MasukMesmo a Larissa fazendo beicinho e cara trancada ele ainda sim não se arrepende de nada e faria tudo de novo até mais ainda para protegê-la.
Chegando numa rua fazia o telefone do Dimitri toca, a música que ele estava ouvindo parou e ele tira o objeto no bolso pra atender a ligação que achava ser da mãe, pois era a única que a ligava.Ele sem ver o contato atendeu na hora, continuando a andar." Mãe o que foi, já estou chegando."Disse ele despreocupado." Filho, filho ele nos acharam não vem pra casa, filho eles, aaaaaaaaaaaahh!".Os gritos da Melissa foram duas espadas bem moldadas cortando o coração do jovem Dimitri, ele sentiu todos os seus sentidos baralhados, seus músculos contraíram e ele com medo que algo pior acontecesse com a mãe gritou o nome dela feroz, não obtendo a resposta saiu correndo, felizmente ele estava quase chegando em casa.Dimitri correu tanto que num piscar de olhos ele chega em casa." Mãe!?"Chamou ele no momento em que abria a porta, a visão que ele teve deixou ele horrorizado.Os móveis estavam revirados, a casa toda bagunçado, o que mais chamou atenção dele é algumas gotas de sangue no chão.Lágrimas pausam nos seus olhos, ele não conseguia imaginar quem levou a sua mãe e o bebê que se tornou um irmãozinho.Ele estava prestes a entrar em crise quando um telefone em cima da mesa toca.Dimitri olhou para o objeto desconfiado, porém a chance de ser o sequestrador a telefona- ló é considerável, ele pega no telefone respirando fundo para se acalmar, leva o metal até o ouvido atendendo a ligação." Se você quer ver a sua mãe e o seu irmão de novo, venha ter comigo agora mesmo"Uma voz de robô ecou no outro lado da linha causando uma fúria incomum no rapaz.O covarde nem se dignou a revelar a própria voz." Põe ela na linha"Disse ele com uma voz calma e rouca." Dimir, meu filho você tá bem, não venha pra cá filho esse mundo não é pra você filho eles vão t....."Antes que ela possa terminar a fala o sequestrador tira o telefone do ouvido dela colocando no dele." Mande coordenas pra mim"Disse o Dimitri decidido, ele não se importava em saber o que aquele homem ou mulher queria com ele, porque pra ele a resposta e claro." Ora, atitude digno de um verdadeiro príncipe".Disse a voz e então ele desliga o celular.No mesmo instante batidas na porta ecoaram no ambiente, Dimitri sem hesitar abriu a porta e viu dois homens gigantes usando máscara parados a sua frente." Venha connosco"Um dos homens falou, não dava pra o Dimitri saber quem falou mas ele podia suspeitar.Sem dizer nada Dimitri passa na frente deles andando para fora do prédio.O objetivo e a determinação do Dimitri é acabar com toda a merda que está acontecendo, ele não quer ser um príncipe mafioso, ele só quer ser um médico normal e cuidar da mãe e do recém irmãozinho que ele ganhou.Atitude dele fez os dois homens ficarem parados na porta, eles pensaram que ele faria drama ou iria demonstrar medo e covardia, porém com o rapaz na frente eles ficam parados e quietos olhando com admiração por baixo da máscara.- Estão esperando uma ordem? vamos lá acabar com essa merda, quero ver a Melissa.Disse ele voltando a andar.— Particularmente, eu detestei a história — disse Dimitri, despreocupado, mantendo os olhos fixos em Alex, que parecia estranhamente entretido com cada palavra.— Por quê? — A voz de Eliezer saiu fraca. — Por que você quer tanto ser o chefe da Cúpula a ponto de fazer tudo isso? Tudo isso que você fez... Por quê, pai?Dimitri permaneceu em silêncio por alguns segundos.Então, sorriu.Não era um sorriso de felicidade. Era quase de nostalgia.— Você está me obrigando a desenterrar um passado que eu preferia deixar enterrado... Mas tudo bem. Eu te conto.Ele respirou lentamente antes de continuar.— Nasci como o terceiro filho legítimo dos meus pais. Diferentemente dos meus irmãos, eu era aquele que mais amava a paz e o silêncio. Nunca tive grandes ambições. Nunca sonhei com poder, glória ou domínio. Durante toda a minha infância, eu queria apenas uma coisa: aquilo que as pessoas gostam de chamar de felicidade e amor.Alex fez uma breve pausa.— Para o meu pai, porém, isso era abominável.
