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CAPÍTULO VINTE E SEIS

作者: Bia Almeida
last update 公開日: 2021-10-21 23:33:42

BRYAN

Minha provocadora estava se derretendo em minhas mãos, me senti como um animal que acabou de abater a sua presa, e estava devorando parte por parte, sem pressa por saber que não havia nenhuma ameaça iminente.

Minha presa estava lânguida, mas estava longe de parar. Sua provocação de mais cedo, enviando uma foto de bruços, com seus cabelos selvagens molhados em suas costas até o início de sua bunda exposta naquele fio dental, despertou algo em mim que não tinha como mais voltar, e eu não queria, ainda estava faminto, precisava de mais, muito mais.

Sarah chegou ao seu terceiro orgasmo, seus gritos e choramingo eram como um pedido de socorro para mim, eles estavam me deixando ainda mais feroz. Urros, grunhidos, saiam involuntariamente da minha garganta. Sua boceta estava completamente encharcada, ela sempre foi muito receptiva a mim, desde a primeira vez que a tomei como minha, mas naquele momento, rios de líquidos jorravam de sua intimidade, era lindo de se ver, minha mulher tão excitada, tão entregue.

Minha boca e minha língua ainda necessitavam de mais, não conseguia parar de chupar sua carne saborosa. Minha presa estava fraca e sensível. Se contorcia, e gemia enquanto eu a devorava, estava tão faminto que chupo sem dó seu clitóris alternando com lambidas.

Quando comecei a foder sua carne com minha língua, seu quarto orgasmo surgiu e eu tomei tudo, não dispensei uma gota se quer, seu gozo tem o melhor sabor do mundo. Seu corpo tremeu, o meu nome saiu com toda força de sua boca.

Meu pau estava tão duro que só uma boceta encharcada como a da minha mulher seria capaz de aguentar, e só a ela que ele quer e deseja. Sou louco na minha fêmea, meus desejos por ela, são insanos, meu instinto animal deseja a foder até ela desmaiar, não me canso da minha mulher, estou sempre querendo mais.

Subi seu corpo para o centro da cama e ela choramingou sem forças, sabia exatamente o que ela queria, minha presa foi devorada e fodida por minha língua, agora queria ser devorada e fodida por meu pau. Mesmo exausta eu sei que Sarah e tão insaciável como eu, e isso me deixa duro pra caralho.

— É meu pau que você quer baby? — Sim B, me toma — responde com a voz rouca e tremula.

Posicionei em sua entrada e não foi necessário esforço para que sua boceta gulosa o engolisse, urrei feito animal.

— Porra. Puta que pariu. Caralho! — Ohhhh! Bryan que gostoso. Tão bom B — choramingo e mais choramingo. Meu pau entrou e saiu, ela continuou choramingando — Porra que foda.

Estocada e mais estocada. Estoquei forte, meu corpo todo era uma mistura louca de sensações e de muito tesão. Meu quadril girou enquanto segurei suas pernas em meus ombros, invadi sua boceta apertada até minhas bolas, que estavam doloridas ansiando minha liberação.

Seus cabelos selvagens espalhados sobre os lençóis, e seu corpo nu aumenta meu instinto selvagem, e me proporcionam uma visão privilegiada que só pertence a mim. Meto cada vez mais forte, do jeito que ela gosta, minha fêmea gosta de foder com força e porra eu me esbaldo com isso.

— Ohhhh! B. Estou perto. Porra, B. Tão perto.

Minha fêmea queria gozar novamente, sei que ela está perto, seu corpo frágil e sensível estava respondendo aos estímulos do seu macho, aos meus estímulos. Acelerei minhas estocadas e friccionei seu clitóris, depois de mais três estocadas o clímax chegou tanto para mim, como para ela.

— Foi foda, foi perfeito — Nossos gemidos são tão altos que meus seguranças e a Amy podem ter ouvido.

—  Foda-se.

Meu pau continuou ereto, querendo mais, minha presa, minha fêmea ainda não me alimentou o suficiente, vou comer tudo que tenho direito, minha refeição tem que ser completa, não descansarei enquanto eu não estiver satisfeito.

