encarou. — Richard, não vale a pena você... — PAI! — gritei. — Ele matou minha mãe! Jones se calou. Respirei fundo, tentando controlar o tremor das minhas mãos. Não consegui. Olhei para Gerald. — Você sabe quantas noites eu passei perguntando por que minha mãe não voltava? Ele permaneceu calado. — S
Capítulo 173 Richard Brown Agarrei Gerald pelo colarinho e o obriguei a ficar de pé, indiferente aos seus gritos de dor. — Quem matou minha mãe, seu filho da puta? Gerald sorriu, apesar do sangue que escorria de sua boca. — Vocês passaram a vida inteira procurando os culpados no lugar errado. Meu pai se aproximou. — Gerald, se você sabe de alguma coisa, é melhor começar a falar. — Ah, Jones... — Ele soltou uma risada. — Você continua sendo o mesmo idiota de sempre. Acertei um soco em seu estômago. — FALE! Gerald se curvou, tossindo. — Fui eu, Richard. A confissão me deixou atônito. Afrouxei os dedos que prendiam sua camisa. — O quê? — Eu mandei matar Amélia. Meu pai ficou imóvel ao meu lado. Olhei para Gerald, esperando que começasse a rir e dissesse que estava mentindo. Mas o desgraçado continuou falando. — Manipulei vocês durante todos esses anos. E nenhum dos dois desconfiou! O plano inicial era simples. Eu ficaria com Amélia, eliminaria Jones e







