ANMELDEN
Arregalei os olhos e gritei por instinto:— Você ficou maluco?!A bengala branca na mão do Peter caiu no chão com um baque metálico. O corpo dele inteiro começou a tremer. Sem conseguir acreditar, ele gaguejou:— Pai… V-Vocs dois?Eu nunca tinha visto o Peter daquele jeito antes. Desesperada, agarrei a mão dele.— Q-Querido, me escuta. Deixa eu te explicar. Eu posso explicar. Foi ele. Ele que me seduziu. Ele só está me acusando porque eu me recusei a fazer o que ele queria.Peter empurrou minha mão com nojo.— Sai de perto de mim. Não me toca!— Por favor, me dá uma chance de me explicar, querido. Eu realmente não—Foi aí que ele desabou no choro. Ele se largou no chão com as mãos na cabeça, parecendo extremamente frágil e machucado. Senti como se o meu coração estivesse sendo arrancado do peito. Era torturante. Nunca pensei que as coisas fossem terminar desse jeito. A situação tinha ficado difícil e totalmente fora de controle. Para mim, o mais inacreditável de tudo eram as
Eu não podia negar que o Anthony era um mestre absoluto na arte de lidar com mulheres. Com apenas um toque, ele me desestruturou por completo, deixando uma onda ardente de calor subir por dentro de mim. Uma excitação visceral e um vazio enorme estavam prestes a me consumir. Instintivamente, apertei minhas coxas cada vez mais firme. Quando as mãos dele finalmente alcançaram a minha intimidade mais profunda, perdi todo o controle e soltei um grito alto. Logo em seguida, corri para tapar a boca com as mãos, sem saber se o Peter tinha me ouvido.Bem nesse momento, algo pareceu dar um estalo no Anthony. A calça dele estava com um volume tão apertado que parecia que ia rasgar a qualquer segundo. Não pude deixar de engolir em seco. Sem perder mais tempo com preliminares, ele me pegou no colo com tudo e me jogou na cama. Sem dizer mais nenhuma palavra, ele agarrou minhas coxas e meus peitos fartos.— Está gostoso, sua vadiazinha?Ao sentir o toque dele no meu corpo, fiquei tão morta de verg
Eu tinha que admitir que um corpo tentador daqueles era o suficiente para deixar minhas pernas bambas a qualquer momento. Dito isso, eu não queria mais continuar trilhando esse caminho pecaminoso. Além do mais, o Peter estava bem ali do meu lado naquele instante. Anthony percebeu como eu estava engolindo em seco repetidamente, colocou as mãos nas minhas coxas e começou a me alisar.— Não, não faz isso… — consegui dizer, abafando um gemido. Enquanto tentava empurrá-lo para longe, acrescentei: — Por favor, pai. O senhor tem que ir. O seu filho está bem aqui do meu lado.Ver o Peter dormindo profundamente encheu meu coração de culpa e inquietação.— Está tudo bem. Ele não vai acordar. Não se preocupa — sussurrou Anthony, com o gogó subindo e descendo. — Natty, você deve ter passado sufoco nos últimos dias, tanto que está tendo até esses sonhos. Vem cá, vai. Deixa que eu cuido de você.— N-Não, não é isso…Embora eu recusasse da boca para fora, no momento em que senti o quão duro e gr
— Amor, a gente tem outro homem em casa. Pede pro meu pai te pegar de jeito — sugeriu Peter.Um gemido escapou dos meus lábios.— Posso mesmo? Mas ele é o seu pai…— Mais alto, querida. Balança mais rápido. Fico excitadão ouvindo você desse jeito.— Mas querido, se o papai estivesse mesmo no quarto, como você ia querer que ele me pegasse?Incitado pelo fetiche, Peter respondeu:— Claro que eu ia querer que ele fosse com tudo. Ia querer que ele te arrebentasse!Pensei comigo mesma: "Ouviu isso, pai?". Dei um olhar cheio de segundas intenções para o Anthony. Por dentro, eu dizia: "O seu filho deu a ordem. Vai com mais força!". Dei uma pausa, soltando outro gemido.— N-Nesse caso, eu vou entrar de cabeça no personagem agora, querido. N-Não vai me chamar de piranha depois, hein?Meu marido abriu um sorriso de orelha a orelha.— É só encenação mesmo. Vai logo, entra no clima.Com isso, eu me entreguei completamente.— Vai logo, pai. Mais. Não para. — Deixei escapar um grito. — Q
Aquela sensação dura e aquecida instantaneamente enviou um calafrio pela minha espinha. Um gemido que não consegui segurar acabou escapando dos meus lábios. Peter perguntou, com a voz carregada de desconfiança:— Que gemido foi esse? Parece até que você está dando uma boa duma foda aí atrás.Tomada pela culpa, menti:— É-É que você é gostoso demais!Peter caiu na risada ao ouvir aquilo.— Sua vadiazinha! Se está gostando tanto assim, engole mais fundo, então.Enquanto dizia isso, ele deu uma estocada súbita e violenta, batendo bem no fundo da minha garganta. Comecei a me engasgar, e a sensação desconfortável ativou meu reflexo de vômito. Mesmo assim, Peter segurou minha cabeça firme, sem me deixar sair. Ao mesmo tempo, Anthony aproveitou a oportunidade para arrancar minha calcinha molhada em um movimento rápido e forte.O vento gelado batendo de repente na pele da minha parte de baixo me trouxe uma onda de inquietação. Transar com o meu sogro ia contra todos os princípios mora
Acordei o Peter, dizendo que o Anthony queria fazer uma massagem nele. Com medo de que ele recusasse na hora se eu dissesse que a massagem era para ajudar no desempenho dele, escondi esse detalhe. Afinal, ele tinha perdido totalmente o interesse em intimidade após o acidente. Então, a única coisa que lhe disse foi que a massagem ajudaria na recuperação da sua visão. Como esperado, ele se animou imediatamente no momento em que ouviu isso. Pouco depois, Anthony entrou no quarto e começou a massagear o Peter. Os movimentos dele não só pareciam bem profissionais, como o Peter começou a gemer de prazer. Não apenas isso, mas notei um volume claro na calça dele. Aquela era, na verdade, a primeira vez que o Peter conseguia uma ereção sem ajuda desde o acidente. Assim que Anthony percebeu que o Peter estava quase pronto, ele me deu um tapinha, sinalizando que era hora de eu aproveitar o resultado.— Por hoje é só, então. Vou deixar vocês dois à vontade.Ao dizer isso, ele abriu a porta e