Saqueio sua boca, a fodo de novo com minha língua, a fodo sem pressa por vários minutos. Interrompo nossa foda de boca e a viro de bruços, a quero de quatro, mas sei que suas forças de esvaíram de tanto gozar. Dou continuidade a minha alimentação favorita, mordendo, chupando e lambendo, iniciando no seu pescoço, degustando cada pedacinho do seu corpo sexy, nada foi dispensado saboreei tudo até os seus pés.

Como um animal, rugi ao olhar para sua bunda empinada nua, já havia me alimentado com a entrada, agora era a hora do prato principal.

Tomo sua fenda com minha língua a fodendo incansavelmente, minha fêmea geme me estimulando a meter mais minha língua, o mais fundo possível.

Meu pau estava como um louco ansiando por sua refeição, o lambuzei nos líquidos intermináveis que jorram de sua boceta e sem aviso penetro em seu buraco apertado.

— Porra! Gostosa pra caralho!

Enrolo seus cabelos na minha mão e o puxo, Sarah com um pouco de força restante empinou mais a sua bunda ficando de joelho e com a cabeça sobre a cama.

— Você quer mais não é baby? Vou meter fundo, meter tudo.

— Urrando de tanto prazer comi sua fenda com força, metendo tudo e fundo. Sarah gritava, os líquidos escorriam por suas pernas, minha, Sarah, minha presa tão entregue, ela estava completamente abatida por mim. Seu quinto orgasmo estava próximo, sei que ela não aguentaria segurar por muito tempo, com os dedos, masturbei seu clitóris, em poucos segundos ela se desfez, a segurei com força para que ela não desabasse, porque eu queria fodê-la mais nessa posição sexy pra caralho. Segurei minha própria liberação até quando não foi mais possível, gozei e desabei ao seu lado.

SARAH

Meu homem, meu macho, parecia um animal quando abate sua presa, e a come sem cerimônia.

Consumindo cada pedaço. Me sinto como uma fêmea abatida por seu macho alfa, sexy e gostoso como inferno, que me fodeu de todas as formas inimagináveis. Sua língua fez um verdadeiro estrago em mim. Nunca gozei tantas vezes seguidas, cada orgasmo mais forte do que o outro, meu corpo estava uma bagunça, suor, esperma, líquidos e mais líquidos. B estava deitado de bruços como eu, com os olhos nos meus me dizendo que ainda não acabou.

Minha nossa, senhora das xoxotas esgotadas e gozadas, me ajude.

Um sorriso bobo saiu dos seus lábios e sorri de volta. Ele tirou do meu rosto meus cabelos que estavam grudados pelo suor.

— Amor preciso de um banho, só não tenho forças o suficiente para me levantar — ele sorriu e me deu um beijo terno, se levantou e foi ao banheiro.

Algum tempo depois, acordei em seus braços indo em direção ao banheiro, ele entrou na banheira comigo, me aconchegou em seus braços. B cuidou de mim como sempre, com a bucha ensaboou meu corpo dando uma atenção especial a minha boceta, passando lentamente a esponja e tirando uma casquinha com seus dedos. Pervertido.

Depois do banho, B me levou de volta para cama, eu me sentia tão fraca, mas ainda com tesão, fiquei sentindo o seu pau ereto nas minhas costas durante todo nosso banho, vendo o leão musculoso pronto para me comer de novo, estava me excitando, querendo ser abatida novamente.

B se deitou ao meu lado e beijou minha boca, meu sexo pulsou esperando por mais. Ele levantou seu corpo e eu encaixei uma perna em baixo dele, amo essa posição, a outra envolvi em sua cintura, ainda com nossas bocas coladas ele colocou um dedo dentro de mim, quando sentiu que estou molhada gemeu em minha boca, antes de penetrar seu pau deu uma atenção especial ao meu clitóris sensível, gemi em sua boca com o tesão que ele estava me proporcionando. Ele enfiou sua rocha na minha entrada sem deixar de manipular meu clitóris, meu quadril tomou vida fazendo movimentos circulares, entrando e saindo do seu pau, meu macho me deixou no comando, liberou minha boca, e tomou meu seio.

O atrito no meu clitóris e as estocadas, me deixaram louca, cada vez mais acelerei meus movimentos.

 —  Porra baby, isso é bom pra caralho.

