MasukLiam segurava Dante nos braços, o peso da preocupação e do medo ainda pairando sobre ele. Dante, mesmo com o rosto marcado por hematomas e a respiração ofegante, esboçou um sorriso fraco.
— Você é mesmo teimoso, não é? — murmurou Dante, com a voz rouca. — Teimoso? — Liam respondeu, tentando manter o tom leve enquanto limpava um pouco de sangue no canto da boca de Dante. — Eu chamaria de persistente. Não vou deixar que te machuquem assim de novo. DaAviso de Conteúdo Adulto:Este capítulo contém cenas e temas que envolvem conteúdo adulto e podem não ser adequados para todas as idades. A leitura é recomendada para maiores de 18 anos ou para leitores que estejam confortáveis com este tipo de conteúdo. Por favor, continue por sua conta e risco.Primeira vez.Dante olha para Liam por alguns segundos, pega no rosto dele e pergunta:– Tens a certeza?– Sim – responde Liam com um sorriso meigo e tímido.– Já fizeste isso antes? – pergunta Dante, intrigado.– Não, e tu?– Não com homens – admite Dante, sempre sincero.– Então... já fizeste... com outras pessoas? Quero dizer... garotas?– Sim... – Dante observa a expressão de Liam e percebe o desânimo. Ele tenta confortá-lo: – Bem... isso foi antes de te conhecer.Liam sorri.– Claro. Bem... eu nunca fiz – diz ele, todo envergonhado.– Cara, tu és virgem? – pergunta Dante, espantado.– Hum... sim. E aquele beijo na oficina... foi o meu primeiro.– Oh. Então, o que fazemos agora?– Agora?
Aviso de Conteúdo Adulto:Este capítulo contém cenas e temas que envolvem conteúdo adulto e podem não ser adequados para todas as idades. A leitura é recomendada para maiores de 18 anos ou para leitores que estejam confortáveis com este tipo de conteúdo. Por favor, continue por sua conta e risco.Uma Noite de desejo e paixãoMerda! — gritou Dante, virando bruscamente a moto para fugir. — Segura firme, Liam!Eles dispararam pela estrada, e a adrenalina estava à flor da pele. A perseguição parecia interminável, mas Dante, com sua habilidade, conseguia manter o controle. Ele virou por uma trilha que levava à floresta, e as sirenes começaram a se distanciar.Após alguns minutos de corrida, Dante estacionou a moto perto de um rio cristalino, iluminado apenas pela luz suave das estrelas. O ambiente parecia mágico, e o som suave da água correndo era tranquilizador.— Acho que conseguimos despistar eles— disse Dante, com um sorriso satisfeito. — Vem, vamos explorar um pouco.Liam desceu da mo
Aviso de Conteúdo Adulto:Este capítulo contém cenas e temas que envolvem conteúdo adulto e podem não ser adequados para todas as idades. A leitura é recomendada para maiores de 18 anos ou para leitores que estejam confortáveis com este tipo de conteúdo. Por favor, continue por sua conta e risco.Um Refúgio Sob as EstrelasO dia começou como qualquer outro, mas para Liam, havia algo inquietante no ar. Ele decidiu passar o dia com Dante, afastando-se dos pensamentos pesados que o atormentavam. Ao chegar à oficina, encontrou Dante debruçado sobre o motor de uma moto, com as mãos sujas de graxa, mas com aquele sorriso que sempre o fazia sentir algo especial.— Você chegou cedo hoje — disse Dante, levantando o olhar com um sorriso curioso. — Achei que fosse dormir até mais tarde depois de ontem.Liam forçou um sorriso, desviando o olhar. — Achei que seria bom me distrair um pouco. Colocar a cabeça no lugar, sabe?Dante percebeu a evasiva resposta, mas decidiu não pressionar. — Então veio
Liam segurava Dante nos braços, o peso da preocupação e do medo ainda pairando sobre ele. Dante, mesmo com o rosto marcado por hematomas e a respiração ofegante, esboçou um sorriso fraco. — Você é mesmo teimoso, não é? — murmurou Dante, com a voz rouca. — Teimoso? — Liam respondeu, tentando manter o tom leve enquanto limpava um pouco de sangue no canto da boca de Dante. — Eu chamaria de persistente. Não vou deixar que te machuquem assim de novo. Dante riu baixinho, mas gemeu de dor logo em seguida, levando uma mão ao abdômen. — Isso é adorável, Liam, mas eu sei me cuidar. Não sou uma donzela em perigo. — Não importa. — Liam rebateu, firme. — Eu não vou permitir que você passe por isso novamente, não enquanto eu estiver aqui. Dante o olhou nos olhos, algo em sua expressão suavizando. Ele sabia que Liam falava sério. Aquela determinação, aquela paixão... era impossível não se sentir grato, mesmo
Liam estacionou o carro às pressas em frente à oficina de Dante. Algo dentro dele gritava que algo estava errado. Após a discussão com o pai, ele precisava ver Dante, precisava sentir que ele estava bem. Mas o que encontrou ao entrar foi uma visão que congelou seu sangue.Dante estava cercado por cinco homens. Seu rosto estava machucado, o sangue escorria de um corte na sobrancelha, e ele gemia de dor enquanto segurava a barriga, curvado. Mas, mesmo assim, Dante resistia, tentando permanecer de pé.O líder do grupo, um homem corpulento com um olhar frio, deu um passo à frente, falando com desprezo:— Você se meteu com as pessoas erradas, Dante. Ou paga o que deve, ou faremos algo bem pior.— Eu só... ugh... preciso de mais tempo, — respondeu Dante, a voz fraca. — Me dá uma semana e eu consigo todo o dinheiro.O líder riu, irônico.— Uma semana? Onde você vai conseguir um bilhão de dólares em tão pouco tempo?Um dos capangas riu, olhando Dante de cima a baixo.— Chefe, olhe bem para el
Liam estava sentado à mesa, mexendo distraidamente na xícara de café enquanto um sorriso suave surgia em seu rosto.Seu pensamento estava longe dali, preso no beijo da noite anterior. Era como se pudesse sentir os lábios de Dante novamente, o calor daquele momento, a intensidade do que haviam compartilhado. Pela primeira vez em muito tempo, Liam sentia algo diferente: esperança, talvez até felicidade.Mas a paz foi abruptamente interrompida.A porta da sala se abriu com um estrondo, e seu pai entrou furioso, jogando uma pasta de documentos sobre a mesa.— O que é isso, você pode me explicar? — A voz era fria, cortante.Liam ergueu os olhos, confuso, o sorriso desaparecendo de seu rosto.— O que... — murmurou enquanto abria a pasta. Seu coração parou por um instante ao ver a fotografia ali dentro. Era ele e Dante, se beijando. O choque tomou conta dele. — Pai, você... você mandou me seguir? — gritou, incrédulo. — Como você foi capaz?