O hall de entrada estava tomado por homens.Vinte e cinco.Todos pertencentes a Alex.Estavam armados, atentos e preparados para reagir ao menor movimento suspeito. Alguns mantinham as mãos próximas às armas; outros observavam cada respiração, cada olhar, cada gesto.No centro daquele cerco estavam Eli e Dimitri.Um círculo humano havia sido formado ao redor dos dois.Dimitri permanecia imóvel.Calmo por fora.Por dentro, porém, algo começava a ruir.Alex observou os dois por alguns segundos antes de sorrir.Um sorriso lento. Quase satisfeito.— Deixa eu te contar uma coisa muito bonita que você desconhece, Dimitri Delcime.Dimitri não respondeu.Alex inclinou levemente a cabeça.— Fui eu quem matou o seu pai. Sabia?Por alguns segundos, nada aconteceu.Nenhuma reação.Nenhuma palavra.Então Dimitri cerrou os punhos.Os músculos de sua mandíbula ficaram rígidos, e seus olhos se fixaram nos de Alex com uma intensidade quase assassina.Era como se seu olhar pudesse atravessar a carne da
Dimir e Eli seguiram em direção à localização indicada, mas, quanto mais avançavam, mais uma coisa parecia errada.Não havia guardas.Nenhum homem nas entradas. Nenhuma movimentação pelos corredores. Nenhuma comunicação no rádio.Era como se aquela parte da casa tivesse sido simplesmente abandonada.Ou pior...Como se alguém tivesse ordenado que todos saíssem do caminho.Eli levou a mão ao comunicador.— Central! Atualizem-me!Silêncio.Ele franziu a testa.— Central?!Nada.Apenas estática.— Você é burro? — Dimitri soltou, sem sequer olhar para ele. — É óbvio que não haverá comunicação. Você acha que o seu pai faria da própria casa um lugar fácil de acessar ou hackear? Tudo aquilo que a sua Central conseguiu enxergar... era exatamente o que ele queria permitir.Eli fechou os olhos por um instante, respirando fundo.— Que merda... Para de falar na minha cabeça, caramba! — rosnou
Memories on— Dante, seu idiota! Era para você me cobrir!— Credo! — Dante ergueu uma sobrancelha, divertindo-se. — E perder toda a diversão? Nunca.À sua frente, a entrada do túnel permanecia mergulhada em sombras. Era o acesso subterrâneo à maior base de distribuição de armas ilegais daquela região.A missão parecia simples no papel.Entrar. Encontrar a filha do sheik. Tirá-la dali. Levá-la de volta para a base.O problema era que, quando se tratava de Dante Delcime, nada permanecia simples por muito tempo.A jovem era filha de um dos poucos homens que ainda mantinham relações amistosas com o antigo líder da máfia, pai de Dante. Por isso, a ordem era clara: encontrá-la e trazê-la de volta viva.Alex respirou fundo, tentando controlar a irritação.— Você nunca segue o plano. Nós dois poderíamos ter morrido lá atrás!Dante deu de ombros.— Calma, Alex. Eu te protejo.Alex virou o rosto lentamente.— Eu não preciso da sua proteção.— Tem certeza?— Absoluta.— Que pena. Eu estava começ
Aquela noite parecia não ter fim.Por mais que Eli e Laise avançassem, por mais que homens caíssem e posições fossem destruídas, parecia que a mansão simplesmente fabricava novos inimigos para ocupar o lugar dos que tombavam.Sangue por sangue. Homem por homem.A cada minuto, a batalha tornava-se mais caótica.No interior da residência, a Escala Delta permanecia posicionada no hall de entrada, protegendo todos os acessos ao piso principal.Foi então que um dos homens percebeu algo, uma corrente de ar atravessou o salão e ele notou que janela à esquerda, que poucos minutos antes permanecia fechada, estava agora aberta.O guarda virou lentamente o rosto e parou.Havia alguém ali, de pé e completamente imóvel.Dimitri.Ele permanecia junto à janela, encarando os homens como se tivesse acabado de entrar numa sala onde ninguém representava ameaça alguma.Na mão direita, brincava distraidamente com uma pequena moeda dourada.Girava-a entre os dedosUma vez.Duas.Três.Como se tivesse todo
Antes que Alex pudesse reorganizar suas tropas, uma nova comoção explodiu no lado oposto da propriedade.— Escala Gama! Respondam! — ordenou Gosman pelo rádio.Nenhuma resposta.Na área da piscina, Laise compreendeu exatamente o que estava acontecendo.Com a maior parte da atenção voltada para o ataque de Eliezer na entrada principal, vários homens haviam abandonado suas posições para reforçar a Escala Alfa.Era a oportunidade que ela esperava.Não venceria pela força.Venceria pelo silêncio.A pouca iluminação transformava a ala traseira num labirinto de sombras, e Laise movia-se entre elas como se fizesse parte da própria escuridão.Respirava devagar.Cada passo era calculado.Cada movimento evitava o menor ruído.Chegou ao muro que cercava a piscina.Retirou as duas adagas presas às pernas.As lâminas penetraram o concreto uma após a outra, servindo de apoio para sua escalada.Em poucos segundos, alcançou o topo.Do outro lado, um dos guardas caminhava lentamente, completamente alh