Minha respiração ficou ofegante, algumas vezes me faltava ar, mas eu não conseguia parar, era surreal o prazer que estava sentindo. Mexia meus quadris desesperadamente, sentindo a construção de mais um orgasmo, o pau dele inchou dentro de mim, Bryan estava próximo de sua liberação

— B estou tão perto — está tão bom amor.

— Você fode tão gostoso — Vou gozar litros, baby.

Suas palavras sujas, funcionam como um gatilho, gozo aos berros, já sem forças paro os movimentos. Ele assumiu e estocou mais um pouco liberando seu sêmen, continuou estocando lentamente até que saísse a última gota. Minha carne satisfeita e sensível se contraia em seu pau e meu corpo tinha espasmos involuntários.

Tiro minha perna debaixo dele, nos deitamos de conchinha e acabamos adormecendo, o meu último pensamento foi que esse placar foi injusto 6 x 3, sorri e apaguei.

Acordei assustada, olhei no relógio e eram cinco da manhã. Fui ao banheiro fazer xixi e aproveitei para me limpar do último gozo. Observei meu leão dormindo e lembrei da injustiça do nosso placar. Ele estava nu expondo seu pau PG, passei minha língua em meus lábios com a visão daquele monumento em nossa cama, sem perder tempo, coloquei seu pau que está em descanso em minha boca. Ao passar a minha língua em sua cabeça grossa ele fica semiereto, mesmo dormindo ele responde ao meu estimulo, chupo com desejo e vontade, tomando tudo. Já ereto senti suas mãos em minha cabeça puxando meus cabelos, sorri satisfeita com seus grunhidos que foram aumentando. Chupei com a mesma fome e ansiedade que ele me chupou, pré-sêmen saim de sua cabeça inchada, espalhei tudo com minha língua. Ele começou a movimentar minha cabeça para cima e para baixo, a essa altura o leão estava em atividade. Urrou alto enquanto eu sugava seu pau, um estrondo vocal saiu da sua garganta e ele gozou em minha boca gulosa, que engoliu cada gota.

—  Caralho. Sarah. Isso. Foi. Muito. Bom.

Disse pausadamente com a respiração ofegante. Deitei-me ao seu lado e ele tomou minha boca, nossos beijos começaram tranquilos e foram se tornando luxuriosos e urgentes. B tomou meus mamilos alternando entre eles, e quando dei por mim ele estava com a cabeça entre minhas pernas.

 — Sarah você alguma vez já ejaculou?

— Não B, nunca. E foi a primeira vez também que tive vários orgasmos seguidos.

— Porra eu amo a sensação de saber que sou o primeiro em qualquer coisa referente a você, se prepara amor vou fazer você ejacular e depois vou te foder duro.

Ele abriu minhas pernas e começou a torturar com sua língua, quando eu estava perto ele parou, eu choraminguei, ele riu.

— Calma, baby.

Posicionou seus dedos na minha entrada e os bateu bem firme no meu ponto de prazer, uma sensação louca toma conta do meu corpo, me contorci, ele segurou uma perna para que eu não a fechasse. Ele batia cada vez mais rápido, começo a ver tudo nublado. Me puxa para a beirada da cama e colocou minha perna para fora da cama, sua cabeça apoiada na outra impossibilitando que ambas fechassem. Voltou a bater em meu ponto e com a mão livre esfregou o meu clitóris, acho que nunca gritei tanto, é tão diferente e excitante o que ele estava fazendo.

— Abra os olhos, amor, eu quero que você veja quando sua boceta ejacular.

Obedeci a seu comando com muito custo, ele acelerou a batida e ejaculei jatos longos que atingiram seu rosto, ele tirou seu dedo de mim enquanto eu jaculava, lambeu o líquido em seu rosto sorrindo por seu feito. Me levantou encostando meu corpo na janela de vidro, meus seios ficaram amassados no vidro gelado, ele escorregou para dentro de mim me fodendo forte e duro, me fodeu com tudo e mais uma vez nossos gemidos, urros e gritos foram altos, definitivamente somos um casal vocal.

Desta vez ele alternou entre minha boceta e minha fenda, finalizando com seu jato na minha fenda. Exaustos tomamos uma ducha e apagamos assim que nos deitamos, a única coisa que pronunciei antes de adormecer foi — 8 x 5.

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